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| Internet
rápida poderá chegar a 40 milhões de domicílios Em sessão que detalhou diretrizes do Plano Nacional de Banda Larga, governo revela que conexão mínima de 512 Kbps poderá custar R$ 15 mensais. Publicado em 11/05/2010 às 02h30m por Zeca Amaral |
| O
governo federal quer elevar de 12 milhões para 40 milhões
de domicílios o acesso à banda larga, com serviços
que custarão a partir de 15 reais mensais, anunciou na manhã
desta quarta-feira (5/5) uma equipe do governo, durante o lançamentos
das diretrizes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), em Brasília
(DF).
O preço de 15 reais mensais poderá ser alcançado mediante incentivos fiscais. Sem esses incentivos, o preço deverá ficar entre 29 e 35 reais - o valor varia em função da cobrança ou não do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Para o governo, a conexão banda larga será aquela com velocidade igual ou superior a 512 Kbps. Com essas medidas, o governo espera que 35,2 milhões de residências tenham acesso ao serviço de internet rápida. Hoje, pela estimativa oficial, o Brasil conta com 12 milhões de domicílios com acesso, cujos preços, na velocidade de 256 Kbps, variam entre 49 e 96 reais. Ontem (4/5) o governo anunciou que a estatal Telebrás será a gestora do Programa Nacional de Banda Larga. O aviso foi enviado pela empresa, em forma de nota relevante, à Comissão de Valores Mobiliários. O valor das ações da empresa disparou na manhã desta quarta-feira. Hoje, o governo anunciou que a Telebrás será capitalizada com 3,22 bilhões de reais. Isenções
e abatimentos Para baratear o acesso, o governo planeja oferecer, por meio de abatimento de impostos e outras facilidades, 785 milhões de reais. Deste valor, 11,36 milhões virão do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para pequenas e médias prestadoras de serviço; 770 milhões de reais virão de abatimentos do PIS e Cofins na compra e fornecimento de modems; e 3,75 milhões de reais, da isenção de IPI para equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional. Uma linha de crédito será disponibilizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento e compra de equipamentos de telecomunicações de tecnologia nacional. O coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, afirmou que essa linha de crédito não tem limite, mas que ela deverá chegar a 6,5 bilhões de reais para a compra de equipamentos e a 1 bilhão de reais para financiamento de micro, pequenos e médios prestadores de serviços de telecomunicações e lan houses. Além disso, 1,75 bilhões do Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) serão destinados para pesquisa e desenvolvimento. fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/05/internet-rapida-podera-chegar-a-40-milhoes-de-domicilios/ |
| Cyberbullying:
ofensas e humilhações na Internet Publicado em 11/05/2010 às 02h30m por Zeca Amaral |
| Humilhar,
constranger, ofender, perseguir, difamar, machucar. Esses são os
ingredientes maléficos que compõe o bullying, expressão
inglesa aplicada às escolas para definir o comportamento de crianças
e adolescentes que têm o dom de infernizar a vida dos seus colegas.
