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INFORMÁTICA - NOTÍCIAS


Japonês é acusado de criar vírus que infectou até 50 mil PCs
Publicado em 17/08/2010 às 08h00m por Zeca Amaral

Um japonês de 27 anos está sendo acusado de lançar um ataque de vírus no Japão capaz de destruir arquivos infectados e substituir seu ícone por desenhos de criaturas do mar. Acredita-se que entre 20 mil e 50 mil computadores no Japão podem ter sido infectados por um arquivo falso no Winny, uma rede de compartilhamento de arquivo peer-to-peer (P2P).

De acordo com o site japonês Asahi.com, o vírus Ikatako ("lula-polvo", em português) é acusado de ter sido trabalho de Masato Nakatsuji, que cumpre pena em regime semiaberto após um cometer um crime semelhante em 2008.

As vítimas relataram ter os ícones de seus arquivos substituídos por desenhos aparentemente de fabricação caseira de lulas, polvos e ouriços do mar. Os arquivos se tornaram inacessíveis, o que deve ter sido um resultado não intencional da infecção.

"Eu queria ver o quanto as minhas habilidades de programação de computadores melhoraram desde a última vez que fui preso", teria dito Nakatsuji para a polícia de Tóquio.

Recentemente, uma vítima do ataque declarou que 11 mil dos 64 mil arquivos em seu PC foram destruídos antes mesmo que a existência do vírus fosse notada.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/08/16/japones-e-acusado-de-criar-virus-que-infectou-ate-50-mil-pcs/


TV digital e Internet não serão concorrentes, diz assessor da Presidência
Publicado em 17/08/2010 às 08h00m por Zeca Amaral

Diferente das políticas adotadas nos Estados Unidos e na Europa, o modelo brasileiro de TV Digital não competirá com a internet. A declaração foi feita pelo atual assessor especial da Presidência da República André Barbosa. Segundo ele, enquanto outros locais do mundo adotam medidas para diminuir o serviço gratuito de televisão e estimular o uso pago, no Brasil essas tecnologias serão integradas.

“Os Estados Unidos e alguns países europeus têm, aos poucos, caminhado no sentido de pôr fim à comunicação aberta e gratuita. E acreditam que, no futuro, Internet e televisão se fundirão até se tornarem a mesma coisa”, declarou Barbosa,“ No entanto, nós não pensamos assim. O Brasil adotou uma posição diferente”.

Para o assessor, o modelo nacional incluirá uma nova tecnologia de forma convergente, buscando a inclusão digital.

“Broadcasting [TV] e banda larga [Internet] não são a mesma coisa. Uma coisa é você fazer uma conexão que parte de um ponto específico e vai para todos os demais pontos. Outra coisa é você conectar um ponto a outro. Essas tecnologias podem até assimilar recursos uma da outra, mas não têm como se tornarem a mesma coisa, até porque a internet não vai substituir a produção audiovisual das TVs, que têm por base o cinema”, disse ele.

Smartphones e Celulares

A partir de outubro deste ano, canais de TV a cabo poderão ser sintonizados de modo digital por smartphones e celulares. O serviço será oferecido pelas empresas Vivo, Claro, Oi e TIM e usará as redes 3G dos aparelhos. Os pacotes custarão cerca de 30 reais

O pagamento deste conteúdo poderá ser feito na conta telefônica ou via cartão de crédito, sendo que o processo pode ser feito no próprio telefone.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/08/16/tv-digital-e-internet-nao-serao-concorrentes-diz-assessor-da-presidencia/


Nova tecnologia pode deixar a internet até mil vezes mais rápida
Segredo do sistema, desenvolvido pelo MIT, é a substituição dos sinais elétricos por sinais ópticos, ampliando a velocidade.

Publicado em 01/08/2010 às 21h30m por Zeca Amaral

Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles, pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.

Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.

De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos. Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego. Esse processo consome tempo e energia.

Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.

“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia o MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.

No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros que esta nova tecnologia do MIT.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/07/26/nova-tecnologia-pode-deixar-a-internet-ate-mil-vezes-mais-rapida/


Consórcio elabora padrão para recarga sem fio de eletrônicos
Wireless Power Consortium vai criar normas para recarga com saída máxima de 120 watts; padrão para recarga de gadgets ficou pronto em 24/7.

Publicado em 01/08/2010 às 21h30m por Zeca Amaral

O grupo Wireless Power Consortium afirmou nesta segunda-feira (26/7) que começará a trabalhar em uma nova especificação de recarga sem fio, desta vez para computadores portáteis.

A organização desenvolverá uma especificação de recarga para energia média com uma saída máxima de 120 watts, segundo o presidente do grupo, Menno Treffers. Isso deverá ser suficiente para carregar, sem fios, dispositivos portáteis como notebooks e netbooks, afirmou Treffers.

Esse método de recarga sem fio se baseia em colocar os dispositivos recarregáveis em bases ou apoios que emitem a carga. Os aparelhos contam com bobinas que recebem a energia elétrica sem fios.

Cinco watts
O objetivo inicial do Consortium era garantir a especificação para dispositivos de baixa energia, segundo Treffer. No sábado (24/07), o grupo finalizou um padrão para até 5 watts de energia para carregar dispositivos como smartphones, fones de ouvido Bluetooth ou ferramentas elétricas.

O trabalho na nova especificação de energia média deve começar em breve, afirmou Treffers. Ele diz que dispositivos aderentes à especificação do Consortium terão o logo de certificação Qi.

A especificação de baixa potência levou 18 meses para ser concluída, e Treffers diz que ela será integrada inicialmente no formato de base, mas poderá ser integrada até em móveis, como mesas. A Energizer afirmou que lançaria uma base para carregar até dois dispositivos por cerca de 100 dólares e apoios de carga para iPhone e BlackBerrys entre 30 e 40 dólares.

No momento, existem múltiplas tecnologias de recarga sem fio e a padronização poderia evitar que os consumidores fiquem presos a uma única tecnologia, disse Treffers. “Se não padronizarmos, o volume desses produtos continuará crescendo. Padronizando, podemos colocar a tecnologia em todas as casas.”

Mercado
A consultoria iSuppli prevê que o mercado de recargas sem fio cresça rapidamente. Vendas de produtos que oferecem a tecnologia podem totalizar 3,6 milhões neste ano e crescer para 234,9 milhões até 2014, segundo relatório da empresa divulgado em junho.

A especificação de baixa energia está sendo distribuída para os membros do Consortium e será aberta a outras companhias a partir do dia 30 de agosto. Os produtos podem ser certificados por meio de testes em laboratórios independentes.

O grupo não está trabalhando em recargas sem fio por meio do ar porque a técnica não é eficiente, segundo Treffers. Também há preocupações como a exposição do corpo humano a campos magnéticos.

Entre os membros do Wireless Power Consortium estão Energizer. Fulton Innovation, ConvenientPower, Philips, Nokia, Research in Motion, Texas Instruments, LG Electronics, Verizon e HTC.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/07/26/consorcio-elabora-padrao-para-recarga-sem-fio-de-eletronicos/


Golpe de páginas falsas de bancos na web mais que dobra neste ano
Publicado em 19/07/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

O número de notificações de páginas falsas de bancos – golpe conhecido na web como "phishing" – apresentou um aumento de 136% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009. Na comparação com o trimestre anterior, o acréscimo foi de 47%.

Números do CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet, indicam, porém, que houve queda de 22% nos relatos sobre cavalos de troia - programas utilizados para furtar informações e credenciais de acesso a serviços online, em relação ao primeiro trimestre deste ano. Quando comparado aos números do mesmo período em 2009, não houve evolução.

O órgão ainda constatou aumento das notificações sobre ataques a servidores web, de 14%, frente ao trimestre anterior, e de 28%, em relação ao mesmo período de 2009.

Ameaças

As notificações de incidentes contabilizaram mais de 23 mil casos no segundo trimestre de 2010, o que corresponde a um crescimento de 16% frente ao trimestre anterior, mas a uma queda de 59% na comparação com 2009. "O maior responsável pela queda em relação ao segundo trimestre de 2009 foi a redução das notificações de eventuais quebras de direitos autorais, por meio de distribuição material em redes P2P (de compartilhamento de arquivos)", explicou a analista de segurança do CERT.br, Cristiane Hoepers.

Já em relação às atividades relacionadas à propagação de worms - vírus - foram recebidas quase 5 mil notificações, o que corresponde a um decréscimo de 19% em relação ao trimestre anterior e acréscimo de 36% em relação ao mesmo período de 2009.

fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/07/16/golpe-de-paginas-falsas-de-bancos-na-web-mais-que-dobra-neste-ano.jhtm


Quatro em cada dez mulheres online declaram-se 'viciadas em Facebook'
Publicado em 19/07/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

O chocolate acaba de ganhar uma forte concorrência: as redes sociais. Uma parcela significativa das mulheres que usam mídias sociais, como Facebook e Twitter, confessou ter viciado nesses serviços, revela uma pesquisa.

Mais da metade (57%) das mulheres entrevistadas disseram se comunicar mais por meio dos serviços online do que pessoalmente, e 39% delas - aproximadamente quatro em cada dez - se consideravam viciadas em Facebook, de acordo com um levantamento do Oxygen Media Insights Group, vinculado a uma empresa que tem foco em canais de televisão e sites web para mulheres.

Ainda segundo a pesquisa, 34% das entrevistadas entre 18 e 34 anos disseram que checar o Facebook é a primeira coisa que fazem de manhã, antes mesmo de escovar os dentes ou usar o banheiro.

A Oxygen Media encomendou a pesquisa à Lightspeed Research, que entrevistou mais de 1.600 usuárias de mídia social com idades entre 18 e 54 anos.

No meio da noite

Mais surpreendente foi descobrir que 26% das mulheres de 18 a 34 anos acordam no meio da noite para ler mensagens de texto e 21% confessaram verificar o Facebook durante a madrugada, destacou o relatório.

O levantamento revela ainda que 31% das pesquisadas disseram ser mais confiantes quando assumem suas personas online do que quando expostas à vida real. E 19% disseram que chegaram a discutir com seus parceiros sobre o tempo gasto em celulares e PDAs (assistentes pessoais digitais) - 37% de mulheres com idades entre 18 e 34 anos disseram já ter caído no sono enquanto usavam PDAs antes de dormir.

Este estudo tem muito em comum com outra pesquisa, efetuada com mil americanos e lançada em março, que mostrava que muitas pessoas pareciam beirar a obsessão em relação à troca de informações com amigos, famílias e colegas de trabalho.

O estudo da Retrevo Inc, uma loja de eletrônicos e site de análise de produtos, mostrou que 48% dos pesquisados disseram atualizar o Facebook ou o Twitter durante a noite ou assim que acordam. A empresa também descobriu que 19% das pessoas com menos de 25 anos atualizavam o Facebook e o Twitter a qualquer hora durante a madrugada.

Depressão online

Outro relatório, lançado no começo do ano pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, concluiu que as pessoas que gastam bastante tempo online tendem a sofrer mais com sintomas de depressão. Quando as pessoas começam a substituir a vida real e a interação face a face por conversas online em salas de bate-papo e em sites de rede social como Facebook e Twitter, há quase sempre um "imapcto sério em sua saúde mental", destacou o estudo.

No estudo da Oxygen Media, 42% das mulheres entrevistadas disseram não ver problemas em publicar fotos pessoais onde aparecem visivelmente bêbadas; ao mesmo tempo, 63% delas disseram usar o Facebook como ferramenta para networking profissional.

O estudo também detectou que, embora apenas 44% das mulheres de 18 a 34 anos disseram depositar confiança no Facebook em relação a suas informações privadas, 56% das usuárias do Twitter disseram não ver problemas em tuitar sua localização real.

fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/12/quatro-em-cada-dez-mulheres-online-declaram-se-viciadas-em-facebook/paginador/pagina_2

10 tecnologias que deveriam estar extintas (mas ainda vivem)
Publicado em 13/07/2010 às 09h30m por Zeca Amaral

Você tem uma mensagem urgente que precisa ser transmitida imediatamente? Enviar um telegrama provavelmente não é a primeira opção que lhe vem à mente. E quando é hora de sacudir o esqueleto, você provavelmente não corre para colocar uma fita no toca-fitas ou um LP no toca-discos.

Estas tecnologias serviram ao seu propósito por um tempo, e então evoluíram para formas mais baratas e rápidas ou simplesmente desapareceram. Ainda assim outras tecnologias - como as máquinas de fax, telefones fixos e câmeras instantâneas - simplesmente se recusam a morrer, apesar das alternativas digitais serem superiores.

Aqui estão as dez tecnologias que deveriam estar mortas e enterradas, mas que ainda se agarram a um fio de vida.

1. O Telégrafo

Embora a Western Union tenha enviado sua última mensagem telegráfica em 27 de janeiro de 2006, ainda é possível enviar telegramas. Durante o auge de sua popularidade, em 1929, mais de 200 milhões de telegramas foram enviados. Em 2005 este número tinha despencado para apenas 21 mil.

O serviço iTelegram assumiu a rede telex da Western Union, e agora pode ser acessado via Web. Para enviar uma mensagem de primeira classe em prioridade (com entrega no mesmo dia) de Nova Iorque para Los Angeles o preço é de US$ 25, mais 88 centavos de dólar por palavra (quem em sã consciência ainda envia telegramas?). A Western Union ainda existe, embora aparentemente seu principais clientes sejam golpistas nigerianos que tentam fazer com que os internautas lhes enviem dinheiro.

2. Máquinas de escrever

Na era do tablets e smartphones, as máquinas de escrever são como o carro de Fred Flintstone - estritamente para os moradores das cavernas. Ainda assim as pessoas as compram e usam. Em 2009, por exemplo, o departamento de polícia da cidade de Nova Iorque virou manchete quando decidiu gastar quase 1 milhão de dólares em máquinas de escrever, basicamente para poder continuar usando formulários com múltiplas cópias em carbono para o registro de provas.

O principal mercado das máquinas de escrever parece ser os romancistas esnobes que alegam que não conseguem compor em nenhuma tecnologia lançada depois que Hemingway bateu as botas. Prova: em dezembro passado a Olivetti Lettera 32 portátil do autor Cormac McCarthy foi vendida por 225 mil dólares em um leilão (acreditamos que o preço também incluiu um suprimento de um ano de corretivo). Os lucros foram doados para o Santa Fé Institute. Já McCarthy foi às compras e prontamente adquiriu outra máquina de escrever manual por US$ 20 para substituir o modelo antigo.

3. Máquinas de fax

Apesar dos avanços nos serviços de fax via internet e da disponibilidade de scanners pra lá de baratos, esta máquina de escritório vinda das profundezas dos anos 80 ainda está entre nós: mais de meio milhão delas foram compradas nos últimos 12 meses, de acordo com o NPD Group, empresa que faz pesquisas de mercado. E não só por pessoas que ainda usam ombreiras e compram discos da Cindy Lauper: estas barulhentas e irritantes geringonças continuam a atrair corretores imobiliários, de seguros, advogados e outros profissionais que não confiam na autenticidade de documentos sem que haja uma assinatura em tinta neles.

“Sua sobrevivência é em parte testemunho do fracasso da tecnologia de assinaturas digitais, que nos permitiria trocar cópias certificadas e documentos e contratos por e-mail”, diz Ross Rubin, analista do NPD Group. “Assim como acontece com as urnas eletrônicas, há um nível de ceticismo na sociedade quanto à viabilidade de documentos digitalmente certificados”.

E para o resto do público? “Esqueça elas”, diz Tom Adams, VP de Marketing da Protus, empresa responsável pelo serviço de fax online MyFax.

“Máquinas de fax são tão anos 80!”, diz ele. “Se você ainda usa uma, é hora de colocá-la no porão junto com suas polainas e aquela cópia em VHS de Clube dos Cinco e passar a usar um serviço de fax via Internet”.

4. Telefones fixos

De acordo com a mais recente pesquisa do National Center for Health Statistics, quase 25% dos norte-americanos trocaram seus telefones fixos por celulares. Outros 22 milhões usam um serviço de telefonia sobre IP como o Vonage como substituto. Ainda assim, isto deixa mais de 100 milhões de lares firmemente amarrados a uma linha fixa. Não duvido que muitas destas linhas estejam ligadas a máquinas de fax.

Talvez não haja nada mais “coisa de velho” que uma linha fixa. Apenas 5% dos adultos com 65 anos ou mais vivem em casas sem linhas fixas, segundo o NCHS - sem dúvida em parte porque os serviços de emergência ainda não são tão confiáveis em aparelhos móveis quanto no bom e velho telefone fixo. À medida em que este público se mudar para o grande jardim no céu, não tenha dúvida de que as linhas fixas vão junto.

