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| O
Brasil tem uma favela de cachorros Publicado em 16/06/2010 às 00h05m por Zeca Amaral |
Existe uma favela de cachorro no Brasil. Ela fica em Caxias do Sul e foi criada pela organização “SOAMA”. Nesse morro eles construíram cerca de mil casinhas onde os cachorros abandonados vão morar. Natasha Oselame, relações públicas da ONG diz que lamenta que os animais tenham que viver nessas condições, mas que é o melhor que eles podem oferecer aos animais abandonados. Além dos cães que ali habitam, existem cerca de 200 gatos. Segundo Natasha, os custos são altos para manter os animais. Além dos gastos com veterinários e remédios eles gastam 13 toneladas de alimento por mês, o que faz com que a conta formada por doações de voluntários e uma ajuda da prefeitura de cerca de 20.000 reais raramente feche no azul. Recentemente a justiça condenou a prefeitura a revitalizar a chácara onde está a favelinha que abriga cerca de 1,8 mil animais.
fonte:
http://www.mundogump.com.br/favela-de-cachorro-no-brasil/ |
| A
doce vida de cão Eles têm plano de saúde, ofurô e até bufês para festas de aniversário. Além da roupa de grife. Publicado em 19/04/2010 às 01h11m por Zeca Amaral |
A
expressão vida de cão precisa ser revista. Já vai
longe o tempo em que o animal dormia numa romântica casinha de
cachorro feita de tábuas. Agora, existe a Pet Arquitetura, que
reforma a casa do dono para que ela se adapte à mascote. Roupinhas
compradas na pet shop da esquina? Nem pensar. Grifes de nome lançam
produtos especiais para os peludos, com preços que podem chegar
a R$ 1.200 por um casaquinho de couro (como o da foto ao lado). Se,
apesar disso tudo, o cão ainda estiver estressado, pode fazer
uma sessão de ofurô com sais relaxantes e sair com um belo
sorriso – perfeito, por causa de um aparelho ortodôntico
canino.
Com isso, o país é alvo de uma onda de lançamentos de produtos e serviços inusitados para cães. O desfile de utilidades – e futilidades – é imenso. E inclui um desfile literal. São Paulo sediará neste mês a Pet Fashion Week, que funciona nos mesmos moldes das semanas de moda de humanos. Animais sobem na passarela, junto com modelos, e mostram as novidades. Para agradar ao melhor amigo vale tudo. Até mesmo reformar a própria casa só para que ele fique bem. A arquiteta carioca Ana Flávia Ciuffo lançou a Pet Arquitetura, que promove reformas em pet shops ou no imóvel do dono para melhorar o ambiente para o cão. Até as lâmpadas são trocadas. “A temperatura dos cães é mais alta que a nossa, então você tem de usar lâmpadas mais frias”, diz ela. Por falar em temperatura, e se o coisinha bonitinha da mamãe tiver febre? O plano de saúde para animais cobre a consulta. “Tenho dois cães, e um deles é tão sapeca que já caiu da laje três vezes. Então decidi fazer o plano”, diz a analista de marketing paulistana Debora Kussonoki, de 24 anos, que gasta R$ 180 por mês com os dois. O brasileiro trata seu bichinho de estimação como se fosse da família. Uma pesquisa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal mostrou que 23% dos donos de cães permitem que o animal durma em seus quartos. O exagero pode fazer mal ao bicho. Chamado para acalmar os “pitis” de cachorros de celebridades como Will Smith e Oprah Winfrey, o adestrador mexicano Cesar Milan afirma em seu livro O encantador de cães que, para o cachorro, a família que o acolhe é sua matilha. Se ele é tratado como rei, concluirá que é... o chefe da matilha. E aí o bicho pega. O animal surta e, nesse caso, nem uma coleira de ouro vai conter seu ímpeto. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI134000-15201,00-A+DOCE+VIDA+DE+CAO.html |
| Como
fazer a higiene do cão Publicado em 15/04/2010 às 23h10m por Zeca Amaral |
Não
espere comentarem que seu cão mudou a cor do pelo ou que ele
poderia ser xará do Fedido dos livros "Querido Diário
Otário", para não falar no incômodo que a sujeira
causa no próprio cão - e ele vai querer resolver do jeito
que pode, se coçando, lambendo e mordendo, podendo até
se machucar.
