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SAÚDE |
| Cientistas
descobrem bactéria que bloqueia duplicação do vírus
da dengue Publicado em 07/04/2010 às 08h01mpor Zeca Amaral |
| Uma
bactéria que pode bloquear a duplicação do vírus
da dengue em mosquitos foi descoberta por cientistas da Universidade do
Estado de Michigan, nos Estados Unidos.
O achado poderá ajudar no desenvolvimento de tratamentos contra a doença que ameaça cerca de 2,5 bilhões de pessoas em todo o mundo e para o qual atualmente não existe vacina. “Na natureza, cerca de 28% das espécies de mosquitos são hospedeiros da bactéria Wolbachia, mas esse não é o caso do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Verificamos que a Wolbachia é capaz de parar a duplicação do vírus da dengue e, se não houver vírus no mosquito, ele não se espalhará para as pessoas. Ou seja, a transmissão da doença poderia ser bloqueada”, disse Zhiyong Xi, um dos autores do estudo. O estudo foi publicado na edição de abril da revista PLoS Pathogens. Xi e colegas introduziram a bactéria em mosquitos Aedes aegypti por meio da injeção do parasita em embriões. Os pesquisadores mantiveram a Wolbachia em insetos no laboratório por quase seis anos, com a bactéria sendo transmitida de uma geração a outra. Quando um macho com a bactéria cruza com uma fêmea não infectada, a Wolbachia promove uma anormalidade reprodutiva que leva à morte precoce de embriões. Mas a Wolbachia não afeta o desenvolvimento embrionário quando tanto o macho como a fêmea estão infectados, de modo que a bactéria pode se espalhar rapidamente, infectando uma população inteira de mosquitos. A bactéria não é transmitida dos mosquitos para humanos. Um estudo anterior feito na Austrália, com abordagem diferente, também destacou o potencial da Wolbachia. “A linhagem que usamos tem uma taxa de transmissão maternal de 100% e faz com que os mosquitos vivam mais. No trabalho australiano, a linhagem usada faz com que os mosquitos morram cedo”, disse Xi. “Os dois métodos têm suas vantagens. Quanto mais o mosquito viver, mais chances ele terá de passar a infecção para seus descendentes e de atingir uma população inteira de mosquitos em um determinado período. Mas se o mosquito viver menos, ele não picará as pessoas e não transmitirá o vírus da dengue. Os dois exemplos demonstram o potencial do uso da bactéria para controle da transmissão”, explicou. Os dois estudos reforçam a preocupação de cientistas de diversos países com o problema. Uma pesquisa publicada em fevereiro pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences apresentou um possível método para controle da transmissão por meio da obtenção de fêmeas do Aedes aegypti que são incapazes de voar. fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/04/05/cientistas-descobrem-bacteria-que-bloqueia-duplicacao-do-virus-da-dengue.jhtm |
| França
faz "recall" de implante de silicone por risco de rompimento Cerca de 30 mil mulheres têm de fazer exames médicos para verificação Publicado em 01/04/2010 às 01h30mpor Zeca Amaral |
| As
autoridades francesas retiraram do mercado implantes mamários considerados
defeituosos e convocaram cerca de 30 mil mulheres que os utilizam, no
país e no exterior, para exames médicos.
O jornal Le Parisien informou que a Promotoria de Marselha abriu no último dia 23 uma investigação preliminar contra um suposto culpado pelo problema, cujo nome não foi divulgado. Ele é acusado de "engano" e "colocação da vida alheia em perigo" por causa dos riscos dos implantes da Poly Implant Prothese (PIP), que podem arrebentar com maior frequência que os demais. Segundo o periódico, o gel de silicone utilizado pela empresa, localizada na região de Toulon, no sul da França, não tinha sido autorizado pelas autoridades francesas, o que foi descoberto após uma inspeção. A PIP, empresa criada em 1991, era o quarto fabricante mundial de implantes mamários e atravessava dificuldades financeiras há vários meses, uma situação que se agravou com este escândalo e que lhe levou à liquidação judicial, anunciada nesta terça-feira (30) pelo Tribunal de Comércio de Toulon. A Agência de Segurança Sanitária de Produtos de Saúde da França (AFSSAPS) lançou um alerta em toda Europa e nos Estados Unidos para advertir sobre os possíveis riscos dos implantes e aconselha consultas com o cirurgião por causa do risco de rompimento."Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe." fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/franca-faz-recall-de-implante-de-silicone-por-risco-de-rompimento-20100331.html |
| Inglaterra
tem hospital para tratar viciados em tecnologia Site da instituição possui um teste para internauta medir o nível de dependência em recursos tecnológicos. Publicado em 24/03/2010 às 01h00mpor Zeca Amaral |
| O
Capio Nightingale, hospital em Londres (Inglaterra), faz tratamento para
viciados em tecnologia. O programa é destinado aos jovens que passam
grande parte do tempo jogando videogames ou usando redes sociais, segundo
informações da BBC.
O programa dura 28 dias e trata pacientes que ficaram “cronicamente agitados e irritáveis” devido ao uso da tecnologia. Ele não é baseado na abstinência, e sim no controle. O tratamento é organizado em três estágios. O primeiro é com psicoterapia, que pretende ajudar o paciente nas relações que não são virtuais. O passo seguinte trabalha da relação do paciente com a tecnologia e o encoraja a desligar as máquinas. A última fase inclui exercícios físicos e atividades com família e amigos. O site oficial do hospital possui um teste para as pessoas medirem o nível de vício em tecnologia, baseado em questões sobre hábitos online. fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/22/inglaterra-tem-hospital-para-tratar-viciados-em-tecnologia/ |
| Cuidado: ficar muito na internet
pode causar depressão Pesquisadores identificaram que sintomas são mais comuuns em pessoas que passam mais tempo em comunidades e sites pornográficos. Publicado em 04/02/2010 por Zeca Amaral |
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Os pesquisadores identificaram que boa parte dos sintomas aparece em pessoas que passam mais tempo em comunidades virtuais e em sites pornográficos e de jogos. “A internet ocupa hoje parte importante na vida moderna, mas seus benefícios são acompanhados por um lado obscuro”, disse um dos autores do estudo, Catriona Morrison. A pesquisa atingiu 1.319 pessoas com idades entre 16 e 61 anos. Do total, 1,2% foi considerado como usuário massivo de internet. O público em questão era formado principalmente por jovens, com média de idade de 21 anos. “Nossa pesquisa indica que o uso
excessivo da internet está associado com a depressão,
mas o que não sabemos é o que vem primeiro. As pessoas
depressivas são atraídas pela web ou é o uso da
rede que causa depressão?”, indaga Catriona. |