5. Toca-discos

CDs e MP3 deveriam ter matado o bom e velho “long play” faz tempo. Em vez disto os discos de vinil estão durando mais que o Cauby Peixoto, e os toca-discos estão junto. Vendas de discos de vinil aumentaram no ano passado, de 1.9 milhões para 2.8 milhões de unidades, de acordo com pesquisas do Nielsen SoundScan, embora isso seja um pingo d’água em um oceano quando comparadas aos CDs (374 milhões) e músicas em formato digital (1.2 bilhões).

Hoje em dia é possível encontrar toca-discos digitais que são plugados ao PC e convertem os velhos “bolachões” em arquivos digitais para você carregar no iPod. Até que isso não é ruim, já que a vida fica melhor a 33 e 1/3.

6. Caixas registradoras

Apesar do surgimento de sistemas computadorizados de ponto de venda que podem acompanhar automaticamente seu estoque, identificar os produtos que mais vendem e seus melhores clientes e simplificar a contabilidade, milhares de lojas ainda confiam em algo que é basicamente uma gaveta com chave que sabe somar.

“As características básicas de uma caixa registradora não mudaram desde que ela foi inventada há 127 anos”, diz Tom Greenhae, fundador da CashierLive, uma empresa que fornece software de ponto de venda baseado na web. “Embora elas sejam movidas a eletricidade, ainda não podem dizer como anda seu estoque, e nunca poderão”. Computadores com software de ponto de venda são caros, o que explica porque a maioria das pequenas lojas ainda se agarra às caixas registradoras. Mas a tecnologia baseada na web veio para finalmente eliminá-las”.

Caixas registradoras básicas - e, vamos ser francos, o próprio dinheiro - são dinossauros analógicos em uma selva digital de transações financeiras. É hora deles sairem de cena.

7. Câmeras instantâneas

Como seus primos distantes, os romancistas esnobes, muitos fanáticos por câmeras rejeitam a tecnologia digital em favor do comforto das salas escuras e o aroma do fluido de revelação. Mesmo a venerável Polaroid Instant Photo está voltando ao mercado.

A companhia Polaroid original pediu concordata (pela segunda vez) em 2008 e teve seus ativos comprados em Abril de 2009 por uma holding privada. Esta nova firma lançou uma versão “requentada” da câmera OneStep (a Polaroid PIC 300) que usa filme instantâneo. Esta viagem nostálgica vai lhe custar US$ 90 pela câmera, mais 1 dólar por foto. A Polaroid até contratou a diva Pop Lady Gaga como “diretora criativa”. Se a Polaroid conseguir sobreviver à Lady Gaga, talvez ainda permaneça entre nós por um longo, longo tempo.

8. Discos ópticos

Disquinhos brilhantes de todos os tipos - CD, DVD e até mesmo Blu-ray - estão destinados a eventualmente seguir o mesmo caminho dos disquetes, Zip discs e outras variantes de mídia de armazenamento portátil rumo ao grande cemitério da tecnologia. Hoje em dia a maioria de nós obtém seu software via download e nosso entretenimento via streaming no aparelho que for mais conveniente. Ainda assim, os discos e drives permanecem.

“Dá pra baixar quase qualquer coisa hoje em dia, e fazer streaming do resto”, diz Rob Enderle, principal analista do Enderle Group. “Os preços de pendrives e cartões de memória despencaram, e não precisamos de mais que 64 GB (e dá pra colocar isso num iPod). Então porque não dizemos “hasta la vista” para os discos ópticos e finalmente adotamos algo mais leve, robusto e silencioso?”.

9. Tubos de imagem

A venerável “telinha” praticamente desapareceu de escritórios, salas de estar e prateleiras das lojas. Ainda assim, mais de 90 milhões de aparelhos com tubos de imagem (CRT - Cathode Ray Tube) foram vendidos no ano passado, diz um relatório do MIT - A maioria deles na Ásia e América Latina.

Porque? Eles são baratos, duráveis e- quem diria - em muitos casos ainda tem qualidade de imagem melhor que aparelhos com telas de LCD ou Plasma, de acordo com os especialistas em calibração de imagem da empresa DisplayMate.

Também há demanda por tubos velhos, pois o vidro revestido de chumbo é usado na fabricação de novos tubos.

10. Rádio CB

Embora não tão populares quanto na época em que Burt Reynolds era um astro, empresas como a Cobra Electronics e a RadioShack ainda vendem milhares de rádios CB (Citizen Band - Faixa do Cidadão) a cada ano.

Os mais velhos talvez se lembrem que o primeiro fórum de bate-papo da CompuServe se chamava “Simulador de CB”, e daí é possível traçar uma ligação direta com o bate-papo, mensagens instantâneas e clientes Twitter dos dias de hoje. Ainda assim, em uma era de comunicação contínua e onipresente rádios CB são uma relíquia, diz Jim Gardner, presidente da empresa de consultoria de marketing Strategy 180, que comprou seu primeiro rádio CB Cobra em 1977 e usava o apelido “Moonshiner”.

“Embora não seja 10-17 (urgente), minha 10-20 (posição) quanto a esse assunto é que, considerando que o pico no uso do CB coincidiu com as calças boca-de-sino, discoteca e carpetes laranja berrante, o surgimento dos rádios Push to Talk (por aqui mais conhecidos como “Nextel”) deveria ter enterrado este ícone dos anos 80 faz tempo”, diz ele. “Afinal, algumas conversas são melhores 10-21 (no telefone). 10-04, meu chapa?”

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/07/05/10-tecnologias-que-deveriam-estar-extintas-mas-ainda-vivem/


Guerra dos processadores: saiba como escolher a melhor CPU
Não sabe qual processador é o melhor para a sua máquina? Testamos os principais modelos no mercado para ajudá-lo a fazer a melhor escolha.

Publicado em 13/07/2010 às 09h30m por Zeca Amaral

Quando você estiver pesquisando a compra de um PC, não se contente com a recomendação padrão de um fabricante. Escolher o processador certo é uma decisão que deve ser levada a sério. E, com tantas opções no mercado, você precisa saber no que está investindo quando escolhe um chip para o seu micro. Selecionamos oito dos processadores líderes de mercado e fizemos uma bateria de testes para ajudá-lo em suas compras.

Mesmo depois de escolher uma fabricante como a Intel ou AMD, ainda há muito a fazer; cada linha de chips de cada empresa tem diferentes famílias com especificações e recursos. E você encontrará várias opções

Não é inteligente pensar que a frequência do processador, ou a velocidade que executa suas instruções, é um guia confiável para a escolha sobre os concorrentes. Embora isso possa ser verdade em alguns casos, a arquitetura de um chip pode turbiná-lo. Dependendo da fabricante e do modelo, uma CPU multicore mais “lenta” pode ser melhor que um processador aparentemente mais forte que foi dividido em menos núcleos – o caso de um quad core contra um dual core.

E isso é apenas o começo das confusões. Qual a importância do overclocking automático nas CPUs convencionais de hoje? Porque o índice de preço por desempenho parece ser mais cara no caso dos processadores Intel contra os da AMD?

São muitas questões confusas para qualquer um que não esteja familiarizado com as arquiteturas de processadores. Mas tudo bem: separamos oito exemplos clássicos – metade da AMD e outra metade da Intel – e fizemos testes com o WorldBench 6 para oferecer um guia que pode ser utilizado para entender suas escolhas e ajudar a escolher seu próximo processador. Todos os preços são os sugeridos pelos fabricantes, cotados em dólares. Preços no mercado nacional podem variar.

O ABC da CPU

Discussões sobre CPUs podem rapidamente se tornar cheias de termos técnicos. Aqui estão alguns dos mais comumente usados quando o assunto são processadores.

Cache: memória interna abrigada no mesmo "chip" que a CPU, usada para armazenar dados e instruções frequentemente usadas, o que reduz o tempo necessário para buscá-las na memória principal e acelera o desempenho do computador. Quanto mais, melhor.

Chipset: chips auxiliares que trabalham em conjunto com o processador, geralmente controlando o funcionamento de periféricos como placas de expansão, som, vídeo e interfaces de disco. É o "mediador" na conversa entre o processador e os outros componentes da máquina

Clock: a frequência de operação do processador, medida em hertz. Um hertz corresponde a um ciclo de operação por segundo, processadores atuais operam na casa dos gigahertz (bilhões de ciclos por segundo). Antigamente relacionada à velocidade do processador (quanto mais instruções por segundo, mais rápido o processador), mas hoje esta medida não é mais tão direta, como vocês poderão ver nos resultados dos testes abaixo.

Codinome: nomenclatura interna usada por uma empresa para identificar um produto antes que seu nome final seja definido. Pode ser usado para se referir a uma família de processadores (como "Gulftown" ou "Deneb"), uma microarquitetura (como "Nehalem", da Intel) ou uma plataforma (como a "Dragon", da AMD, ou "Skulltrail", da Intel).

Núcleo: é a unidade central de um processador, responsável pela execução das instruções que compõem os programas. Processadores modernos podem ter 2, 4, 6, 8 ou até 12 núcleos em um único chip.

Pastilha: a superfície física, feita de silício, onde um processador é fabricado. Tamanhos menores reduzem os custos de fabricação e o consumo de energia do processador.

GPU: Graphics Processing Unit, ou "Unidade de Processamento Gráfico". Responsável pela geração das imagens exibidas no monitor. GPUs modernas são otimizadas para a criação de gráficos poligonais e tarefas como a decodificação e reprodução de vídeo. Pode estar dentro do processador, no chipset ou em uma "placa de vídeo" separada.

Nanômetro: um bilionésimo de um metro. É a medida do espaço entre as conexões dos transistores em um processador. Atualmente o "estado da arte" é o processo de produção em 32 nanômetros.

Soquete: faz a interface entre o processador (encaixado no soquete) e a placa-mãe. Geralmente um único modelo de soquete é compatível com várias gerações de processador, até que mudanças no projeto elétrico ou físico dos chips exijam a criação de um novo soquete. Na hora de comprar um processador "avulso", é necessário verificar qual soquete sua placa-mãe usa para assegurar a compatibilidade.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/reviews/2010/07/08/guerra-dos-processadores/


Um cartucho reabastecido pode danificar sua impressora?
Conversamos com executivos e especialistas para saber se a economia vale a pena para seu bolso e seus trabalhos.

Publicado em 16/06/2010 às 00h30m por Zeca Amaral

Suponha que uma grande fabricante te vendesse um carro novinho por, digamos, 500 reais. Você até poderia pensar “Uau! Que ótimo negócio”. Mas haveria uma pegadinha: cada vez que fosse encher o tanque iria te custar 200 reais, e o combustível teria de ser comprado da própria montadora. Em pouco tempo, você teria gasto muito mais em combustível do que com a compra do automóvel.

Essa é uma situação muito parecida com a enfrentada por consumidores que utilizam impressoras de jato de tinta (inkjet). O aparelho é relativamente barato, mas os cartuchos são caros e acabam em pouco tempo. Para economizar tinta, você pode imprimir em menor quantidade ou resolução, mas por que não imprimir a mesma quantidade a um custo menor e ainda ajudar o meio-ambiente? Essa é a promessa feita por fornecedores de cartuchos remanufaturados e reabastecidos. Mas a pergunta é: eles cumprem essa promessa?

Você pode esperar que eu diga, “Cartuchos remanufaturados são uma ótima ideia – esqueça os avisos sobre sua baixa qualidade feitos pelas gananciosas fabricantes de impressoras. Você nunca vai notar a diferença entre os dois.”

Bom, eu não vou dizer isso. Na última semana eu conversei com executivos dos dois lados – um da HP (Hewlett-Packard) e outro de uma companhia que faz equipamento para produção de cartuchos remanufaturados. Eles foram muito acessíveis e pareceram bastante honestos, considerando que ambos estão no mesmo jogo.

Minha conclusão: você pode economizar cerca de 50% com cartuchos reabastecidos e entre 10% e 20% com cartuchos remanufaturados. Para muitos trabalhos rotineiros de impressão, essa é uma solução perfeitamente aceitável. No entanto, algumas impressões não terão um visual muito bom ou não vão durar por um bom tempo sem perder a cor. E existe a chance de que um cartucho insuficientemente remanufaturado ou reabastecido falhe, cause uma bagunça ou talvez até danifique sua impressora.

E a minha garantia?

Você pode se perguntar se usar um cartucho reabastecido ou remanufaturado vai invalidar a garantia da sua impressora. A resposta para essa pergunta é sim e não, segundo o executivo da HP, Thom Brown, que carrega o título de especialista em tecnologia de mídia e tinta.

O simples fato de usar o cartucho remanufaturado ou reabastecido não anula a garantia, ele explica. Mas – e esse é um buraco bem grande – se o cartucho em questão der problema e danificar sua impressora, você não está coberto.

A diretiva da Lexmark é parecida: “Reabastecer os cartuchos de tinta pode fazer com que eles vazem, dessa maneira, obstruindo ou até danificando a cabeça de impressão (print head). Qualquer dano causado a sua impressora por cartuchos reabastecidos pode não estar dentro da cobertura da sua garantia”, afirma a companhia em seu website.

A probabilidade de comprar um cartucho que arruíne sua impressora – ou ao menos, simplesmente não funcione – é difícil de ser calculada. Brown estima que um de cada três refis não possua o desempenho anunciado. (Ele não está afirmando que todos eles vão danificar sua impressora.)
Enquanto isso, Bill McKernney, CEO da InkTec Zone, que fabrica equipamentos utilizados para abastecer cartuchos, afirma que se deparou com apenas um caso em que um cliente afirma que sua impressora foi destruída e com poucas reclamações de refis com defeito.

E a qualidade de impressão?

Como muitas tecnologias, a impressão inkjet é muito mais complexa do que parece. Explicando de maneira simples, um cartucho possui um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento. As bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel. A composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão.

No linguajar das impressoras, rendimento (yield) refere-se ao número de páginas que um cartucho vai produzir. Os dois lados concordam que cartuchos reabastecidos tendem a render um pouco menos. Em parte, diz McKenney, isso acontece porque um cartucho reabastecido pode armazenar apenas cerca de 95% da quantidade de tinta de um novo. Como os cartuchos são (re)abastecidos inúmeras vezes, o rendimento vai diminuir um pouco mais. O cartucho padrão pode ser reabastecido pelo menos três ou quatro vezes antes de estar pronto para a lata de reciclagem.

Qualidade de impressão, no entanto, é um assunto para debate. O executivo da HP afirma que a diferença entre o cartucho produzido pela sua empresa e o de marcas mais baratas usados pelos consumidores de McKenney é substancial. “Tinta não é só tinta”, explica.

A HP produz diferentes tintas para diferentes tipos de impressoras e trabalhos de impressão. Pequenas variações na fórmula podem reduzir substancialmente a qualidade da impressão, segundo ele, e a companhia gasta uma boa quantidade de tempo e dinheiro para fazer do jeito certo. De fato, um cartucho recém-desenvolvido e sua tinta passam por cerca de mil iterações de testes antes de o desenvolvimento ser finalizado, informa Brown.
McKenney admite que tintas sem marca podem não produzir resultados tão bons quanto equipamentos originais para algumas aplicações mais sofisticadas, “mas você precisaria de um olho muito afiado para notar a diferença”, ele afirma.

Há dois anos, o laboratório da PC World testou cartuchos novos e reabastecidos e descobriu que “cartuchos de tinta terceirizados normalmente custam menos e muitas vezes renderam mais impressões do que seus rivais produzidos pelos fabricantes. Por outro lado, na maioria dos casos, nós confirmamos as alegações dos fabricantes de impressoras de que suas tintas originais produzem imagens com melhor qualidade.”

Quanto à qualidade dos próprios cartuchos, a pesquisa da PC World “tendeu a corroborar as alegações dos fabricantes de impressoras. Os cartuchos das marcas tiveram uma instalação consistente e rodaram sem nenhum problema, enquanto alguns suprimentos terceirizados funcionaram mal ou não funcionaram."

Aí está. Se você quer a melhor qualidade e não quer se preocupar com potenciais danos à sua impressora, use os cartuchos das fabricantes. Mas você provavelmente vai ficar bem – e terá mais dinheiro no bolso – se escolher comprar um reabastecido.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/06/08/um-cartucho-reabastecido-pode-danificar-sua-impressora/


Toshiba lançará notebook 3D em Julho no Japão
O produto estará à venda por 2,745 mil dólares. Ainda não existe data definida para a chegada do aparelho em outros países.