Volta e meia, a imprensa noticia casos em que a agressão chega a extremos, terminando na morte da vítima ou do agressor. Ou seja, o que pode parecer uma simples brincadeira de criança, piadinhas de mau gosto ou apelidos pejorativos, na verdade não têm nada de normal ou inconsequente. É um desvio de comportamento em que o agressor pratica abusos morais ou físicos, levando a vítima a se afastar do convívio dos amigos, a desinteressar-se dos estudos, abalando profundamente sua autoestima. Em tempos atuais, com os avanços da tecnologia e o acesso generalizado a computadores e celulares, essa prática nefasta ultrapassou o muro das escolas, dando origem ao chamado Cyberbullying. Infiltrado pela Internet, através do correio eletrônico, dos blogs, do Orkut, MSN etc., o agressor dissemina sua raiva e infelicidade, algumas vezes identificado, outras fazendo-se passar por outra pessoa ou escondendo-se atrás de um nick, enviando mensagens ofensivas a outras crianças ou jovens, difundindo fotos comprometedoras, alterando o perfil das vítimas, incitando terceiros a reforçar o ataque, com o claro propósito de humilhar, assustar, constranger, isolar aquele considerado mais fraco ou diferente, um alvo fácil para aquele que precisa derrubar alguém para sentir-se forte, ser mais popular no grupo, esconder suas próprias fraquezas atacando as dos outros, fazendo-os infelizes como ele. É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência. O mais grave dessa situação é que a vítima, na maior parte das vezes, não sabendo como reagir, com medo de piorar sua situação, acaba se isolando, sofrendo sozinho, sem pedir ajuda a ninguém. Justamente numa época da vida em que o adolescente está definindo sua personalidade e que a opinião do grupo é fundamental como parâmetro de aceitação e admiração, ele se vê indefeso e profundamente magoado. Este tem sido um desafio para muitos pais e professores que se veem diante de um desvio de comportamento que tantos danos é capaz de causar, sem saberem como evitar que isso aconteça. O que pode ser feito? O que pode e deve ser feito nessas circunstâncias é, antes de tudo, prevenir os filhos quanto a essa possibilidade e orientá-los no sentido de que mantenham distância do agressor e seus ataques, sem responder às provocações e alimentar ainda mais sua raiva, pois é justamente isso que ele espera da vítima. Outra coisa importante é não manter segredo da ofensa, intimidando-se. Embora sofrido, esse momento pode se tornar uma oportunidade para o jovem agredido lidar com os próprios complexos, e superar - com a ajuda das pessoas queridas - uma situação de confronto, ampliando seus recursos internos. Outra recomendação a ser enfatizada aos jovens é evitar sempre a exposição excessiva na Internet: não divulgar seus dados pessoais, ou de seus familiares ou fotos, tomando cuidados com essas divulgações até mesmo nas conversas com amigos. Enfim, a inclusão no mundo virtual – como no presencial – implica em correr riscos, e é preciso mostrar aos filhos como percorrer seus caminhos. fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/cyberbullying.htm |
| Mais
de 90% pesquisam na web antes de comprar, diz pesquisa 52% dos pesquisados dizem procurar informações em blogs. 63% comentam experiências sobre produtos e serviços. Publicado em 15/04/2010 às 23h01m por Zeca Amaral |
| Uma
pesquisa feita pela consultoria TNS Research International apontou que
os brasileiros costumam consultar sites na internet antes de fazer uma
compra e comentam suas experiências sobre produtos e serviços.
Segundo o levantamento, 92% dos usuários pesquisam sobre produtos ou serviços em sites de e-commerce ou comparam preços lojas virtuais e 76% procuram essas informações em fóruns ou blogs. O estudo constatou também que 56% dos entrevistados escrevem em blogs, 42% leem blogs de pessoas desconhecidas, 63% comentam experiências sobre produtos e serviços e 52% acessam essas mídias para obter informações sobre o que pretendem comprar. As redes sociais são utilizadas pelos entrevistados principalmente para acesso e compartilhamento de informações (43%), mas também são percebidas como um espaço pessoal (32%) ou que permitem pertencer e ser aceito em grupos de amigos (24%), além de possibilitar expressar desejos e mostrar um lado que as pessoas desconhecem (22%) ou descontrair fugir da pressão diária e ter liberdade de expressão (21%). Para o estudo “Decodificando as Necessidades Digitais”, foram entrevistados 1.000 usuários, com 16 a 35 anos, residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador. fonte: http://g1.globo.com/tecnologia-e-games/noticia/2010/04/mais-de-90-pesquisam-na-web-antes-de-comprar-diz-pesquisa.html |
| Governo
quer banda Larga em todas as escolas públicas até fim de
2010 Meta de equipar todas as 64.879 escolas públicas urbanas de ensino com internet rápida pode ser alcançada ainda este ano. Publicado em 07/04/2010 às 08h01m por Zeca Amaral |
|
Criado pelo governo federal, o programa Banda Larga nas Escolas completa
em abril dois anos perto da meta de equipar todas as 64.879 escolas públicas
urbanas do País com computadores com acesso à internet rápida.