A
pele canina tem potencial de hidrogênio (o famoso "pH")
menor que a humana e, portanto, menor acidez, necessitando de menos
banhos que a humana. Quer você mesmo lave o canino ou o envie
a uma pet shop para banho profissional, evite banhos em excesso, para
não ressecar ou amolecer demais a pele do bicho. Pelo mais curto
exige menos banhos; pelo longo bem escovado (bem escovado, ouviu?),
idem, e cães ativos que saem mais de casa precisam mais que os
sedentários. De modo geral, uma vez por mês é uma
boa média, e para cães de pele mais grossa pode bastar
um banho a cada quatro meses!
Lave
os olhos e ouvidos do bicho com algodão umedecido em soro fisiológico,
e o rosto com uma toalha úmida. Evite jogar água no rosto
do canino, para evitar risco de que entre água nos ouvidos, o
que pode causar infecções - e normalmente cães
não gostam de levar água na cara. Durante o banho, tampe
os ouvidos do peludo com algodão - mas evite pedaços muito
pequenos que possam sumir canal auditivo adentro, e não se esqueça
de tirar o algodão após o banho! Nunca é demais dar uma limpada no bumbum do cão, desta vez produtos humanos vão bem, como aqueles lencinhos pré-umedecidos para bebês. Após
o banho e entre os banhos Entre um banho molhado e outro, nada como "banhos secos" diários. O ideal é dar uma boa escovada diária no peludo, que funciona também como um carinho para ele e relaxamento para o escovador, que pode até "conversar" com o cão, exatamente como barbeiros e cabeleireiras fazem com clientes. Mais ideal ainda é fazer isso fora de casa ou com jornais sob o cão para recolher terra, poeira, pêlos soltos e o que mais aparecer. Como se vê, manter o canino limpo e feliz não é muito complicado e pode e deve ser um prazer para o bicho e o dono. O sucesso de Rita Lee não é bem assim, mas, sendo ela mesma amante de animais, ela há de concordar:"Que tal teu cão/depois de um banho de espuma?/O peludo contente, sorridente/sem sujeira nenhuma..." fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/s/15042010/48/manchetes-higiene-cao.html |
| Os
animais tem emoções? Será que ele realmente sente a sua ausência ou simplesmente não sabe ficar sozinho? Publicado em 14/04/2010 às 00h10m por Zeca Amaral |
| Chegar
em casa e ser recebido por um cão tão feliz que late e pula
pelas paredes e um gato que ronrona sob o cobertor nos dá a forte
sensação de sermos realmente a estrela do show e de que
nossos bichinhos de estimação estão decididamente
felizes em nos ver. Mas será que eles estão realmente expressando
felicidade? E será que isso ali no canto da parede é realmente
um sapato mastigado? O que será isso? O cachorro ficou bravo com
a minha saída?
Discutir a emoção animal é realmente complicado, mas tudo nos leva a crer que eles realmente têm emoções, apesar de alguns cépticos acharem que não. O debate que cerca o assunto deriva de duas principais complicações: um potencial para o antropomorfismo (o ser humano projeta as suas próprias características nos animais) e a dificuldade inerente ao estudo das emoções em espécies não humanas.