Publicado em 16/06/2010 às 00h30m por Zeca Amaral

A Toshiba está próxima de se tornar a primeira fabricante a lançar no mercado um notebook blu-ray com suporte a imagens em 3D, disse a empresa nesta segunda-feira (6/7).

O Dynabook TX/98MBL será lançado em julho no Japão e utiliza chips gráficos da fabricante NVidia em seu sistema 3D, que combina uma placas gráficas GeForce com um par de óculos ativos, com um acessório para enviar sinais responsáveis pela sincronia entre as imagens do óculos e da tela.

Os óculos active-shutter capturam imagem 60 vezes por segundo em sincronia com o conteúdo exibido na tela, que mostra imagens de 120 quadros por segundo, com quadros para o olho direito e esquerdo. Os óculos ainda ajudam a separar e direcionar o conteúdo para o olho correto. Desta forma, as imagens ganham sensação de profundidade.

O notebook da Toshiba tem uma tela de 15,6 polegadas, drive blu-ray com suporte para filmes 3D, um processador Intel Core i7-740QM e o chip GTS 365m, da GeForce, disse a Toshiba.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/06/07/toshiba-lancara-notebook-3d-em-julho-no-japao/


Nome do TSE é usado para inserir trojans no PC do usuário
E-mail faz uma suposta convocação de mesário para as próximas eleições e induz usuário a clicar em link para baixar vírus.

Publicado em 07/06/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Hackers têm usado o nome do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e uma suposta convocação de mesário para as próximas eleições, para tentar inserir trojans (cavalos de Tróia) nos PCs do usuário e com isso tentar roubar senhas bancárias e números de cartão de crédito.

Os criminosos enviam um e-mail intitulado "Convocação Mesário-GRE3416T" e seu texto interno sugere ao internauta conhecer o programa "Mesário Eleitoral", que incentivaria as pessoas a trabalhar nas próximas eleições. A seguir, a mensagem convida a vítima a clicar em um link relativo ao novo serviço, que traria um formulário do TSE.

No entanto, o que será baixado é um trojan desenvolvido para o furto de dados sigilosos. O código fica hospedado no site "tse.ag.gp", hospedado na Alemanha.

Apesar de possuir, de fato, um programa chamado Mesário Voluntário em seu site, o TSE informa que não manda e-mails convidando o internauta a conhecer o projeto. Além disso, o texto da falsa mensagem traz uma série de erros de português.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/06/04/nome-do-tse-e-usado-para-inserir-trojans-no-pc-do-usuario/


Livre-se dos incômodos do PC: dicas do Windows 7, Office e monitores
Saiba o que fazer quando a Microsoft muda um formato de arquivo, o Office fica insistindo para que você aceite um contrato de licença ou seu monitor vem com um cabo de vídeo qualquer.

Publicado em 07/06/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Algumas vezes os fabricantes de hardware e desenvolvedores de software fazem coisas estranhas, como incluir um cabo VGA com um monitor que deveria usar conexões HDMI, mudar um formato de arquivo ou insistir para que você aceite um contrato. Veja o que fazer.

Converta gravações de TV do Windows 7 para o formato DVR-MS

Apesar de alguns bugs incrivelmente chatos, a versão do Windows Media Center inclusa com o Windows 7 é sem dúvida a melhor de todas. Minha única reclamação é a mudança no formato dos vídeos gravados, do DVR-MS para o novo WTV.

O problema é que arquivos WTV são incompatíveis com as versões do Windows Media Center e Windows Media Player do Windows XP e Vista. Em outras palavras, se você quiser assistir a programas gravados em micros mais antigos da casa, "azar o seu".

Quer dizer, há um "jeitinho": a Microsoft colocou um conversor de WTV para DVR-MS escondido no Windows 7. Veja como usá-lo:

» Abra a pasta "Public Recorded TV".
» Clique com o botão direito no arquivo que deseja converter
» Escolha "Convert do DVR-MS Format"
» Espere.

O processo pode demorar entre 5 a 30 minutos, dependendo do desempenho de seu computador e duração do vídeo. Quando estiver terminado, você vai encontrar uma versão em DVR-MS do arquivo logo abaixo da versão em WTV: procure o arquivo com o sufixo -DVRMS adicionado ao nome. Agora é só copiar este arquivo para seu micro com o XP ou Vista e aproveitar. Ele deve tocar sem problemas.

Faça o Office parar de lhe pedir para aceitar o Contrato de Llicença

Um leitor recentemente me escreveu com um problema exasperante: ela instalou o Microsoft Office 2003 em seu micro novinho equipado com o Windows 7, e a cada vez que ela abre o programa, uma janela lhe força a aceitar o Contrato de LIcença do programa.

Tá bom, Microsoft, ela aceita! Ela aceita!

Não vamos nos preocupar em descobrir porque esse bug acontece (afinal de contas, é um produto da Microsoft...), mas vamos corrigí-lo. A solução também funciona no Windows Vista.

Abra o Windows Explorer e encontre a pasta que contém os arquivos executáveis do Microsoft Office (os programas, e não os atalhos). Em meu micro eles estão em C:\Arquivos de Programas (x86)\Microsoft Office\Office11. Encontre os executáveis dos programas que exibem o problema. Vamos usar o Outlook como exemplo.

Clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do executável do Outlook e escolha a opção "Executar como Administrador". O programa vai abrir e o contrato de licença vai surgir na tela. Aceite-o (será a última vez, prometo).

Feche o programa, aguarde alguns instantes e abra-o novamente do jeito com o qual você está acostumado, pelo atalho no Menu Iniciar ou no Desktop. Pronto! Nada mais de contrato!. Repita o processo para quaisquer outros programas que exibam o mesmo problema.

Escolha entre conexões VGA, DVI e HDMI para seu monitor

Um leitor recentemente comprou um computador Dell que veio com um monitor LCD de 21.5 polegadas. Embora esse monitor tenha entradas VGA, DVI e HDMI, a caixa continha apenas um cabo VGA - mesmo que as instruções de instalação recomendassem uma conexão DVI ou HDMI! Ele quer saber o motivo, e se vale a pena comprar um outro cabo.

Vou começar respondendo à segunda pergunta

Recomendo sim usar um outro cabo para conectar seu monitor ao seu PC. Entretanto, você não precisa se preocupar com cabos HDMI a não sr que esteja planejando assistir a filmes em Blu-ray (se seu PC tiver uma saída HDMI e um leitor de Blu-ray). Mesmo nesse caso, uma conexão DVI suporta o protocolo HDCP, necessário para exibição de conteúdo "protegido" no PC. Mas HDMI é a melhor opção se você pretende conectar seu PC a uma TV de alta definição.

Eu escolheria um cabo DVI. Ele lhe dará sinal digital perfeito (VGA é analógico) e uma imagem muito mais nítida em resoluções mais altas. Seu monitor Dell ST2210 tem uma resolução nativa de 1920 x 1080 pixels, que é a que deve usar. Não se preocupe pois o cabo não vai custar uma fortuna: ele pode ser facilmente encontrado em sites de comércio eletrônico por cerca de R$ 50. Fuja dos cabos "profissionais" e "banhados a ouro" que podem custar mais de R$ 300: eles não tem vantagem nenhuma.

Mas voltando ao assunto, porque a maioria dos monitores vem apenas com um cabo VGA? VGA é o tipo de conexão de vídeo mais comum em todo mundo, e portanto os cabos, produzidos em larga escala, são baratos. Os vendedores poderiam incluir no pacote também um cabo DVI, mas aí pelo menos um deles seria desperdiçado.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/07/04/livre-se-dos-incomodos-do-pc-dicas-do-windows-7-office-e-monitores/


Veja o que você deveria saber sobre sua reputação online
Rastros digitais em redes sociais têm sido cada vez mais examinados por potenciais empregadores e financeiras

Publicado em 02/06/2010 às 00h52m por Zeca Amaral

As redes sociais - e o conceito mais amplo de privacidade online - têm sido alvo de intenso debate nas últimas semanas.

A voracidade de indexação da Google sobre tudo que há na internet e as regras de privacidade do Facebook – a maior rede social e o site número um em visitas (de acordo com a Google) - têm feito muitos usuários pensarem duas vezes sobre as informações pessoais que publicam na internet.

No entanto, sua reputação online pode estar sendo usada de modos que você desconhece, e isso pode sair caro.

Não é que todos devam necessariamente se preocupar. Mas é aconselhável prestar atenção nas pessoas com as quais nos conectamos online, e o que elas dizem. Não, o Big Brother não está olhando, mas potenciais empregadores, bancos e financeiras estão.

Cada vez mais sua reputação online se torna um fator decisivo na hora de conseguir um emprego ou aprovar um financiamento. Empresas também deixam rastros digitais: a reputação online das pessoas jurídicas pode influenciar acordos com distribuidores ou parceiros, ou afetar até a saúde financeira do negócio.

Perfil consolidado
Empresas e financeiras têm utilizado serviços como os da Rapleaf, uma empresa de San Francisco (EUA) com foco em monitoração de mídia social. A Rapleaf varre a web para compilar suas atualizações de status, tweets do Twitter, organizações online às quais se filiou, sites aos quais está ligado e os comentários que você publicou, e converte tudo isso em um perfil único que ela chama de gráfico social.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/31/veja-o-que-voce-deveria-saber-sobre-sua-reputacao-online/

Interatividade chega à TV Digital aberta no celular
Iniciativa da LG, em parceria inicial com a Rede Globo, possibilitará ao torcedor brasileiro interagir com a programação durante a Copa do Mundo.

Publicado em 02/06/2010 às 00h52m por Zeca Amaral

A LG anunciou nesta terça-feira (1/6) a disponibilidade do recurso de interação para os celulares TV Phone GM600, da série Scarlet II, disponíveis no mercado há mais ou menos um mês, nas grandes operadoras. Usuários que já compraram o aparelho nesse período poderão fazer o upgrade do software para interatividade por meio de download na web.

A aplicação de interatividade segue o padrão Ginga (que permite ao aparelho ostentar a selo DTVi) e será transmitida pelas emissoras para os aparelhos. A da aplicação interativa da Rede Globo foi usada para demonstração durante o anúncio, mas a LG garante que já trabalha com outras emissoras também.

Durante a Copa do Mundo, por exemplo, a emissora tem disponível o nome e posição dos jogadores escalados do jogo que está sendo transmitido, além de exibir o resultado dos jogos anteriores e a tabela completa da Copa. Importante frisar que essa característica é transmitida pela emissora de TV em conjunto com o sinal de TV digital e, portanto, não existe nenhum custo para o consumidor.

Mas entre as possibilidades de interação está a realização de enquetes que fazem uso do canal de retorno. No caso da Globo, por meio do envio de SMS, acionados por botões inseridos na própria aplicação (repare na foto o ícone em vermelho). Nesse caso, a cada uso, a aplicação dá um aviso alertando sobre a cobrança do envio e seu valor, que pode variar de operadora para operadora.

O aparelho é o terceiro modelo com recepção de TV Digital (padrão 1-Seg) vendido pela LG no mercado brasileiro. Custará R$ 700 em média, dependendo do plano de cada operadora, e se posiciona entre os dois modelos anteriores: o Scarlet 3G e o GM630. O GM600 Scarlet II utiliza rede padrão EDGE, tem tela de três polegadas sensível ao toque, possibilidade para captura e gravação de 10 horas de vídeo, câmera de 3,2 megapixels e som Dolby Mobile. A LG tem plano de levar interatividade a um a um aparelho 3G, mais caro, ainda este ano.

Nesse momento, a intenção da operadora foi ter um terminal mais barato, para massificar o uso, aproveitando o grande interesse do brasileiro pela Copa. A expectativa da LG, segundo o gerente de produtos Rodrigo Ayires, é de que o GM600 Scarlet II passe a ser o campeão de vendas da empresa nesse segmento de aparelhos com recepção de TV Digital. A partir deste mês, o celular interativo estará disponível em praticamente 75% dos pontos de venda trabalhados pela LG.

Nas contas da LG, o Brasil chegou ao fim de 2009 com 1,5% dos celulares vendidos no país já com recurso de recepção de TV Digital. O índice deve chegar a 5% até o fim deste ano. E, em 2014, a previsão da fabricante coreana e a da TV Globo é a de que mais de 30 milhões de brasileiros vejam a Copa do Brasil nos seus telefones.

Para Raymundo Barros, diretor da Central Globo de Engenharia em São Paulo, " o lançamento de hoje demonstra que, agora, a cadeia de mercado da interatividade está completa, com o aplicativo, o terminal de recepção e o canal de retorno". Afirma ainda que vários outros modelos de negócio já estão em negociação com as operadoras de telefonia celular, incluindo o uso de pacotes de dados. Entre eles, a possibilidade de ver, sob demanda, a cena mais marcante do capítulo da novela na noite anterior. "Nesse caso, diferente do que acontece com o sinal da TV digital, o vídeo vai trafegar pela rede da operadora", afirmou

É apenas uma questão de tempo.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/06/01/interatividade-chega-a-tv-digital-aberta-no-celular/


Guia de manutenção do computador para preguiçosos
Dicas simples para deixar em dia a manutenção do seu PC com atualizações automáticas de aplicativos e cópias de segurança dos arquivos.

Publicado em 26/05/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Como você deve saber, a coisa certa a se fazer é sempre manter um backup (cópia de segurança) dos seus arquivos, e os seus aplicativos e antivírus sempre atualizados. Infelizmente, você é – falando francamente – muito preguiçoso para realizar essas tarefas com a periodicidade desejada ou para procurar por programas que fariam isso automaticamente. Como eu sei disso? Porque… nós temos muito em comum.

Mas não é preciso se reinventar para ter controle sobre as coisas. Aqui vão alguns truques que você pode usar para manter em dia a manutenção do seu computador sem suar muito.

Destrinche o Windows XP

Se você ainda utiliza o Windows XP, seu sistema operacional espera que você desempenhe algumas tarefas de manutenção a mais do que as versões mais recentes do Windows.

Desfragmentar seu disco rígido, por exemplo, é algo que pode ser agendado automaticamente no Windows 7 e no Vista, mas que precisa ser feito manualmente no XP (clique com o botão direito do mouse sobre o nome do drive em Meu Computador, selecione Propriedades, Ferramentas, e escolha Desfragmentar agora).

Infelizmente, o Windows 7 não é gratuito – a Home Edition custa US$100 atualmente – e mesmo sendo o melhor sistema operacional da Microsoft que já usei, pode estar fora do seu orçamento. Além disso, se você está em um computador antigo, batalhar no processo de melhoria do hardware e atualização do software pode não valer a pena.

Por outro lado, desfragmentar um HD (disco rígido) de 1TB não rende os mesmos benefícios de performance que realizar a mesma operação em um HD menor e mais lento. Então, assumindo que o seu computador é novo o suficiente para ler este artigo, você provavelmente pode adiar a desfragmentação.

Backups preguiçosos com Dropbox

Nós temos muitos artigos “como fazer” que explicam diferentes estratégias e planos de backup; mas se drives externos e a idéia de cópias exatas (as chamadas imagens) de drives fazem os seus olhos virar, eles não vão te ajudar. Em vez disso, pense sobre o que há no seu PC que você sentiria falta se perdesse.

Por exemplo, se você possui fotos insubstituíveis em seu computador que precisam de backup, mas você não quer desperdiçar o tempo ou dinheiro exigidos para salvá-las em um DVD ou drive externo, considere a ideia de armazená-las em uma conta no Flickr, um álbum na Web do Picasa, ou até um álbum do Facebook ou Orkut.

Todas essas opções são gratuitas (apesar de alguns serviços cobrarem mensalmente por armazenamento ou upload além de um limite especificado), e todas possuem funções de auto-upload para manter o backup de fotos em curso. Os usuários do Picasa podem fazer isso automaticamente com os Web Albums do programa, enquanto os usuários do Flickr e do Facebook devem conferir, respectivamente o Foldr Monitr for Flickr e o LiveUpload to Facebook.

Quando o assunto são os documentos, os itens principais que eu quero fazer backup são meus documentos relacionados a trabalho, por isso eu não preciso comprar terabytes de armazenamento. Na verdade, eu nem preciso comprar um pen drive USB. Eu simplesmente me cadastrei para uma conta no Dropbox Basic – que dá aos usuários 2GB de armazenamento online grátis – e copiei toda a minha pasta de trabalho para ele.