A expectativa é de que isso ocorra até o fim deste ano,
o que abrangerá 37 milhões de estudantes, de acordo com
os responsáveis pelo projeto no Ministério da Educação
e na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A previsão é baseada no balanço do programa feito pela Anatel no final do ano passado: em 2009, 25.331 instituições de ensino público em municípios de quase todo o país foram conectadas à rede mundial de computadores; em 2008, esse número foi de 17.681 escolas. Ou seja, ao entrar no segundo ano, o programa já alcançava 66% - 45.192 - do total de estabelecimentos de ensino a serem equipados. Os números da Anatel mostram que os Estados com mais escolas conectadas à internet por meio do programa eram os de maior densidade demográfica: Minas Gerais (4.962), São Paulo (4.842), Rio de Janeiro (4.080) e Bahia (4.026). As regiões com menor número de escolas informatizadas foram Roraima (68), Amapá (131) e Acre (187). Essas localidades devem estar completamente atendidas até o fim de 2010, quando o programa estará concluído. O projeto se tornou possível graças a um acordo firmado pelo governo com operadoras de telefonia fixa, por meio da Anatel, para a implantação da banda larga nas escolas indicadas pelo Ministério da Educação, sem nenhum custo para o governo e como contrapartida pelos serviços comerciais que elas exploram no País. Esse compromisso foi firmado com o Ministério das Comunicações na época da mudança do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Consultado (STFC). As cinco concessionárias concordaram em trocar a obrigatoriedade de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações em todos os municípios, até o fim de 2010, pelo compromisso de instalar banda larga. Isso foi feito por meio da assinatura de adendos aos contratos fechados com a Anatel. Por ocasião da assinatura dos novos termos com as concessionárias, em 2008, havia cerca de 56 mil escolas públicas urbanas cadastradas pelo MEC com acesso à banda larga. Estão incluídas nesse grupo as escolas públicas de ensino fundamental (municipais) e médio (estaduais). fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/05/governo-quer-banda-larga-em-todas-as-escolas-publicas-ate-fim-de-2010/ |
| Uso
da web e posse de PC em casa têm crescimentos recordes no Brasil Mas diferenças regionais são marcantes e sugerem um possível crescimento das desigualdades digitais nos próximos anos. Publicado em 07/04/2010 às 08h01m por Zeca Amaral |
|
número de domicílios brasileiros em área urbana que
têm computador alcançou seu melhor desempenho nos últimos
cinco anos. Segundo a 5ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação
e da Comunicação no Brasil — TIC Domicílios
2009, divulgado nesta terça-feira (6/4), o Brasil fechou o ano
com 36% das casas com pelo menos um PC, um salto de 29% sobre o índice
de 2008. O acesso à internet também cresceu, com 27% das
residências brasileiras declarando acesso à web (em 2008,
apenas uma em cada cinco casas contava com acesso à internet).
O número de computadores sem acesso à web ainda apresentam taxa média d crescimento maior do que os domicílios que contam com acesso. Segundo o TIC Domicílios 2009, a posse de computadores pessoas em casas, entre os anos de 2005 e 2009, cresceu 21%. Os números mostram que em 2005 havia uma diferença de quatro pontos percentuais entre o número de casas que tinham computadores (17%) e aquelas que também contavam com acesso à internet (13%). Mas em 2009, essa diferença aumentou para nove pontos percentuais: enquanto 36% dos domicílios urbanos no Brasil têm pelo menos um computador, apenas 27% das casas acessam a internet. Segundo o relatório, existem hoje cerca de 4 milhões de computadores na região urbana e quem não contam com qualquer tipo de acesso à web. Considerando as regiões urbanas, o número de residências com pelo menos um PC, mas sem acesso à internet chega a 5 milhões. Diferenças regionaisA região Nordeste do Brasil além de registrar um desempenho abaixo da média nacional também é a que tem a menor taxa de crescimento. Tais diferenças, segundo o relatório, “pressupõem um