Aqueles que crêem, no entanto, normalmente opinam que os animais são capazes de sentir uma gama de emoções, como felicidade, tristeza, empatia, sofrimento, curiosidade, raiva, ansiedade e medo. Desta maneira, um cão desobediente que corrói tudo o que vê pela frente provavelmente não está tentando punir a pessoa que o deixou sozinho. Mas ele pode estar se sentido só e ansioso, e não sabe se comportar quando fica sozinho por muito tempo. As emoções podem ir além da necessidade social, ajudando os animais a se adaptarem a diferentes situações. Animais que vivem por conta própria não aprendem as sutilezas que existem ao estarem envolvidos com outros. Eles acabam interagindo muito mal quando são forçados a se socializarem mais tarde na vida. Além disso, muitos dos que defendem os animais terem emoções dizem que ao se comparar as porções do cérebro utilizadas pelas pessoas quando experimentam emoções como a raiva, por exemplo, com as porções do cérebro de um animal que sente essa mesma emoção, é possível verificar pontos de conexão correspondentes. A amídala é um bom exemplo, e é muito antiga em se tratando de evolução. Desta maneira, uma vez que nossos cérebros conectam-se de maneira semelhante aos dos animais no que diz respeito às emoções, a teoria é a de que realmente faz sentido que eles sintam algo semelhante a nós [fontes: Bekoff, Tangley - em inglês]. Mas se os animais, de fato, sentem emoções, até que ponto eles as experimentam, e será que existe alguma maneira de escalonar quais animais estão sujeitos a quais emoções? Se até mesmo pequenos insetos como os mosquitos forem capazes de sofrer, a sua próxima visita ao camping pode fazer com que você se sinta bastante culpado. Os elefantes, assim como os leões marinhos, gansos, ursos, macacos e alces parecem sentir muito a morte de um ente querido. Por outro lado, golfinhos, chimpanzés e ratos estão entre os mamíferos que gostam de brincar, aparentando realmente estarem felizes quando o fazem. fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/emocoes-animais.htm |
| Adote
um amigo Colunista dá dicas de cuidados a serem tomados ao adotar um animal Publicado em 11/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral |
| De
acordo com dados da ANFALPET (Associação Nacional de Alimentos
para Animais de Estimação), no Brasil existem cerca de 33
milhões de cães e 17 milhões de gatos. Dentre esses
animais, em São Paulo milhares são abandonados todos os
dias por seus donos, e recolhidos das ruas pelo governo para evitar a
propagação de doenças, que podem ser transmitidas
a seres humanos.
O recolhimento é feito pelos Centros de Zoonoses (SP), que, com a ajuda de ONGs, prepara os bichinhos apreendidos para quem quiser adotar. Os animais saudáveis passam por uma verdadeira transformação. Além do banho higiênico, eles são vermifugados, vacinados e muitas vezes castrados. Já os animais com doenças graves, casos de males ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis, como raiva e a leishmaniose, são sacrificados para que não sofram ou coloquem em risco a saúde de pessoas e de outros animais. De acordo com a Lei Feliciano, Lei n 12.916/08, em nenhum outro caso é realizada a eutanásia em São Paulo. Felizmente, muitos cães e gatos são adotados, evitando que peguem doenças e sejam sacrificados. É claro que a adoção de um animal não resolve o problema do abandono e da irresponsabilidade de muitos donos, mas é um grande começo e uma nova chance de vida para estes seres que se revelam fieis e grandes amigos. Ao adotar um bichinho abandonado, você ganha um amigo e salva uma vida. No entando, a prática requer muito cuidado e atenção, pois um animal dura em média de 10 a 15 anos. Por isso, quem deseja ter um pet, deve saber que não poderá adotá-lo se não tiver interesse ou condições de realmente permanecer com ele a longo prazo. Confira abaixo alguns cuidados a serem tomados ao escolher e/ou adotar um animal: 1. Se você mora sozinho, lembre-se que a rotina vai mudar. Se seu animalzinho for um cão, por exemplo, ele vai precisar passear ao menos uma ou duas vezes por dia. Gatos são animais mais independentes e podem ser uma boa opção para quem passa longos períodos fora de casa. 2. Qualquer que seja o pet escolhido, você terá gastos com banhos, vacinas, ração, ossinhos, etc. Tenha uma reserva mensal para os gastos no Petshop. 3. Se você mora com a família, converse com todos antes de chegar com um novo companheiro, pois ele ficará na casa com todos e necessitará de cuidados. 