No entanto, isso nem sempre funciona, porque eu tenho um punhado de imagens de alta-resolução espalhadas entre os documentos Word, e elas consequentemente usariam todo meu espaço livre na conta Dropbox. Em vez de gastar cerca de US$ 10 por mês para aumentar meu espaço, eu periodicamente faço uma busca rápida por cada arquivo Word no meu HD (ao buscar por *.doc) e arrasto os documentos maiores para uma segunda pasta no Dropbox. Se você possuir outras pastas em seu disco rígido que deseja sincronizar com o Dropbox sem realocá-las, simplesmente pegue o Dropbox Folder Sync.

Além disso, uma vez que o Windows trata o Dropbox como qualquer pasta em seu sistema de arquivos, você poderia criar um arquivo batch com alguns comandos básicos de DOS para automatizar esses processos de busca e cópia.

Atualize tudo automaticamente

Você pode não se importar o suficiente sobre correções de bugs e recursos menores para manter atualizados todos os aplicativos do seu disco rígido, mas você vai precisar manter atualizados o Windows e mais alguns aplicativos importantes (como seu browser, seu leitor de PDF, e seu pacote office) afim de evitar problemas feios de segurança. Felizmente, é possível fazer com que todos esses aplicativos sejam atualizados automaticamente.

Comece abrindo o Windows Update no Painel de Controle (Control Panel). Clique em Alterar configurações (Change settings), e selecione a opção Instalar atualizações automaticamente (Install updates automatically). Se você não possui o Microsoft Update instalado, apenas as atualizações do Windows serão baixadas automaticamente; por isso se você tem outros aplicativos da Microsoft instalados vai precisar do Microsoft Update.

Todo navegador que se preza possui algum tipo de função de atualização automática, por isso o seu browser já deve estar coberto. A Microsoft entrega as atualizações do Internet Explorer por meio do Windows Update, enquanto o Chrome recebe as suas "por debaixo dos panos"; para saber qual versão você possui do navegador do Google, clique no ícone da chave de boca no canto superior direito da barra de ferramentas e selecione Sobre Google Chrome (About Google Chrome); se a sua versão for antiga, a caixa de diálogo deve te dar a opção para atualizar.

A exemplo do Chrome, o Firefox lida internamente com suas atualizações. É possível assegurar que você vai receber os lançamentos mais recentes da Mozilla ao abrir Ferramentas, Opções, Avançado, Atualizações (Tools, Options, Advanced, Updates) e marcar a opção Receber e Instalar atualização automaticamente (Automatically download and install). As atualizações do Safari são feitas por meio do Apple Software Update, que normalmente é instalado junto com o navegador. Se ele não rodar automaticamente, abra-o e vá em Editar, Preferências, Agendamento (Edit, Preferences, Schedule), onde você pode selecionar a frequência de atualização.

Depois, você vai querer manter o Adobe Acrobat em dia, porque ele é um alvo popular para malware (pragas virtuais). É possível ajustar a atualização automática ao selecionar Editar, Preferências, Atualizador. Marque a opção Instalar e atualizar automaticamente (Edit, Preferences, Updater e marque a opção Automatically update and install).

Além disso, vá em JavaScript (no canto esquerdo da janela de Preferências) e desmarque a opção Habilitar JavaScript (Enable JavaScript). Uma vez que o JavaScript é um vetor de ataques comuns de malware (praga virtual), seu sistema estará mais seguro dessa maneira (sempre é possível reabilitá-lo para arquivos PDF específicos que você julgue seguros).

Neste ponto, todos os seus aplicativos essenciais estão ajustados para serem atualizados automaticamente. Mas por que parar aqui? Pegue o Update Checker do FileHippo.com, um aplicativo gratuito que realiza uma varredura em todos os aplicativos do seu computador, verifica suas versões em sua base de dados, e te aponta links de download de novas versões de todos os que precisam de atualização.

Antivírus sem complicação

Uma coisa que você não pode ficar adiando é seu programa antivírus.Os pacotes principais possuem suas próprias funções de atualização automática; elas são essenciais para manter seu sistema armado com as mais recentes defesas contra malware.

Uma vez que você tenha um pacote de antivírus decente, não será necessário muito trabalho adicional para ficar seguro – apenas não clique em links duvidosos ou abra arquivos anexos questionáveis. Além disso, tenha certeza de que seu provedor de e-mail não exiba automaticamente imagens externas, e cole links no Google antes de clicar neles, para confirmar que são legítimos.

Para verificar URLs encurtadas (geradas por sites como o TinyURL), pegue um script do Greasemonkey chamado Untiny para checá-las antes de clicar nelas.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/05/24/guia-de-manutencao-do-computador-para-preguicosos/


Netbooks: coisas que você precisa saber sobre eles
Descubra o que os profissionais de TI acham da praticidade, dos recursos e das limitações desse tipo de aparelho

Publicado em 26/05/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Netbooks são laptops pequenos e de baixo custo, caracterizados por telas que medem entre 7 e 12 polegadas e práticos para os usuários interessados em ver os e-mails, navegar na web e utilizar aplicativos online. Fabricantes como Hewlett-Packard (HP), Dell, Acer, Sony e Lenovo já têm modelos desse tipo. Os aparelhos tem sido vendidos, principalmente, para nichos de mercado, como estudantes à procura de um aparelho leve e acessível.

Portáteis, mas para funções específicas

As empresas também estão usando os netbooks, diz o proprietário e CTO (Chief Technology Officer) da Guidance Solutions, Jon Provisor. Para ele, os aparelhos são acessíveis em viagens e apresentações e diz que cerca de 15%, de sua equipe de desenvolvimento de aplicativos móveis, usam os aparelhos. "O que é mais atraente é o preço e a portabilidade", disse Provisor. "No entanto, o poder de processamento, o tamanho da tela e outras limitações têm nos impedido de implementá-los para toda a nossa equipe de desenvolvimento."

Baratos

Investir é fácil. "Alguns estão disponíveis por menos de 250 dólares nos Estados Unidos (e por menos de mil reais, no Brasil), tornando o netbook um investimento barato", destaca o presidente da Endpoint Technologies Associates, Roger Kay. Ele observa, por exemplo, que a NPR deu netbooks aos jornalistas para que eles pudessem editar áudio e notícias em tempo real. Os repórteres não precisam de aparelhos caros ou decorativos, e se eles quebrarem, podem facilmente ser substituídos. "É literalmente um aparelho de única aplicação. Não importa se ele quebra", diz Kay.

Bons de bateria

Um outro detalhe importante é a vida útil da bateria que é maior do que de um laptop comum, por exemplo. No entanto, o aparelho tem um desempenho lento, diz o diretor do serviços de informação do Hospital Gibson General, de Indiana, Steve Rausch.

Ele não é um notebook...

O hospital adquiriu dois netbooks, mas optou por não utilizá-los após poucas semanas. "Se você vai usá-lo como um notebook, você deve comprar mesmo um notebook", diz Rausch. "Agora, se você quiser verificar seu e-mail, tudo bem, mas você pode fazer isso com seu smartphone".

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/25/netbooks-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-eles/



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Bradesco e Vivo lançam conta corrente integrada ao celular
Usuário pode converter mensalidade em bônus para usar em ligações locais, SMS e navegação na Internet. Claro lançará mesmo serviço em junho

Publicado em 22/05/2010 às 01h00m por Zeca Amaral

O Bradesco e a Vivo acabam de anunciar, em evento realizado hoje, 18/5, em São Paulo, o serviço “Conta Bônus Celular”, que permite ao cliente do banco, dono de uma dessas contas -- com mensalidade de R$ 11,00 a R$ 16,00, de acordo com a cesta de serviços _ converter o valor da mensalidade em ligações de celular.

"No fundo é uma conta gratuita, já que o valor é revertido 100% para o celular", diz Cândido Leonelli, diretor executivo do Bradesco.

Os créditos são convertidos em sistema de pré-pago e o cliente da Vivo é avisado por SMS de que o bônus está disponível. assim que o débito da mensalidade da conta é computado. Esse valor vira créditos, válidos por 30 dias para ligações locais, mensagens de texto ou mesmo navegação na Internet.

O objetivo do Bradesco é a inclusão bancária, de olho nos usuários da Vivo, operadora que conta com mais de 53 milhões de clientes. Mas correntistas antigos do banco, que queiram migrar para a nova modalidade de conta, também terão esse direito.

Já a Vivo passa a contar com mais de 30 mil postos de atendimento do banco (21,2 milhões de correntistas), que a partir de hoje oferecem o novo serviço.

Para a abertura da conta, basta ter RG, CPF e comprovante de residência.

Claro na mesma toada da concorrência

No entanto, a Vivo não é a única operadora a firmar acordo com o Bradesco. A Claro também acaba de confirmar que oferecerá serviço semelhante junto ao banco a partir de junho.

Segundo a Claro, clientes do segmento Varejo, correntistas e novos correntistas do banco poderão adquirir o plano chamado “Cesta Celular Bradesco”, com exclusividade. Ele poderá ser adquirido somente nas agências, por R$ 16. E no Bradesco Expresso e nas unidades do Banco Postal – localizadas nas agências dos Correios - o mesmo serviço sai R$11. Os correntistas poderão registrar apenas um número de telefone por conta corrente. O bônus será creditado no celular em até quatro dias, após a confirmação do débito da taxa na conta corrente.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/18/bradesco-e-vivo-lancam-conta-corrente-integrada-ao-celular/

Google anuncia Google TV
Aparelho integrará "o melhor da web com o melhor da TV" em uma "experiência única"

Publicado em 22/05/2010 às 01h00m por Zeca Amaral

Durante o evento para desenvolvedores Google I/O em San Francisco, na Califórnia, a Google apresentou um novo produto que combina "o melhor da web com o melhor da TV" em uma "experiência única". É a Google TV.

Segundo Rishi Chandra, Gerente Sênior de Produtos da Google, a empresa tem quatro objetivos com seu novo produto: permitir que o usuário perca menos tempo procurando conteúdo e passe mais tempo assistindo, permitir que o usuário controle o que assiste, tornar o conteúdo disponível mais interessante e transformar a TV em algo "mais que TV".

A Google TV não será um aparelho de TV, mas sim uma "caixinha" ligada à sua TV, sintonizador de cabo e aparelhos já existentes e produzida por parceiros da Google, assim como empresas como a Motorola ou Sony-Ericsson produzem smartphones com o sistema operacional Android.

Web e TV juntos

Em uma apresentação prejudicada por alguns problemas técnicos ("vamos mudar para a outra caixa" foi uma frase frequente), Chandra demonstrou os recursos do novo produto. Toda a experiência é centrada em uma caixa de buscas unificada (quick search box), que mostra entre os resultados tanto conteúdo na TV quanto da web.

Se o resultado de uma busca for um programa sendo exibido em um canal, por exemplo, a Google TV automaticamente muda para o canal correspondente. Se for um site, ele aparece em tela cheia, exatamente como seria visto em um PC.

Também é possível assistir TV em uma pequena janela no canto da tela (PIP - Picture in Picture) enquanto navega na web. Este modo é útil para conferir o desempenho de um time no campeonato, por exemplo, enquanto se assiste ao jogo. Um sistema de marcadores (bookmarks) unificado permite marcar não só sites, como também canais de TV.

Com a integração da TV com a Web, "saltamos de 250 para mais de um milhão de "canais" disponíveis", diz Chandra, referindo-se aos inúmeros sites com conteúdo em vídeo disponíveis na web.

Hardware e Software

A Google TV poderá ser integrada em TVs, Blu-ray Players ou "set-top boxes" separadas. O hardware terá integração com os aparelhos já existentes via HDMI, conexão de banda larga à internet e um "processador poderoso", combinado a um chip para gráficos 3D e outro processador especializado para auxiliar a reprodução de vídeo em alta definição. Além de teclados e mouses sem fios, a Google TV também poderá ser controlada a partir de um smartphone Android, inclusive com comandos de voz.

A especificação técnica do protocolo de comunicação entre a Google TV e os controles será pública, para que desenvolvedores possam criar seus próprios controles remotos e integrar o sistema a seus aplicativos.

A Google TV será baseada no sistema operacional Android, combinada ao navegador Google Chrome e o Adobe Flash Player 10.1. A Google TV terá acesso ao Android Market, e poderá rodar qualquer aplicativo Android disponível, desde que ele não exija acesso a hardware específico de um telefone. Segundo a Google, todo o código-fonte, tanto do sistema operacional como do navegador, será Open Source.

A Sony irá produzir uma linha de TVs e Blu-ray Players equipados com a Google TV, e a Logitech irá produzir set-top boxes e uma linha de acessórios. Todos os produtos serão baseados no processador Atom, da Intel. Os primeiros produtos com a Google TV devem chegar ao mercado no final deste ano, com preços ainda não definidos.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/20/google-anuncia-google-tv/


Lei de reciclagem muda hábitos de empresas e consumidores
Marco regulatório de sustentabilidade alinha Brasil a normas internacionais e pressiona empresas a adotarem práticas de coleta e descarte

Publicado em 17/05/2010 às 01h00m por Zeca Amaral

A questão ambiental está deixando o plano da conscientização para virar lei no Brasil. Após 19 anos de tramitação, o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que determina a responsabilidade de toda a cadeia produtiva sobre o processo de coleta, reciclagem e restituição dos descartes sólidos ­ incluindo eletroeletrônicos -, foi aprovado na Câmara dos Deputados em março, segue para o Senado e deve entrar em vigor até o início de 2011. Este processo pode ser acelerado com a intenção do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) em estabelecer uma resolução similar, bem como com iniciativas do Estado de São Paulo para começará a definir metas para o descarte de lixo eletrônico.

Em um País que registra mais de 10 milhões de microcomputadores vendidos ao ano e que possui 179 milhões de celulares habilitados, com um índice de renovação de aparelhos a cada 18 meses, não é surpreendente que o potencial de geração de lixo eletrônico tenha chamado a atenção da Organização das Nações Unidas (ONU).

A explosão de consumo das nações emergentes fez com que a ONU emitisse um alerta em fevereiro deste ano: China, Índia, além de África e América Latina estarão entre os principais geradores do lixo eletrônico no mundo na próxima década. O diferencial positivo do Brasil, segundo o relatório, é a possibilidade do País implantar novas tecnologias de reciclagem por ainda ter um mercado do tipo informal e pequeno.

Se a regulamentação ambiental tira o atraso de empresas brasileiras e multinacionais em relação a práticas estabelecidas há anos em países da Europa e nos Estados Unidos, também pressiona toda a cadeia produtiva e de distribuição a seguir diretrizes ambientais e investir pesadamente em políticas sustentáveis para não perder mercado. Quem não cuidar do e-lixo será, literalmente, descartado, alerta o diretor executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), André Vilhena. Segundo ele, o plano valoriza empresas que adotam práticas sustentáveis junto ao consumidor. "As empresas que investem em ecodesign e reciclagem tinham um diferencial competitivo negativo, que deve ser equilibrado com a legislação", afirma Vilhena.

Na visão da Itautec, que possui uma política de reciclagem do ciclo de produtos desde 2003, o PNRS traz conceitos diferentes de responsabilidade compartilhada ao setor. "Fabricantes, distribuidores, consumidores e governo têm uma parcela de responsabilidade", ressalta. "Não adianta o fornecedor criar uma polícia de coleta se o consumidor não participar", acrescenta.

Os exemplos de adoção de políticas sustentáveis entre empresas como Dell, HP, Itautec, Nokia, Positivo e mais recentemente da Philips, também vão ajudar a detalhar as regras do PNRS para cada setor. "O texto é abrangente e depende de acordos setoriais. Estas experiências vão ajudar na elaboração dos acordos", afirma.

Os exemplos práticos de empresas de eletroeletrônicos no Brasil revelam que o marco regulatório ambiental exige uma série de definições. Entre elas estão custos de transporte e tributação de resíduos em um país com dimensões continentais, conscientização do consumidor sobre descarte, geração de mão-de-obra, formalização de empresas recicladoras, fiscalização e punições.

Tudo se transforma

O que já é certo no mercado é a abertura de oportunidades para companhias que investem em separação e reciclagem de componentes eletrônicos, como Umicore e Oxil. "Hoje, poucas empresas nos procuram pela falta de exigência e legislação para o tema", afirma a diretora executiva da Oxil Manufatura Reserva, Akiko Ribeiro. "A partir da aprovação da lei acreditamos que haverá maior procura", observa a executiva.