possível crescimento das desigualdades digitais no País ao longo dos próximos anos”. As regiões Norte e Nordeste são as que têm as proporções mais baixas em relação a domicílios com acesso à web – ambas com 13%. No comparativo sobre domicílios com internet, temos: Sudeste (35%); Sul (32%); e Centro-Oeste (28%) – todos com penetração acima da média nacional (27%). Apesar da baixa penetração, o relatório TIC 2009 mostra que, nos últimos cinco anos, a região Norte apresenta a maior taxa de crescimento no número de domicílios urbanos com acesso à web (25%), bem acima dos 15% registrado no Nordeste e superior até dos que as regiões mais desenvolvidas: Sudeste (22%); Sul (21%); e Centro-Oeste (20%).O TIC Domicílios 2009 foi elaborado pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) e, pelo segundo ano consecutivo, incluiu nos dados analisados informações da área rural do Brasil. O relatório foi divulgado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/06/uso-da-web-e-posse-de-pc-em-casa-tem-crescimentos-recordes-no-brasil/ |
| No
Brasil, lan houses desbancam local de trabalho no acesso à
web |
![]() Foto: Renato Bueno-G1 |
As
lan houses já representam o segundo lugar no Brasil onde mais se
acessa a internet. Em 2008, 47,5% das 56 milhões de pessoas que
se conectaram à web disseram ter acessado a rede em mais de um
local. Esse ranking é liderado pelo ambiente doméstico (57,1%),
seguido pelas lan houses (35,2%) e trabalho (31%). Em 2005, a ordem era
diferente: ambiente doméstico, local de trabalho e lan houses. As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008 sobre acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal, divulgada nesta sexta-feira (11). Os 56 milhões de usuários de internet com 10 anos ou mais tiveram acesso à web durante o período de três meses anteriores à pesquisa. |
No
Norte e Nordeste, os centros públicos de acesso pago não
ficaram em segundo lugar, mas lideraram a navegação entre
pessoas com acesso à internet em diferentes lugares. No Norte
a porcentagem chegou a 56,3%, enquanto no Nordeste chegou a 52,9%. Nessas
mesmas regiões, o uso da web residencial ficou em 34,1% e 40%,
respectivamente. Entre aqueles que, em 2008, acessaram a internet somente em um local (52,2% dos 56 milhões), 45,9% navegaram de suas residências, 29,5% de centros públicos de acesso pago, 12,1% do local de trabalho, 4,8% do estabelecimento de ensino, 0,8% de um centro público de acesso gratuito (como telecentro) e 6,9% de outro local. Idade A faixa etária do internauta está associada ao local de conexão, de acordo com a Pnad. As lan houses apareceram no topo da lista dos usuários com idades entre 10 e 17 anos, com 53,3%. Atrás delas ficaram os domicílios onde eles moravam, com 43,1%. A ordem foi diferente entre aqueles com mais de 40 anos: domicílio (78,6%) e local de trabalho (50,9%). Em
2008, o grupo de 15 a 17 anos foi o que apresentou maior percentual
de utilização da internet (62,9%), além de maior
aumento em relação a 2005 (quando somava 33,7%). O percentual
de usuários diminuiu com a idade, chegando a 11,2% entre as pessoas
com 50 anos ou mais (o grupo representa 24,8% da população
total, mas apenas 8% daqueles que acessaram a internet). O
rendimento per capta das pessoas que acessaram a web no trabalho foi
de R$ 1.523, enquanto o dos internautas domésticos ficou em R$
1.336 – os mais elevados. Os menores rendimentos per capta foram
os dos usuários de centros públicos de acesso gratuito
(825) e de lan houses (R$ 536). Motivo
de acesso A lista de finalidades de 2008 também incluiu leitura de jornais e revistas (48,6%), busca de informações e outros serviços (25,5%), compra ou encomenda de bens e serviços (15,4%), interação com autoridades públicas ou órgãos do governo (15,2%) e transações bancárias ou financeiras (13,1%). As mulheres consideraram mais do que os homens o uso da web para se comunicar com outras pessoas (84% para elas, 82,3% para eles). A segunda e terceira posições divergem entre os sexos: para elas o segundo principal motivo para usar a web eram educação e aprendizado (69,4%), enquanto para eles eram atividades de lazer (72,8%). Banda