4. Você terá que educar o animal conforme as regras da casa: onde ele pode ir ou não, colocar limites e ter paciência nos primeiros meses para não devolvê-lo para o lugar onde foi adotado, pois isso causaria um trauma ainda maior no bichinho. 5. Quem mora em condomínio deve checar as regras antes de adotar um animal, evitando transtornos e, em casos extremos, a devolução do seu novo companheiro. 6. Se você tem outro bicho em casa, verifique se ele aceitará o novo membro da família. Às vezes é preciso contratar um especialista para ajudar nessa fase de adaptação. 7. Pense que, ao viajar, você poderá ter um gasto adicional, pois nem todos os lugares aceitam animais, e nesse caso terá que contratar uma pessoa para cuidar, passear ou então deixá-lo num hotelzinho. Quero adotar! Quem estiver disposto e de acordo com todos os tópicos acima poderá escolher o seu bichinho. Ao adotar, você fará um bem imensurável ao animal e terá um retorno na mesma medida. Em geral, os animais são dóceis, gratos, companheiros e compensam toda a série de cuidados que você terá que dedicar a eles. Se você se identifica com estas informações e está pronto para o seu novo pet, veja abaixo uma relação de sites sobre adoção de animais. Lembramos que para adotar é necessário apresentar cópias do CPF, RG e comprovante de residência em qualquer organização escolhida. Algumas instituições pedem entrevistas com os futuros donos. fonte: http://www.onne.com.br/lifestyle/materia/12407/adote-um-amigou |
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Como está a relação entre os humanos e seus bichos de estimação? |
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Quantas pessoas você conhece que não tem um cachorro ou um gato em casa? Talvez isto não seja evidente ou você não parou pra pensar no assunto mas segundo uma pesquisa da Radar Pet, cerca de 44% dos lares brasileiros abrigam cachorros, gatos e até mesmo os dois ao mesmo tempo, vivendo em harmonia com seus donos. A relação entre os seres humanos e seus bichos de estimação vem de longa data e a princípio era uma relação utilitária. Nos dias de hoje a realidade é bem diferente e esses bichos estão sendo tratados como verdadeiros membros da família. Tratados como filhos, muitas vezes os donos não conseguem impor a "educação" devida à seu animal e a consequência é, em alguns casos, semelhante aos problemas que se tem com adolescentes rebeldes. No século XIX, Charles Darwin, com a teoria da evolução, colocou a espécie humana como resultado de uma seleção natural, indo contra algumas teorias como a criação do homem por um ser superior. Apoiado nisso, Piter Singer, filósofo australiano, é totalmente contra o "especismo", defendendo a igualdade entre todos os seres existentes no universo. E issa igualdade já está presente no dia-a-dia dos brasileiros. |
A perda de um animal de estimação, para algumas pessoas, é tão dificil de superar quanto a perda de um familiar. Para termos noção da proporção em que se encontra esses fatos, basta sabermos que existem empresas que realizam velório e cremação de binhos de estimação. Segundo a Anfal Pet (fabricante de alimentos para animais de estimação) o Brasil é segundo país com maior número de animais de estimação, perdendo apenas para os EUA. São 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos. Afim de atender esse "mundo animal" existem no Brasil cerca 40 mil pet shops. Nos EUA existe uma companhia de viagens aéreas para binhos. Aqui no Brasil, cerca de 9 bilhões de reais são movimentados anualmente com produtos e serviços para animais de estimação. Segundo uma recente pesquisa realizada pela Comissão Animais de Companhia (Comac) esse animais tem entrado nos lares brasileiros por dois motivos: diminuição das famílias e crescimento do número de pessoas que moram sozinhas. A principal forma de comunicação entre o homem e seu cão é a expressão corporal. Entretanto, os animais são capazes de distinguir e responder até 165 palavras simples. Em uma experiência realizada aqui no Brasil, liderada por Cesar Ades e Alexandre Rossi, uma cadela vira-lata foi ensinada a utilizar um teclado para comunicar-se e indicar seus desejos como comer e dar um passeio. Segundo o pesquisador Stanley Coren, o abanar de rabo dos cães não significa alegria e sim que ele "aceita submeter-se ao ser humano desde que ganhe algo em troca". A educação de um cão é de responsabilidade de seu dono. Tanto quanto crianças eles precisam de limites. Números sobre o assunto:
- Nos EUA existem 93 milhões de cães e 77 milhões
de gatos de estimação; Dicas de especialistas: -
O cão não deve ganhar nada de graça - deve haver
uma troca por uma tarefa cumprida, como sentar-se; Fonte: Revista Veja, 22 de julho de 2009, páginas 86 à 90 |