Com a nova legislação, essas companhias devem elevar ganhos de escala na extração de metais nobres contidos especialmente em placas eletrônicas e na reutilização de materiais. Ouro, prata, paládio, alumínio, cobre, estanho e zinco estão entre os metais nobres e básicos extraídos entre mais de 60 componentes encontrados em celulares, baterias e placas de circuito impresso reciclados pela Umicore Brasil. Para chegar aos metais que a empresa comercializa no mercado internacional, eletrônicos de empresas como Itautec e Motorola são separados localmente e seguem para o efetivo processo de recuperação na sede da empresa na Bélgica.

"Chegamos a reciclar até 17 tipos de metais diferentes para extrair um metal nobre", informa o gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore Brasil, Ricardo Rodrigues. Neste processo, também é preciso contabilizar o descarte dos metais pesados e prejudiciais ao meio ambiente como chumbo, cádmio, arsênio e mercúrio, observa o executivo. "O valor do metal que conseguimos extrair depende do lote. Como nosso interesse é somente o metal, lotes com celulares mais novos, que possuem maior quantidade de plástico, podem não compensar o processo", afirma.

Com a nova lei de resíduos sólidos, a empresa também espera elevar o volume de itens reciclados no Brasil. "No ano passado exportamos em torno de 200 toneladas de materiais eletrônicos, um crescimento de 30% em relação a 2008", compara Rodrigues. Já a Oxil recicla uma média de 800 a 1,2 mil toneladas mensais de componentes de eletroeletrônicos, incluindo monitores, de 50 empresas clientes ­ incluindo HP, Lexmark, Mabe e Philips.

Para estas empresas, que investem pesado na recuperação de matérias-primas de eletroeletrônicos, a pedra no sapato são os recicladores informais, que hoje recebem 90% dos eletroeletrônicos descartados no Brasil, segundo estimativas da Hewlett-Packard. Na avaliação de Rodrigues, o PNRS deve estabelecer maior fiscalização e controle sobre quem manipula material reciclado, incluindo uma certificação rigorosa dos parceiros de reciclagem.

"Uma coisa é mandar uma empresa fazer a descaracterização e dizer que destinou. Outra é a empresa informar para qual reciclador enviou a placa, o componente de plástico e saber como ele descarta o resíduo. É importante ter um processo transparente", defende.

Geração de empregos

Na visão da professora Tereza Cristina Carvalho, que dirige o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir) na Universidade de São Paulo (USP), a legislação abre oportunidades de emprego na separação de componentes recicláveis de eletroeletrônicos. "Quanto melhor classificado o material, mais valor ele tem no mercado", pondera.

Tendo em vista que o mercado de reciclagem de eletrônicos no País ainda é recente, há espaço para que empresários recebam incentivos neste setor, destaca o gerente de sustentabilidade da Itautec, João Redondo. "Embora o relatório da ONU indique um grande volume de geração de resíduos no Brasil, o mercado ainda não atraiu ninguém que recicle placas no Brasil e esse é o material mais nobre em geração de resíduos em um computador".

No início de abril, o Cedir começou a receber doações de eletrônicos de pessoas físicas e a ampliar os postos de coleta em outras unidades de ensino ligadas à USP. Com a operação de coleta, separação e venda de materiais recicláveis, o centro espera recuperar, em três anos, o investimento realizado na infraestrutura de reciclagem, mas precisa ampliar sua equipe.

A ideia de gerar empregos na área de reciclagem de eletrônicos foi um dos motivadores da criação de um Laboratório de Sustentabilidade (LASU) na USP.

Entre abril e maio deste ano, o LASU começará a promover pesquisas ligadas à reciclagem de eletroeletrônicos e incentivar a iniciativa privada da elaboração de projetos sustentáveis.

O descarte de pequenos volumes é problema no País, há uma exigência mínima de volume de resíduos eletrônicos para venda para grandes recicladoras, observa Tereza. "Não adianta juntar quilos. As empresas aceitam duas toneladas de resíduos, no mínimo - é muito volume para componentes plásticos, por exemplo, o que gera o problema de armazenamento", afirma a diretora do Cedir.

"Como o Brasil é o país emergente que mais gera lixo eletrônico - meio quilo de e-lixo por pessoa ao ano, enquanto a China, em segundo, gera 230 gramas ­ acho que conseguiria encabeçar a dianteira da reciclagem do lixo eletrônico, se as empresas souberem aproveitar as oportunidades", analisa Tereza.

Atualmente, a diretora do Cedir discute um projeto de capacitação de jovens para o primeiro emprego na separação de materiais recicláveis, junto ao Projeto Jovem Aprendiz e a uma grande rede varejista brasileira cujo nome ela não quis revelar.

Tributação verde

Para incentivar empresas que investem ou terão de planejar seus orçamentos para criar redes de coleta, logística reversa e conscientização do consumidor, o setor eletroeletrônico pede uma contrapartida em incentivos fiscais. O comitê de empresas de eletroeletrônicos criado pelo Cempre, em outubro de 2009, para acompanhar as discussões sobre reciclagem no País, propõe créditos em IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para cada tonelada reciclada na produção do material novo, informa André Vilhena.

Em meados de março, o então ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, também destacou a importância das medidas econômicas para incentivar políticas de reciclagem, como a aplicação de impostos diferenciados para produtos que consomem menos energia e usam materiais reciclados.

"A economia tem de entrar no clima", defendeu Minc. Segundo ele, a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para Estados que abrigam programas de reciclagem também vem sendo discutida junto ao Ministro da Fazenda, Guido Mantega, especialmente para os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, que possuem mais atividade na área. "Mas estamos trabalhando com cautela para evitar uma guerra fiscal ambiental", ponderou.

Outra questão ligada a impostos é a tributação que reincide sobre os eletroeletrônicos em forma de resíduos. Na Ericsson, a política de coleta (take back) de equipamentos vendidos a operadoras envolve a emissão de uma nota fiscal do cliente atestando que o equipamento é um ativo em descarte, explica o gerente de sustentabilidade da empresa, Jesus Luz. "A operadora vende o equipamento descartado para a Ericsson como sucata", conta.

Na avaliação de João Redondo, da Itautec, a nova política de resíduos também vai ajudar os estados a legislar sobre o assunto de maneira uniforme, simplificando a criação e o cumprimento de normas. "Temos 16 Estados tentando legislar sobre eletroeletrônico com diferentes exigências legais e que não se falam", explica.

Meta estadual

A criação de metas de reciclagem para cada setor da indústria é outro fator não contemplado pela legislação nacional, mas figura em nova resolução paulista sobre a destinação do lixo sólido (resolução 24/2010). A determinação faz parte da Lei Estadual de Resíduos Sólidos (Lei Estadual nº12.300) assinada pelo Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Xico Graziano, em 30 de março.

Ela define que o fabricante, importador ou canal de distribuição que comercializa produtos nos limites do Estado ofereça informações ao consumidor sobre o descarte correto do produto, crie uma rede de coleta e destinação e declare mensalmente os resíduos destinados à reciclagem em relação ao volume colocado no mercado. "Queremos é que indústria provoque uma lógica econômica neste mercado", afirma o coordenador de Planejamento Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SMA), Casemiro Tércio Carvalho.

Segundo ele, as metas de cada setor serão estabelecidas até o fim do ano, em consulta com entidades setoriais como a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). "No mercado de garrafas PET, por exemplo, sabemos que o índice de reciclagem está acima de 53% no Brasil", afirma. O cumprimento da nova lei será fiscalizado pela Cetesb e as empresas que não se adequarem estão sujeitas a multas medidas em Unidade Fiscal do Estado de São Paulo (UFESP), no valor de 15,85 reais cada. O objetivo principal, ressalta Carvalho, não é multar. "O pano de fundo é melhorar indicadores de reciclagem. Não adianta sair multando", pondera.

Na avaliação de Carvalho, a nova resolução também deve colaborar com a coleta de microcomputadores sem marca, que podem ser levados para reciclagem em grandes redes varejistas, por exemplo. "É uma solução que valoriza o ponto de venda dessas empresas", ressalta. Neste sentido, a SMA tenta firmar acordos com a Associação Paulista de Supermercados (APAS) e iniciou contatos com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

Greenwash

A nova legislação nacional também deve limpar o mercado brasileiro do marketing verde de fachada, mais conhecido como greenwash, alerta o diretor de operações da HP para o Mercosul, Kami Saidi , que é responsável pela sustentabilidade ambiental da empresa. "Há empresas que vendem a ideia de sustentabilidade, mas não aplicam os processos corretos", critica. Na visão de Saidi, com as novas regras do governo, a separação entre o marketing e a prática sustentável deve ficar mais visível ao consumidor. "O fato de você plantar uma árvore para cada produto vendido não é sustentável.Você pode estar fazendo bem à natureza, mas tem de contar ao cliente o que está fazendo com o seu produto".<>/P>

O Greenpeace está na cola das empresas que não cumprem metas de redução de componentes tóxicos em seus equipamentos. Além de divulgar seu ranking verde atualizado, a organização não-governamental chega a cobrar pessoalmente que as empresas sigam suas metas.

Com uma regulamentação, observam os especialistas, o grande ativista do mercado brasileiro será o consumidor. Além de questionar o destino ambiental da próxima máquina que adquirir para sua casa ou empresa, também será responsável pelo descarte adequado de seus eletrônicos. Redondo, da Itautec, acrescenta que grande parte dos clientes já tem colocado características ambientais entre as exigências para a aquisição de novos produtos, entrando em conformidade com características ambientais internacionais. "E não custa mais caro", garante o executivo. O ciclo sustentável ideal, segundo ele, não deve afetar o bolso do cliente.

Campanhas de incentivo junto ao consumidor são fundamentais para que o ciclo de reciclagem ganhe força no Brasil, afirma o diretor de diretor de pós-venda da Nokia do Brasil, Luiz Xavier. "Hoje, apenas 3% dos aparelhos são destinados pelo consumidor para reciclagem. A empresa vai fazer o papel dela, mas o usuário também precisa ter um pouco de conscientização sobre a escolha e o descarte destes produtos", completa Ricardo, da Umicore. "Um pequeno gesto faz com que a gente faça a coisa certa", finaliza.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/14/lei-de-reciclagem-muda-de-habitos-de-empresas-e-consumidores/


Megaupload e Rapidshare são bloqueados por provedor inglês
Usuários notaram restrição de acesso na quinta-feira (13/5); Operadora culpou um erro e ofereceu método para evitar o problema.

Publicado em 17/05/2010 às 01h00m por Zeca Amaral


O acesso aos sites de compartilhamento de arquivos Rapidshare e Megaupload por meio da provedora Virgin Media, da Inglaterra, ficou bloqueado, pelo menos temporariamente, nesta quinta-feira (13/5).

Ambos os sites possuem usos legítimos para upload e download de arquivos via web, mas há usuários que utilizam os serviços para distribuir conteúdo pirata, como filmes, música e softwares. Além disso, eles se tornaram populares por oferecer downloads de seriados e programas de TV horas após a transmissão original.

Os clientes da provedora perceberam o bloqueio ontem e discutiram o problema em um fórum da empresa. “Espero que isso seja um erro e que a Virgin não tente ditar quais sites as pessoas podem acessar e quais não podem”, afirmou o usuário “jo1st”. Enquanto isso, o usuário “xpath” sugeriu que a ação poderia ser uma medida relacionada à introdução da Lei da Economia Digital, que visa a combater a pirataria online.

Depois, um registro do Bitterwallet afirmava que a Virgin atribuiu o problema a um erro e ofereceu um método para desviar do bloqueio por meio da substituição do prefixo de endereço "http:// por https://."

Na manhã desta sexta-feira (14/5), o Rapidshare e o Megaupload parecem estar acessíveis para alguns usuários da provedora.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/14/megaupload-e-rapidshare-sao-bloqueados-por-provedor-ingles/


Saiba como consertar seu PC
Diagnosticar e consertar um problema em um PC não é tão complicado. Siga nossas dicas e economize seu tempo e seu dinheiro!

Publicado em 11/05/2010 às 02h30m por Zeca Amaral

O seu computador vai ter dar pau, sua câmera vai quebrar, sua rede vai falhar, e sua impressora vai mastigar papel. Antes de gastar tempo e dinheiro esperando por suporte técnico ou pagando por um profissional da área, leia nossos guias para reparos básicos: você vai descobrir que muitos dos problemas podem ser resolvidos em questão de minutos com o mínimo de esforço. Começamos pelo nosso companheiro de cada dia, o PC.

Como consertar seu computador

Considerando quantos componentes diferentes de software e hardware precisam funcionar corretamente para se ligar um computador moderno, é quase um pequeno milagre que eles funcionem tão bem. Não podemos te dar um remédio que cure todos os seus problemas, mas podemos fornecer algumas dicas que cobrem a maior parte dos desastres. Aqui vão algumas estratégias úteis.

Se o seu PC não quer ligar: Tente ligá-lo em uma tomada ou régua de força diferente; se for um laptop, tente uma bateria e um adaptador de força diferentes, se tiver outro em mãos. Para desktops, tenha certeza de que todos os plugues internos e placas estejam corretamente encaixados – placas de vídeo, memória RAM, tudo.

Se nada disso ajudar, é provável que seja um problema com sua placa-mãe ou fonte de alimentação, e a não ser que você tenha peças reserva em mãos, o melhor a fazer será ligar para o suporte técnico do fabricante.

Se o seu PC liga, mas não inicia corretamente o Windows: Primeiro inicie o boot e aperte a tecla F8 repetidamente durante o processo. Isso talvez permita que você acesse um menu que o deixe selecionar diferentes opções de boot, sendo que uma delas é “Modo de Segurança” (Safe Mode).

Selecione “Modo de Segurança”, desinstale a última coisa que tenha instalado, atualize todos os seus drivers (se precisar baixar novos, talvez você tenha de selecionar “Modo de Segurança com Rede" - Safe mode with networking), e abra o aplicativo Restauração do Sistema (Menu Iniciar, Acessórios, Ferramentas de Sistema, Restauração do Sistema) para voltar a um ponto anterior em que seu PC poderia ser iniciado com sucesso.

O Modo de Segurança não funciona? Talvez o seu disco rígido esteja falhando. Pegue os seus discos de recuperação do fabricante, faça o boot a partir deles, e salve todos os dados que você não tenha feito backup.

Então rode seu applicativo de diagnóstico de disco – você sempre pode rodar o Check Disk, que está integrado ao Windows: clique com o botão direito em seu HD, selecionar Propriedades, clicar na aba Ferramentas e depois em “Verificar Agora” na aba “Verificação de Erros”. Não existe cura para setores ruins – nesses casos você terá de trocar o drive.

Se você escutar seu PC emitindo alguns bipes durante o processo de inicialização, é mais provável que sua BIOS esteja tentando dizer que você tem um problema no nível da placa-mãe de seu computador – o ventilador do seu processador talvez esteja desligado, por exemplo, ou a fonte de alimentação talvez não esteja funcionando corretamente.

Os padrões dos bipes não seguem uma regra, por isso você vai ter de ir até outro PC para descobrir o site do fabricante da sua BIOS e verificar o que há de errado.

Se o Windows iniciar com sucesso, e sofrer um crash em seguida: Comece atualizando todos os seus drivers – primeiro, os drivers essenciais fornecidos pelo fabricante do seu computador, e então os drivers dos seus periféricos e extras. Além disso, não se esqueça de também atualizar sua BIOS.

Se o seu PC está sofrendo crash logo depois de iniciar, tente desinstalar tudo que você baixou recentemente e verifique seus aplicativos de inicialização e processos de segundo plano para descobrir se há algo errado.

Você pode ver uma lista de todos os processos no Gerenciador de Tarefas ao pressionar Ctrl-Shift-Esc e clicar na aba Processos (Processes) – use o site ProcessLibrary.com como uma referência para descobrir o significado dos itens os mais obscuros. Para os itens de inícialização, digite “msconfig” no campo de texto no menu iniciar e clique na aba Inicialização de Programas para ver o que está acontecendo. Se aparecer algo instalado há pouco tempo, você talvez tenha achado o culpado.

Se os seus crashes não são tão simples de reproduzir, tente rodar uma varredura em busca de vírus e malware com seu antivírus preferido.

Por outro lado, se você instalou um antivírus recentemente e começou a ter problemas, tente desinstalá-lo e então usar um diferente. Aplicativos de segurança geralmente entram nos locais mais profundos do seu sistema do que outros apps, o que significa que eles são mais propensos a incompatibilidade.