larga Regionalmente, o Centro-Oeste tem a maior disseminação de uso exclusivo de internet rápida, sendo usada por 93,4% das pessoas (em 2005, eram 57,1% delas). Na contramão, a região Norte teve a menor proporção de usuários que se conectam somente via banda larga: 70,4% (40,5% em 2005). Sem
acesso Em relação a 2005, o percentual de pessoas que não navegavam porque não achavam necessário ou não queriam foi o que mais aumentou: subiu de 20,9% para 32,8% (no Rio de Janeiro, 45,1% dos desconectados apresentaram esse motivo). Por outro lado, houve redução no número de pessoas que disseram não acessar por não ter computador (de 37,2% para 30%) e entre aqueles que alegaram o custo elevado do PC (de 9,1% para 1,7%). Aqueles que não demonstram interesse na internet apresentaram idades médias mais elevadas (44,1 anos em 2005; 45,2 anos em 2008) do que aqueles que apresentaram outros motivos para não se conectarem. Entre os estudantes, a principal razão para estarem desconectados é o fato de não terem acesso a um computador (46,9%). Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2009/12/11/acesso-a-internet-quase-dobra-em-tres-anos-e-mais-da-metade-dos-brasileiros-ja-possui-celular.jhtm |
|
Acesso
à internet quase dobra em três anos e mais da metade
dos brasileiros já possui celular |
![]() |
Em três anos, o percentual de brasileiros que acessou ao menos uma vez a internet aumentou 75,3%, totalizando 56 milhões de usuários, na faixa etária de 10 anos ou mais. Além disso, mais da metade da população brasileira, 53,8%, já possui celular. Desse total, quatro entre dez pessoas usam o aparelho como único telefone pessoal, o que corresponde a 38,6 milhões de usuários.As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) sobre Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, divulgada nesta sexta pelo IBGE. Os dados chegam duas semanas após o anúncio do governo brasileiro sobre o Plano de Banda Larga Nacional, que pretende levar a internet rápida a metade de todos os domicílios no país até 2014. |
O levantamento mostra que a inclusão digital da população brasileira está crescendo, mas ainda revela desigualdades e, até mesmo, desinteresse – 32,8% das pessoas entrevistadas, do grupo dos que nunca acessaram a internet, dizem que não querem ou não acham necessário usá-la. No total, 104,7 milhões de brasileiros ainda não acessam internet. Brasileiros conectadosO acesso por banda larga duplicou nos últimos três anos. Dos que acessaram a Internet de casa, 80,3% o fizeram somente através de banda larga em 2008, frente aos 41,2% de 2005. As lan houses são o segundo lugar de onde os brasileiros mais acessam a rede, seguido do ambiente de trabalho. Entretanto, as diferenças regionais no uso da internet, independente do tipo de conexão, permanecem. A região Sudeste ainda tem o maior percentual de usuários (40,3%), seguido do Centro-Oeste (39,4%), Sul (38,7%), Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%). O Centro-Oeste se destacou no quesito banda larga: 93,4% dos usuários usam a internet rápida como principal forma de acesso. A boa notícia é que em todos os níveis de escolaridade foi observado aumento do acesso à rede, principalmente na camada da população com menor escolaridade, na qual o crescimento desse acesso foi mais intenso. Também houve mudança no principal motivo que leva as pessoas a usarem a internet: 83,2% usaram a rede em 2008 principalmente para se comunicar com outras pessoas – em 2005, o principal motivo era educação ou aprendizado, que caiu para o terceiro lugar em 2008. Celular
ganha importância Mas, apesar de mais da metade dos brasileiros já ter celular, a posse do aparelho ainda está relacionada à maior escolaridade e renda. As pessoas que tinham em 2008 celular apresentaram um número médio de anos de estudo superior (9,2) ao das que não tinham (5,2), e o percentual dos que possuíam celular é crescente com o aumento da faixa de rendimento. Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2009/12/11/acesso-a-internet-quase-dobra-em-tres-anos-e-mais-da-metade-dos-brasileiros-ja-possui-celular.jhtm |