Ainda não consegue descobrir o que é? O Google pode ser seu melhor amigo quando o assunto é localizar e corrigir erros, especialmente se você tem uma mensagem de erro à mão – mesmo que os sites de suporte oficiais não tenham resolvido seu problema, existem chances de que alguém tenha feito um post sobre o assunto em um fórum de tecnologia.

Busque especificamente pela mensagem de erro – entre aspas – para melhores resultados, e se você não conseguir uma mensagem imediatamente óbvia, tente procurar no item Encontrar e Corrigir Problemas (no Windows Vista). No Windows 7 abra o Painel de Controle, Central de Ações, Manutenção, Histórico de Confiabilidade, e clique em Ver Todos os Relatórios de Problemas na parte inferior da janela.

Se não conseguir nenhuma pista, talvez seja preciso reinstalar o Windows. Faça backup de seus dados, reformate, e instale do zero.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/05/06/idgnoticia.2010-05-04.9510937964-1/


Vírus “retrô” destrói arquivos do computador
Nova praga virtual age como as ameaças da década de 1990, que apagavam dados vitais do PC.

Publicado em 11/05/2010 às 02h30m por Zeca Amaral

Os mais novos não devem se lembrar, mas há cerca de 20 anos, os vírus de computador tinham como objetivo atormentar os usuários de PCs (não roubar dados, como faz hoje a maioria das pragas virtuais), destruindo dados. Pois a empresa de segurança Sophos identificou uma nova ameaça que segue essa estratégia “retrô”.

Trata-se do W32/Scar-H. Esse programa nocivo tem como objetivo simplesmente apagar todos os arquivos executáveis do computador, gravando seu código sobre eles. Segundo a Sophos, ele é como uma bomba virtual, pois detona os arquivos do computador.

A ameaça costuma se disseminar por drives compartilhados (que são muito comuns em redes de computadores) e por dispositivos de armazenamento portáteis, como discos rígidos externos.

Ao ser executado pela primeira vez ele cria os arquivos (cópias suas) <System>\ntldr.exe e <Root>\WinNT.exe, além de <Root>\AutoRun.inf. Feito isso, passa a se disseminar com o uso de drives mapeados. Depois, passa a substituir todos os arquivos do drive C: com extensão .exe por uma cópia sua. Com tudo isso, o computador passa a não funcionar mais.

Ao religar a máquina, o usuário recebe a mensagem “Windows could not start because the following file is missing or corrupt: <Windows root>\system32\ntoskrnl.exe. Please re-install a copy of the above file”. Resumindo: o Windows não conseguiu carregar porque um arquivo não está acessível ou foi corrompido. Por favor, reinstale o arquivo”.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/07/virus-201cretro201d-destroi-arquivos-do-computador/


Dicas para usar seu laptop sem agredir sua saúde
Publicado em 04/05/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

· O notebook deve ser colocado numa distância que permita uma leitura confortável e ao mesmo tempo provoque a menor inclinação possível da cabeça para frente.

· Mantenha os dedos alinhados com o punho. O ideal é procurar um encosto confortável, já que a sua coluna e cabeça devem ficar ligeiramente inclinadas para trás. Nessa posição procure mover os olhos e não a cabeça para visualizar o teclado. A tendência é de inclinar a cabeça para frente, o que gera um empurrão no pescoço que tende a girar a cabeça em direção à barriga, forçando a contração da musculatura da nuca.

· A cada meia hora faça uma pausa. Leve as duas mãos à nuca e faça uma rápida massagem nessa musculatura. Alongue a cabeça para trás fazendo movimentos suaves de rotação para um lado e para outro. Faça o mesmo com os dedos das mãos. Use uma mão para alongar os dedos da outra em direção ao dorso e à palma da mão. Os olhos são mantidos focando o monitor e o teclado pela ação de pequenos músculos. Para aliviá-los durante a massagem na nunca, procure olhar para cima.

· Lembre-se: seus dedos precisam saber localizar de forma automática a posição das letras e números no teclado. Caso tenha que olhar para o teclado na hora de digitar cada letra, procure fazer um curso de digitação, pois isso vai exigir uma inclinação menor da cabeça e aumentar o seu rendimento. No teclado do notebook temos a tendência de acompanhar o pequeno espaço entre as teclas, mantendo os dedos mais próximos uns dos outros. Procure mantê-los mais afastados, tente mover um pouquinho o punho para achar as teclas. Para preservar sua visão, trabalhe sempre com fontes grandes ou aumente o zoom de sua tela.

· Os laptops estão cada vez mais leves, mas procure carregá-lo em uma mochila que se pendura nas costas com alças para os dois ombros.

· Caso tenha que usar o laptop durante muito tempo, utilize o mouse e transforme o seu computador portátil num desktop.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/postura_notebook.htm


Google oferece novas ferramentas para web sites
Entre os quatro novos recursos do Web Elements, destacam-se o espaço para trabalho compartilhado e o teclado virtual.

Publicado em 04/05/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

Em uma nova investida do Google, a empresa tenta impulsionar ainda mais sua atuação na área de desenvolvimento de sites com o lançamento de quatro Web Elements, que visam a integração de seus produtos com os portais da internet.

Lançado na última sexta-feira, os novos recursos incluem o Sidewiki, o Checkout, o Wave e o Virtual Keyboard.

Em uma declaração em seu blog, Jeff Scudder e Adam Feldman, da equipe de desenvolvimento da empresa, afirmam que o “Google Web Elements é ótimo para pessoas que não têm muito tempo disponível ou experiência. No entanto, mesmo para desenvolvedores avançados o Web Elements é um bom ponto de partida, já que se apoia em uma base de APIs que oferece maior controle sobre o conteúdo e a aparência”.

No mesmo post, as ferramentas são descritas uma a uma:

Google Sidewiki
O Google Sidewiki auxilia os visitantes de seu site a compartilhar informações entre eles. Diferentemente dos já tradicionais comentários, todos os registros no Sidewiki são ranqueados por utilidade, o que faz com que os melhores sejam mostrados antes.

Google Checkout
Esta ferramenta permite a elaboração de uma loja virtual com o Google Spreadsheet. Usuários podem colocar a loja em funcionamento em menos de cinco minutos. Uma vez que você tenha uma conta no Google Checkout, basta adicionar no Spreadsheet os detalhes de cada item que está à venda, seguir as instruções que serão passadas e copiar e colar o código no site.

A ferramenta é compatível com o Blogger, o Google Sites, o iGoogle e sites pessoais que podem ter sua HTML alterada, e não requer nenhum tipo de habilidade de programação.

Google Wave Element
O terceiro recurso, o Google Wave Element, possibilita aos desenvolvedores a inserção no site de um wave ou um espaço de trabalho compartilhado. Segundo Jeff Scudder e Adam Feldman, “o wave pode ser usado de muitas maneiras, como no incentivo a discussões colaborativas entres os visitantes ou na publicação de conteúdo na página”.

Virtual Keyboard
Por fim, o Virtual Keyboard facilita a inclusão de um teclado virtual no site, algo muito útil para usuários que precisam escrever em seu idioma local a partir de um teclado que não esteja adaptado à sua língua. O comunicado explica o procedimento: “Depois de escolher o layout do teclado, copie e cole o código HTML na página e voilá, um teclado virtual poderá ser utilizado para a inserção de texto no site”.

Antes de tais ferramentas serem lançadas, já haviam sido disponibilizados o Calendar, o News, o Translate e o YouTube News.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/03/google-oferece-novas-ferramentas-para-web-sites/


Novos processadores da AMD custarão até cinco vezes menos que os da Intel
A nova linha Phenom X6 de chips com seis núcleos terá preços reduzidos em relação aos processadores Core i7 equivalentes

Publicado em 30/04/2010 às 01h30m por Zeca Amaral

A AMD está tentando bater a Intel em termos de preços com os seus processadores mais novos, os Phenom II X6, que foram anunciados recentemente pela empresa.

Dois deles serão vendidos a preços bem menores do que o Core i7 980XM da Intel, de seis núcleos, anunciado no último mês. O Phenom II X6 1090T tem velocidade de 3.2GHz e custa 295 dólares enquanto o 1055T, com velocidade de 2.8GHz, custa 199 dólares. Já o Core i7 980XM custa 999 dólares, de acordo com uma lista de preços no site da fabricante.

Os chips X6 são voltados para gamers e consumidores que procuram desktops de alto desempenho, de acordo com o gerente de marketing da AMD, Adam Kozak. Esses modelos são os mais rápidos da linha de processadores para desktops da empresa.

Kozak admitiu que o Core i7 980XM será mais rápido em algumas aplicações, mas os consumidores terão um custo benefício maior com as ofertas da AMD. Será possível montar um PC para jogos de última geração pelo mesmo valor de um único processador da Intel, diz Kozak.

Entusiastas tendem a julgar os sistemas pelo desempenho, mas o preço pode ser um fator importante para aqueles que têm menos para gastar, segundo o analista principal da Mercury Research, Dean McCarron.

Os chips da AMD têm uma vantagem em termos de desempenho por dólar, mas aqueles que procuram apenas o desempenho ficarão leais aos produtos da Intel, diz McCarron.

Os detalhes dos novos processadores Phenom II X6 vazaram no começo do mês e os chips já foram encontrados em lojas antes mesmo do lançamento oficial. E isso vale também para o Brasil: já existem anúncios em sites de comércio eletrônico, como um no MercadoLivre, que oferece o modelo 1055T por 940 reais e promete a entrega em duas semanas.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/27/novos-processadores-da-amd-custarao-ate-cinco-vezes-menos-que-os-da-intel/


Aprenda a baixar vídeos do YouTube
Faça o download de seus vídeos favoritos do YouTube e assista no computador a hora que quiser

Publicado em 30/04/2010 às 01h30m por Zeca Amaral

Que o YouTube é um fenômeno, não há dúvida. O site exibe aproximadamente 100 milhões de vídeos por dia, e os mais populares circulam por e-mail. Quantos links do YouTube você recebeu hoje? Aprenda agora a baixar essas imagens para o seu computador de forma fácil e rápida.

O primeiro passo neste processo é identificar qual vídeo você quer baixar. Se você é uma daquelas pessoas “viciadas” no YouTube, deve ter uma lista com todos os seus links favoritos. Escolha um.

Depois de selecionar o link do vídeo, copie o endereço. Se o vídeo está aberto no seu navegador, vá até a barra de endereços e marque a URL completa, incluindo o http://. Use o comando Crtl+C para esta operação.

Feito isso, acesse o site KeepVid e cole o endereço (Crtl+V) no campo indicado. No menu ao lado, selecione YouTube e, logo em seguida, clique em download. Veja que a lista de sites que oferecem vídeos online é grande e este tutorial serve para todos os serviços.

Passados alguns segundos de processamento, o KeepVid apresentará um atalho para baixar o arquivo. Clique em Download Link para trazer o vídeo para o seu computador. Após o download, localize-o e adicione a extensão FLV (.flv) no final. O que você acabou de baixar é um arquivo de vídeo para Macromedia Flash.

Se o seu navegador padrão for o Firefox, você também pode instalar o VideoDownloader, um add-on que roda no navegador e faz o mesmo trabalho do KeepVid.

O próximo passo é converter o arquivo FLV, que requer um software da Macromedia para rodar, para um formato que funcione na maioria dos players de vídeos, como o MPEG.

Agora, baixe aqui o Batch FLV Converter para seu PC. Este é o programa responsável pela conversão do arquivo FLV para MPEG. Descompacte o arquivo flvconvert.zip em uma pasta e abra o software clicando em flvconverter.exe.

Chegou a hora de converter o arquivo. Clique em Add Files e selecione o vídeo que você baixou do YouTube. Lembre-se de ter colocado a extensão FLV no final arquivo. No campo Output Folder, indique o diretório onde será salvo o vídeo. Em Output Optins, selecione MPEG 1 e não altere as outras configurações. Depois disso, clique em Process! Veja a tela do programa abaixo.

Pronto. Seu vídeo já está convertido para MPEG e pode ser exibido em vários players. Inclusive, se você quiser, pode até gravá-los em um DVD para assistir em sua sala de estar.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2006/09/04/idgnoticia.2006-09-04.0247321420/


Criminoso coloca 1,5 milhão de contas do Facebook à venda
Oferta é a maior já vista; cracker cobra apenas 2,5 centavos de dólar por senha de usuário.

Publicado em 26/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Um cracker (criminoso da Internet) que se identifica como Kirllos está oferecendo “uma oportunidade rara” para quem faz negócios com spam ou roubo de dados no Facebook: um volume inédito de contas de usuários do popular serviço de redes sociais, por preços baixos.

Pesquisadores do grupo iDefense, da empresa VeriSign, identificaram a oferta do criminoso em fóruns do chamado underground (o “submundo” da Internet), com a oferta de 1,5 milhão de contas, com nome de usuário e senha.

A empresa não tem como comprovar a autenticidade das contas, uma vez que não fez negócio com o criminoso. Mas estima que ele já tenha vendido 700 mil delas, segundo o diretor da VeriSign, Rick Howard.

Caso sejam verdadeiras, o cracker teria informações de um em cada 300 usuários do serviços. Ele cobra entre 25 e 45 dólares por lote de mil contas, dependendo do número de contatos de cada conta.

A venda de dados de usuários de redes sociais por criminosos da Internet não é novidade, mas o volume oferecido neste caso chama a atenção, assim como o preço cobrado, bem abaixo do mercado dos crackers, que cobram entre 1 dólar e 20 dólares, dependendo do tipo de conta.

O Facebook tem mais de 400 milhões de usuários em todo o mundo. Muitos deles têm sido vítimas de golpes de phishing scam, estratégia na qual enviam mensagens pedindo que o usuário clique em links de “vídeos muito legais” (softwares nocivos camuflados) ou solicitam valores em dinheiro (em um caso, uma conta foi sequestrada e os criminosos enviaram mensagens em nome do dono desse perfil dizendo que o ele estava preso no exterior e que precisava de dinheiro para voltar para casa).

O Facebook não se manifestou sobre o caso.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/23/criminoso-coloca-1-5-milhao-de-contas-do-facebook-a-venda/


Ajustes na tecnologia e na lei atrasam início de emissão de CPF pela web
Previsão da Receita Federal era que a população pudesse tirar o documento pela internet a partir de fevereiro.

Publicado em 26/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Embora tenha sido anunciada no começo do ano como medida de modernização da Receita Federal, a emissão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) pela internet ainda não tem data para começar. A necessidade de alteração na lei e a realização de testes de informática fizeram a Receita adiar o projeto por tempo indeterminado.

A previsão inicial, conforme divulgada no fim de janeiro pelo secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, era que a população pudesse tirar o documento pela web a partir de fevereiro. O serviço, no entanto, até hoje não começou a funcionar.

De acordo com a área técnica da Receita, apesar de os testes estarem sendo feitos há mais de um ano, a tecnologia ainda precisa de ajustes. Além disso, a emissão do documento pela rede mundial de computadores requer mudanças na legislação, principalmente do Imposto de Renda.

A introdução do CPF pela web fará parte de um pacote de medidas para melhorar o atendimento ao contribuinte.

O CPF é necessário para que o contribuinte feche qualquer contrato bancário, contraia empréstimos e abra operações de crediário. O documento também é obrigatório na renovação de passaportes, na participação em concursos públicos e na retirada de prêmios de loterias.

Atualmente, o CPF só pode ser obtido pelos Correios ou nas agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. A emissão custa R$ 5,50.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/19/ajustes-na-tecnologia-e-na-lei-atrasam-inicio-de-emissao-de-cpf-pela-web/


Sul e Sudeste lideram ranking de apreensão de pirataria
Dos 116 mil CDs e DVDs falsificados apreendidos em março, 94% estavam nessas regiões; maior parte veio de São Paulo, Rio e Foz do Iguaçu (PR).

Publicado em 23/04/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

As regiões Sudeste e Sul lideraram o ranking de apreensão de software pirata em março, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (19/4) por grupo de associações de combate à pirataria.

Em ações coordenadas com as diversas esferas da polícia, a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Business Software Alliance (BSA) e a Entertainment Software Asociation (ESA) promoveram 66 operações de apreensão, 29% a mais que em fevereiro.

Cerca de 116 mil CDs e DVDs falsificados foram apreendidos. Destes, 94% vieram das regiões Sul e Sudeste. A maior parte das apreensões ocorreu nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu (PR).

Duas frentes

Outras duas frentes de combate à pirataria também tiveram avanços, afirmam as entidades. O número de denúncias contra empresas que usam software pirata cresceu 45% em março, com 468 contatos recebidos por e-mail e telefone; 239 notificações foram enviadas no mês.

Na internet, o grupo conseguiu que 1,4 mil anúncios de produtos considerados ilegais fossem retirados do ar - o número é 15% maior que o do mês anterior. Outros 25 sites usados para distribuição ilegal de software foram desativados.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/20/sul-e-sudeste-lideram-ranking-de-apreensao-de-pirataria/


Seis mitos sobre HDTV explicados
Procurando uma TV de alta-definição? Pois saiba que complexidade, confusão e armadilhas em potencial o aguardam.

Publicado em 23/04/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

Quer esteja você comprando sua primeira TV de alta-definição ou trocando um modelo mais antigo, saiba que seu novo aparelho provavelmente terá imagem melhor do que aquela com a qual você está acostumado. Mas escolher a TV certa pode ser um processo confuso, especialmente por causa da avalanche de mitos que cercam a tecnologia.

Alguns eram verdade na primeira geração de aparelhos, mas hoje tem pouca relevância. Outros continuam válidos, e alguns nunca foram verdade. Neste artigo, vamos esmiuçar as declarações mais comuns feitas pelos vendedores e oferecer dicas na escolha do aparelho, como instalá-lo em casa, como escolher o melhor conteúdo e mais.

1. HD é sinônimo de qualidade

MENTIRA. Embora HD signifique "High Definition" (alta-definição, em inglês), as TVs de alta-definição estão disponíveis em várias resoluções, e de qualquer forma não é a resolução do aparelho o principal fator determinante na qualidade da imagem na tela.

Para começo de conversa, o tamanho da tela varia bastante. Outros fatores que afetam a imagem incluem a fonte do sinal: TV aberta, a cabo, satélite ou vídeo em streaming através da internet, e até mesmo a origem do material que está sendo exibido. Estas variáveis explicam porque a qualidade de imagem pode variar tanto entre fontes de conteúdo em alta-definição como o iTunes, YouTube, TV a Cabo ou um disco em Blu-ray.

No Brasil, por exemplo, sinais de TV digital aberta seguem o padrão ISDB-Tb (ou SBTVD), e o conteúdo pode assumir várias formas. A imagem pode ter desde a proporção "quadrada" (4:3) em definição padrão, com resolução de 640 x 480 pixels, até a proporção widescreen comumente usada em filmes e alta definição.

As resoluções mais comuns para imagens de alta-definição são 720p (1280 x 720 pixels, também conhecida como HD) e 1080i (1920 x 1080 pixels). O p significa "progressive scan" (varredura progressiva), o que quer dizer que a TV cria a imagem redesenhando cada quadro continuamente, linha por linha.

Já o i significa "interlaced" (entrelaçado), o que quer dizer que a TV desenha uma metade do quadro por vez, primeiro as linhas pares, depois as ímpares, 60 vezes por segundo, e seu cérebro combina as duas imagens em uma só que parece estar sendo desenhada a 30 quadros por segundo. Dada a mesma resolução, uma imagem em progressive scan parece mais nítida que uma equivalente entrelaçada.

Transmissões de TV aberta tem resolução máxima de 1080i. Para chegar ao máximo em alta-definição, que é a resolução de 1080p ou "Full HD" (1920 x 1080 pixels em progressive scan) é necessário recorrer a outras fontes de sinal, como filmes em Blu-Ray e consoles como o XBox 360 e o PlayStation 3.

Compressão e a taxa de bits (bitrate) também afetam a qualidade de imagem. Um filme em Blu-ray provavelmente terá melhor qualidade de imagem que uma transmissão na TV a cabo na mesma resolução, porque discos Blu-ray tem maior largura de banda, ou seja, conseguem transmitir mais informação de uma só vez, que o cabo.

Quando for escolher qualidade de imagem, lembre-se: 1080p está no topo da lista, 720p e 1080i são similares e qualquer coisa abaixo disto não é alta-definição e não vai ficar tão bom na tela. Mantenha estes termos em mente: eles são definições oficiais, e não apenas "marketês".

2. DRM pode impedir certo conteúdo de tocar em sua TV

VERDADE. Ferramentas de DRM (Digital Rights Management) impedem a cópia ou "uso não autorizado" de conteúdo sob copyright, e um sistema batizado de HDCP (High-bandwidth Digital Content Protection) faz o papel de fiscal.

O HDCP é um protocolo de autenticação que é uma das bases para os sistemas de DRM. Ele funciona com discos Blu-ray, vídeos baixados da internet e outras fontes, e monitora a integridade da conexão entre a fonte do sinal (como um player de Blu-ray) e sua TV.

Se tal integridade for violada, seja porque você está usando uma conexão analógica ou instalou um splitter (divisor de sinal) no caminho, o HDCP detecta a situação e, valendo-se do DRM, pode reduzir a qualidade da imagem ou simplemente impedir a reprodução do conteúdo.

Para se certificar de que o DRM não vai te impedir de assistir seus programas favoritos, use um cabo HDMI ou DVI para ligar seus aparelhos à TV. Se você já usa HDMI, não tem com o que se preocupar, mas se usa um cabo DVI com um monitor mais antigo, certifique-se de que ele suporta HDCP para evitar problemas. O mesmo vale para receptores, splitters e qualquer outro aparelho entre a TV e sua fonte de sinal. Certifique-se de que eles são compatíveis.

3. Barras pretas ou imagens estáticas podem "manchar" a tela

MENTIRA. Manchas não são mais um problema em TVs de alta-definição. Anos atrás, imagens estáticas como a marca d'água da emissora, barras pretas em filmes ou placares em jogos de videogame poderiam marcar a tela se exibidos por horas a fio, e aparecer como "fantasmas" mesmo depois de você mudar de canal. A primeira geração de TVs de plasma era particularmente suscetível a este problema.

LCDs e outras tecnologias de tela não tem este problema, conhecido como "burn-in", e novas gerações de telas de plasma incorporam medidas efetivas para combatê-lo. Se você está comprando uma nova TV, não se preocupe com ele.

Proprietários de TVs de Plasma podem notar uma "retenção temporária da imagem", que se parece com o burn-in, mas não é um problema sério. Imagens estáticas podem marcar a tela de forma similar ao burn-in, mas a "mancha" desaparece com o uso normal. Você pode acelerar o processo sintonizando um canal que está exibindo estática, usado um utilitário como o JScreenFix (jscreenfix.com) ou ativando um dos modos de correção embutidos na própria TV para se livrar do problema.

4. Cabos "de marca" valem a pena

MENTIRA. Nunca cobre cabos com base apenas na marca. O tipo do conector, comprimento e bitola do fio são os fatores mais importantes na qualidade do sinal e, consequentemente, da imagem.

Use um cabo digital sempre que possível, como o HDMI ou DVI. Todas as TVs de alta definição modernas tem pelo menos um conector deste tipo. Tais cabos conseguem transportar um sinal em 1080p, compatível com DRM e que não vai sofrer interferência no caminho até sua TV, como aconteceria com um cabo analógico.

Se não for possível usar um cabo digital (por exemplo, você tem um Nintendo Wii, um XBox 360 de primeira geração ou um player Blu-ray mais antigo), ainda é possível conseguir uma imagem em alta-definição (até 1080p) usando cabos componente. Mas se você optar por cabos inferiores, como S-Video os tradicionais cabos RCA para vídeo composto, pode dizer adeus à alta-definição.

No mínimo, sua TV HD deve ter conectores componente e HDMI (às vezes, DVI ou RGB, comuns para conectar um PC e usar a TV como monitor). Além deles geralmente há conectores S-Video ou RCA que devem ser evitados, a não ser que você precise ligar a ela equipamentos mais antigos, como videocassetes ou videogames de gerações mais antigas.

Seja qual for a conexão, use os cabos mais curtos possíveis. No caso de conexões analógicas, cabos mais longos podem captar interferência e causar degradação no sinal, especialmente no caso de cabos que "serpenteiam" por uma sala inteira. Cabos mais grossos podem fazer a diferença, que é mais notável em cabos de áudio: nestes casos opte por cabos mais grossos se a distância entre os aparelhos for superior a 15 metros ou mais.

Na hora da compra, economize fazendo pesquisas em várias lojas de sua região e na internet. Um cabo HDMI "genérico" custa cerca de US$ 30, enquanto alternativas "de marca" como Monster Cable podem chegar a R$ 300 ou mais, pelo que é essencialmente o mesmo produto.

5. Uma TV com taxa de atualização mais rápida tem qualidade de imagem melhor que uma TV mais "lenta".

VERDADE. Já faz alguns anos que os fabricantes vem colocando no mercado TVs com taxas de atualização de 120 Hz, 240 Hz e além. Estes aparelhos são capazes de introduzir novos quadros na imagem através de um processo conhecido como interpolação, usando técnicas avançadas de processamento de imagem para suavizar movimentos rápidos.

Testes de TVs de alta-definição feitos pela PCWorld demonstraram uma correlação entre altas taxas de atualização e maior "suavidade" nos movimentos. Mas ocasionalmetne encontramos um ou outro aparelho cujas imagens parecem tão "tremidas" quanto nos modelos de 60 Hz. A discrepância ocorre porque, para obter o melhor resultado, é necessário combinar um painel de alto desempenho com algoritmos adequados no software da TV. Se um dos dois falhas, tudo vai por água abaixo.

À medida em que as TVs 3D chegam ao mercado, a taxa de atualização vai se tornar um fator cada vez mais importante na qualidade de imagem. Uma das técnicas usadas para produzir efeitos 3D requer a recepção e reprodução de um sinal a 120 Hz. O problema é que praticamente a maioria das TVs atualmente no mercado só aceita a entrada de sinais a 60 Hz, independentemente da taxa de exibição anunciada pelo fabricante. Na hora da compra, procure por marcas como "3D" e entrada de sinal a 120 Hz se quiser se preparar para esta tecnologia.

6. Se você não comprar uma TV "Full HD" (1080p), está jogando dinheiro fora

MENTIRA. Muito provavelmente você quer uma TV Full HD, e deve mesmo optar por uma se o tamanho da tela for maior que 32 polegadas, o mínimo necessário para que você possa notar a diferença na qualidade de imagem através da sala. Também não há motivos para não preferir uma TV Full HD se a diferença de preço entre ela e um modelo com resolução menor não for significativa. Minha regra é: ela for de aproximadamente R$ 300, prefira o Full HD (se puder pagar, claro).

Mas em uma TV de tela menor, você provavelmente não conseguirá ver nenhuma diferença entre uma imagem a 1080p e outra a 720p. E pode ser que você não tenha nenhuma fonte de sinal 1080p para aproveitar: transmissões de TV digital, abertas ou a cabo, geralmente são feitas a 720p, quando muito a 1080i.

Se você está comprando uma TV de tela grande ou ligando a ela fontes de sinal em 1080p como um player de Blu-ray, um XBox 360 ou PlayStation 3, um modelo Full HD é a melhor opção. Mas em outros casos, um modelo a 720p, mais barato, é tão bom quanto.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/04/21/seis-mitos-sobre-hdtv-explicados/


10 coisas que foram eliminadas ou arruinadas, pela Internet (e 5 que escaparam)
Publicado em 19/04/2010 às 01h11m por Zeca Amaral

Para alguns, a internet é "matadora" - literalmente. Dos jornais e páginas amarelas à privacidade e contato pessoal, a rede já foi acusada de assassinar, eviscerar, arruinar e obliterar mais coisas do que o Incrível Hulk. Algumas acusações são mais verdadeiras que outras, mas a rede com certeza já fez um bom número de vítimas.

A seguir, dez coisas que foram praticamente extintas por ela, e cinco que ainda sobrevivem

1. Confiança nas enciclopédias

Quando eu era um garoto, se algo estava na Enciclopédia Britânica era verdade. Agora - graças à Wikipedia - ter "conhecimento enciclopédico" sobre determinado tópico não é tão impressionante quando você leva em conta que há boa chance de que o que você pensa que sabe foi inventado por um moleque de 12 anos. Depois que um estudo elaborado em 2005 pela revista britânica Nature mostrou que a Wikipedia e a Britânica são igualmente imprecisas, a fé nas enciclopédias despencou. A Britânica atacou o estudo, dizendo que sua metodologia tinha "falhas mortais", mas era tarde demais.

Também morreu: a confiança em estudos sobre as enciclopédias.

2. Discussões na mesa de bar

Antigamente era possível matar muitas horas, e ainda mais neurônios, tomando cerveja e discutindo sobre trivia obscura. Quem foi o melhor jogador, Maradona ou Pelé? Em uma disputa mano-a-mano, quem ganharia: Robinho ou Garrincha? Agora, sempre que um fato é questionado, alguém puxa um smartphone e faz uma busca no Google, ou uma consulta ao Wolfram Alpha, e solta uma análise estatística completa sobre o tema. Qual a graça disso?

3. Aquela paixão do passado

Não importa qual o estado do seu relacionamento atual, sempre era possível escapar por alguns minutos sonhando com as paixões que se foram. Em sua mente, elas continuam tão irresistíveis quanto décadas atrás, quando eram o capitão do time de futebol ou a líder das jogadoras de vôlei. Mas agora todo mundo está no Facebook. E adivinha só? Se as fotos forem atuais, estas pessoas estão tão velhas, e gordas, quanto você.

A boa notícia? Talvez você não se importe. Há uma razão para o Facebook ser apontado como um dos motivos para 20% dos divórcios nos EUA no ano passado. E tenha cuidado com quem você reencontra: pesquisadores britânicos notaram um aumento significativo no número de doenças sexualmente transmissíveis entre a população inglesa graças em parte ao, dizem eles, aumento no número de encontros arranjados através de redes sociais.

4. Discussões civilizadas

A prática de "discordar respeitosamente" está praticamente morta, graças à internet. Falta de educação e ofensas evoluíram para verdadeiras formas de entretenimento, e sites inteiros são dedicados apenas a documentar as discussões mais acaloradas, conhecidas como "flame wars". E embora seja possível encontrar alguns fóruns de discussão e comunidades que encorajam as boas maneiras e penalizam quem ofende, estas estão se tornando incrivelmente raras.

Não concorda? Então vai pros comentários que eu vou te quebrar, palhaço!

5. Ouvir um disco inteiro

Você se lembra de colocar Dark Side of the Moon no toca-discos ou Graceland no CD Player? Seus filhos não vão se lembrar. Não só a idéia de música entregue em uma mídia física parecerá totalmente ultrapassado, como todo o conceito de "álbum" (sem falar em "álbum conceitual") passará batido por eles. Ao longo da década passada, as vendas de álbums completos nos EUA, mesmo em versões digitais, caíram 55% para chegar a apenas US$ 400 milhões em 2009, de acordo com o Nielsen Soundscan. Durante o mesmo período, as vendas de faixas individuais foram de zero para quase US$ 1.2 bilhão.

O iTunes da Apple e as redes de compartilhamento de arquivos destruíram completamente a noção de ouvir mais de uma música de determinado artista de cada vez. "Pai, como você fazia antes da Apple inventar o Shuffle? Caramba, como você é velho!"

6. Perícia

Antes da internet, se você quisesse ser considerado um perito em determinado assunto precisaria ter experiência e qualificação na área. Agora tudo o que é preciso é de um blog e uma quantidade suficiente de cara-de-pau. Por exemplo, em uma pesquisa recente conduzida pela PR Week, 52% dos blogueiros se consideravam "jornalistas". Talvez porque se considerar um mero "digitador" não é tão impressionante.

7. A reputação da Nigéria

Houve um tempo em que a Nigéria era uma nação soberana na África cujo principal produto de exportação era o petróleo. Agora, seu principal produto parecem ser mensagens de e-mail falsas procurando otários dispostos a ajudar ex-ministros a roubar milhões de dólares. O nome do país ficou tão associado a estas mensagens que elas ficaram conhecidas como "Golpe 419" (419 Scam), por causa da seção do código-penal nigeriano que violam.

Mas nós temos um meio para consertar a reputação nigeriana. Vamos divulgá-lo assim que alguém de lá depositar US$ 35 milhões em uma de nossas contas numeradas na Suíça.

8. Ortografia

Você pode culpar o crescimento das mensages de texto, o Windows Live Messenger ou mesmo o Twitter pela morte do bom português (e inglês, e muitos outros idiomas), embora padrões menos rigorosos de qualidade adotados por blogueiros também tenham sua parcela de culpa. Será que o último revisor a sair pode "apagah as lus", ops, "apagar as luzes"?

9. Celebridades

Nos velhos tempos uma pessoa precisaria ser muito bonita ou talentosa para ser famosa. Agora, graças aos "reality shows", vídeos virais e redes sociais, quão mais gorda e imbecil ela for, melhores as chances de se tornar conhecida; Por exemplo, seus últimos 17 filmes podem ter sido uma droga (Kevin Smith, estamos falando com você), mas se você tem mais de 1.6 milhões de seguidores no Twitter, quem se importa? De fato, a batalha do rotundo diretor com a American Airlines após ele ter sido retirado de um vôo por ser gordo demais com certeza foi melhor que filmes como "Cop Out".

10. Sexo

Era algo misterioso e excitante. Para ver dois estranhos em pleno ato era preciso ir a um cinema pornô ou se tornar um voyeur. Agora a pornografia está em toda a parte, e novos vídeos de sexo com "celebridades" aparecem na rede a cada poucas semanas (felizmente, nenhum deles com o Kevin Smith). Qualquer um que tenha visto mais do que cinco minutos de "1 Night in Paris" está mais familiarizado com a anatomia da Srta. Hilton do que o ginecologista dela. Sim, sexo é cada vez mais abundante, graças à internet. Mas sabem o que ele não é mais? Sexy.

Cinco coisas que a internet não matou ou arruinou

1. Fé cega

Era de se esperar que a implosão das .com tivesse ensinado alguma coisa às pessoas. Mas estávamos errados. A fé cega nas novas tecnologias se mudou para as mídias sociais, e ultimamente anda junto com o iPad, da Apple. "Vai mudar sua vida!". Claro....

2. A confiança na "sabedoria das multidões"

Só não sabemos ainda o porquê. Qualquer um que já tenha usado sites como o Digg, Reddit ou mesmo Google sabe que as coisas mais populares na Internet são raramente as melhores. No final das contas, as multidões não são melhores que os indivíduos. São só mais barulhentas.

3. Lojas "de verdade"

As boas e velhas lojas "de verdade" ainda estão conosco, apesar dos esforços da Amazon, Buy.com e similares.

4. Disfarces

A internet permite que as pessoas se reinventem de formas que nunca seriam possíveis no mundo real. Você pode ser um gordo de 40 anos que não consegue mais ver os dedões do próprio pé há uma década, mas seu avatar no Second Life é um garotão sarado. Com pele azul e um rabo.

5. Chuck Norris

Só Chuck Norris é poderoso o suficiente para matar Chuck Norris, e ainda assim ele se replicaria automaticamente.

fonte: http://br.tecnologia.yahoo.com/16042010/76/tecnologia-10-coisas-eliminadas-ou-arruinadas.html


Mais de 90% dos "vírus" no Brasil roubam dados bancários
A informação é do especialista em segurança e fundador da Kaspersky, Eugene Kaspersky, que visita o Brasil

Publicado em 19/04/2010 às 01h11m por Zeca Amaral

Elas estão de olho no seu dinheiro. A maioria esmagadora das pragas virtuais que circula na Internet no Brasil tem como alvo capturar informações relacionadas a contas de banco e cartões de crédito. A informação é do especialista em segurança russo Eugene Kaspersky, fundador da empresa de softwares que leva seu sobre nome, em visita o Brasil para contatos comerciais.

Os chamados cavalos de troia bancários são programas desenvolvidos por criminosos locais e que costumam ser personalizados por seus criadores, com versões para capturar dados de clientes de determinados bancos, como Bradesco e Itaú. Essas ameaças se disseminam, em geral por downloads de arquivos nocivos, que chegam ao usuário camuflados em softwares legítimos.

Segundo Kasperky, é impossível parar o crime online com arquitetura atual e sem colaboração ampla. “Combater os criminosos da Internet exige tempo e colaboração entre os vários países envolvidos, pois os ataques não têm fronteiras”, explica.

O executivo afirma que a próxima batalha pela proteção de sistemas terá como palco os dispositivos que a empresa chama de DMDs (Digital Mobile Devices) equipamentos semelhantes aos smartphones, com maior capacidade de armazenamento, conectados à Internet e que devem substituir os desktops. “Entre cinco e dez anos não teremos mais computadores. Eles serão substituídos pelos DMDs”, afirma.

O especialista em segurança afirma que o acesso à Internet com esses equipamentos será intensificado e que os criminosos vão seguir essa tendência. Mesmo assim, Kaspersky afirma que essa nova geração de equipamentos será mais segura, com algumas providências. “Todo o equipamento deve ter um usuário registrado e todo o usuário deve contar com recursos como um PIN (personal identification number) ou impressão digital”, cita ele, entre outros pontos.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/15/mais-de-90-dos-virus-no-brasil-roubam-dados-bancarios/

Projeto obriga cartórios a usar a web para informar mortes
De autoria do senador Renato Casagrande (PSB-ES), proposta foi aprovada no Senado e agora seguirá para a Câmara dos Deputados.

Publicado em 19/04/2010 às 01h11m por Zeca Amaral

O projeto de lei 245/07, que obriga os cartórios a utilizar internet para informar mortes, foi aprovado na quarta-feira (13/4) na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) e agora seguirá para a Câmara dos Deputados.

De autoria do senador Renato Casagrande (PSB-ES), a medida tem o objetivo de evitar fraudes e acelerar o repasse de dados sobre mortes no País.

Na avaliação de Casagrande, as irregularidades ocorrem, sobretudo, em virtude da deficiência no envio das informações ao INSS. Segundo ele, em 2003, quando houve o recadastramento de parte dos aposentados, teriam sido gastos cerca de 3,2 bilhões de reais com o pagamento de benefícios irregulares.

Antes de passar pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o texto já havia sido aprovado pela comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/15/projeto-obriga-cartorios-a-usar-a-web-para-informar-mortes/


Se as redes sociais são um risco, por que usá-las?
Antes vistas como distração no trabalho, tais redes hoje têm potencial de negócio. Mas é preciso ter cautela ao lidar com elas.

Publicado em 11/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Quando as redes sociais como MySpace e Facebook surgiram, algumas empresas as viam como uma distração de trabalho e as proibiram. Com surgimento de mídias sociais com outros formatos, como Twitter, as empresas começaram a utilizar este potencial para a colaboração. Hoje elas evoluíram de uma ferramenta de uso pessoal para se tornarem uma mídia de comunicação de massa, com um potencial de marketing valioso.

Tendo em conta estas novas utilizações comerciais, a política de proibir esses sites parece completamente estranha. Especialistas em segurança, tais como Herbert Thompson, professor de Ciência da Computação da Universidade de Colúmbia (EUA), entretanto, alertam sobre os perigos de revelar informações pessoais em redes sociais. As pessoas podem postar dados que também são utilizados como senhas, como, por exemplo, o nome de solteira da mãe.

Assim, as empresas devem considerar a criação e aplicação de normas sobre como as redes devem ser utilizadas, especialmente em relação a informações da empresa. Um estudo recente conduzido pela IESE Business School, da Espanha, revelou que seis de sete empresas não têm uma política formal de como as redes sociais devem ser utilizadas dentro de suas organizações. Ignorar o aumento da utilização e influência da rede social e ferramentas Web 2.0 deixam as organizações sob o risco de uso indevido, o que pode conduzir a divulgação de informações sensíveis ou deturpação da imagem de uma marca.

Segundo Roger Thompson, pesquisador chefe da AVG, além de desenvolver políticas de alto nível para o uso de redes sociais, existem algumas orientações simples que podem minimizar os riscos aos gestores de pessoal. “O fato é que a utilização delas é tão amigável que as tornam perigosas. Você não se importa que seus amigos saibam onde você mora, quando é seu aniversário ou o nome de solteira de sua mãe, mas se os bandidos conseguirem invadir sua conta descobrirão também essas informações”, diz ele.

Roger Thompson informa que algo tão simples como criar senhas separadas para cada serviço e também diferentes logins para os sistemas da empresa pode ser eficaz. "Se você quer manter-se seguro sobre esses sites, deve usar uma identificação de usuário e senha exclusivos para cada um ou, pelo menos, uma senha exclusiva", diz ele.

Ser cauteloso com as pessoas com quem se interage e quais as aplicações instalar também é uma boa orientação. Sua mãe aconselhou a nunca falar com estranhos. O mesmo vale para sites de redes sociais – se você não sabe quem eles são, não fale com eles. Finalmente, tenha cuidado com os aplicativos que você concorda em instalar. Há um milhão de pessoas que desenvolvem conteúdos para estes locais e algo me diz que nem todos têm boas intenções.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/04/07/se-as-redes-sociais-sao-um-risco-por-que-nao-bloquea-las/


Verificar URLs curtas não protege usuário no Twitter, diz pesquisador
Levantamento mostra que incidência de sites maliciosos não caiu depois que microblog começou a verificar URLs postadas.

Publicado em 11/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Preocupações a respeito do risco inerente ao uso de URLs curtas podem ser demasiadas, segundo relatório publicado por um pesquisador da empresa de segurança Zscaler. Tal constatação vem depois de o Twitter ter anunciado a implementação de um sistema de verificação para checar todas as URLs postadas pelos usuários no serviço de microblog quanto a sites maliciosos. Em novembro, o bit.ly, popular serviço web para encurtar endereços de internet, fez um movimento semelhante. Mas a segurança pode serão tão necessária quanto se pensava.

Enquanto o Twitter e as URLs curtas utilizadas nos posts têm sido acusadas de direcionar usuários a sites maliciosos, Julian Sobrier, da Zscaler, pensa diferente. O pesquisador investigou os links postados no Twitter tanto antes quanto depois da implementação da medida de segurança. Foram vistoriadas mais de um milhão de URLs a partir da timeline no período compreendido por “algumas” semanas ante de a funcionalidade entrar em cena.

Os links foram avaliados por meio da infraestrutura da Zscaler para identificar que endereços estavam relacionados a sites maliciosos. Na mira estavam apenas sites maliciosos do tipo phishing e malware e não incluíram sites relacionados a spams.

Os números mostraram que apenas 773 links conduziam a sites com conteúdo malicioso, cerca de 0,6% da amostra, de acordo com o pesquisador. Sobrier diz que o Bit.ly representa 40% de todos os links curtos avaliados e, na mesma proporção, as URLs criadas por meio dele conduziam a conteúdos maliciosos. Outro encurtador de URLs, o TinyURL, responde por 5% das URLs publicadas e por 6% de endereços responsáveis por conteúdo malicioso.

“Ao que tudo indica, a proteção antiphishing antimalware do bit.ly não está resultado em URLs mais seguras, quando o comparamos com outros encurtadores de URL”, afirma Sobrier em um post publicado no site da empresa. Segundo ele, o que realmente é capaz de proteger os usuários são os serviços de varredure em tempo real que avaliam tanto a URL quando o conteúdo.

Sobrier diz que o Twitter e o bit.ly podem apenas fazer varreduras periódicas nos links, e os sites maliciosos tentam ocultar seu conteúdo maléfico de não usuários a partir de geografia ou do tipo de agente de verificação utilizado e também ao exigir um navegador que possa traduzir corretamente Javascript, Flash etc. “Criminosos podem apresentar conteúdo inofensivo aos serviços de varredura do Twitter ou do bit.ly, mas se mostrarem perigosos quando um visitante real vai até eles”, explica.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/04/05/verificar-urls-curtas-nao-protege-usuario-no-twitter-diz-pesquisador/

Uso da web e posse de PC em casa têm crescimentos recordes no Brasil
Mas diferenças regionais são marcantes e sugerem um possível crescimento das desigualdades digitais nos próximos anos.

Publicado em 07/04/2010 às 08h01m por Zeca Amaral

número de domicílios brasileiros em área urbana que têm computador alcançou seu melhor desempenho nos últimos cinco anos. Segundo a 5ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil — TIC Domicílios 2009, divulgado nesta terça-feira (6/4), o Brasil fechou o ano com 36% das casas com pelo menos um PC, um salto de 29% sobre o índice de 2008. O acesso à internet também cresceu, com 27% das residências brasileiras declarando acesso à web (em 2008, apenas uma em cada cinco casas contava com acesso à internet).

O número de computadores sem acesso à web ainda apresentam taxa média d crescimento maior do que os domicílios que contam com acesso. Segundo o TIC Domicílios 2009, a posse de computadores pessoas em casas, entre os anos de 2005 e 2009, cresceu 21%. Os números mostram que em 2005 havia uma diferença de quatro pontos percentuais entre o número de casas que tinham computadores (17%) e aquelas que também contavam com acesso à internet (13%).

Mas em 2009, essa diferença aumentou para nove pontos percentuais: enquanto 36% dos domicílios urbanos no Brasil têm pelo menos um computador, apenas 27% das casas acessam a internet. Segundo o relatório, existem hoje cerca de 4 milhões de computadores na região urbana e quem não contam com qualquer tipo de acesso à web. Considerando as regiões urbanas, o número de residências com pelo menos um PC, mas sem acesso à internet chega a 5 milhões.

Diferenças regionais
A região Nordeste do Brasil além de registrar um desempenho abaixo da média nacional também é a que tem a menor taxa de crescimento. Tais diferenças, segundo o relatório, “pressupõem um possível crescimento das desigualdades digitais no País ao longo dos próximos anos”.

As regiões Norte e Nordeste são as que têm as proporções mais baixas em relação a domicílios com acesso à web – ambas com 13%. No comparativo sobre domicílios com internet, temos: Sudeste (35%); Sul (32%); e Centro-Oeste (28%) – todos com penetração acima da média nacional (27%).

Apesar da baixa penetração, o relatório TIC 2009 mostra que, nos últimos cinco anos, a região Norte apresenta a maior taxa de crescimento no número de domicílios urbanos com acesso à web (25%), bem acima dos 15% registrado no Nordeste e superior até dos que as regiões mais desenvolvidas: Sudeste (22%); Sul (21%); e Centro-Oeste (20%).

O TIC Domicílios 2009 foi elaborado pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) e, pelo segundo ano consecutivo, incluiu nos dados analisados informações da área rural do Brasil. O relatório foi divulgado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/06/uso-da-web-e-posse-de-pc-em-casa-tem-crescimentos-recordes-no-brasil/

Governo quer banda Larga em todas as escolas públicas até fim de 2010
Meta de equipar todas as 64.879 escolas públicas urbanas de ensino com internet rápida pode ser alcançada ainda este ano.

Publicado em 07/04/2010 às 08h01m por Zeca Amaral

Criado pelo governo federal, o programa Banda Larga nas Escolas completa em abril dois anos perto da meta de equipar todas as 64.879 escolas públicas urbanas do País com computadores com acesso à internet rápida. A expectativa é de que isso ocorra até o fim deste ano, o que abrangerá 37 milhões de estudantes, de acordo com os responsáveis pelo projeto no Ministério da Educação e na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A previsão é baseada no balanço do programa feito pela Anatel no final do ano passado: em 2009, 25.331 instituições de ensino público em municípios de quase todo o país foram conectadas à rede mundial de computadores; em 2008, esse número foi de 17.681 escolas. Ou seja, ao entrar no segundo ano, o programa já alcançava 66% - 45.192 - do total de estabelecimentos de ensino a serem equipados.

Os números da Anatel mostram que os Estados com mais escolas conectadas à internet por meio do programa eram os de maior densidade demográfica: Minas Gerais (4.962), São Paulo (4.842), Rio de Janeiro (4.080) e Bahia (4.026). As regiões com menor número de escolas informatizadas foram Roraima (68), Amapá (131) e Acre (187). Essas localidades devem estar completamente atendidas até o fim de 2010, quando o programa estará concluído.

O projeto se tornou possível graças a um acordo firmado pelo governo com operadoras de telefonia fixa, por meio da Anatel, para a implantação da banda larga nas escolas indicadas pelo Ministério da Educação, sem nenhum custo para o governo e como contrapartida pelos serviços comerciais que elas exploram no País.

Esse compromisso foi firmado com o Ministério das Comunicações na época da mudança do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Consultado (STFC). As cinco concessionárias concordaram em trocar a obrigatoriedade de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações em todos os municípios, até o fim de 2010, pelo compromisso de instalar banda larga.

Isso foi feito por meio da assinatura de adendos aos contratos fechados com a Anatel. Por ocasião da assinatura dos novos termos com as concessionárias, em 2008, havia cerca de 56 mil escolas públicas urbanas cadastradas pelo MEC com acesso à banda larga. Estão incluídas nesse grupo as escolas públicas de ensino fundamental (municipais) e médio (estaduais).

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/05/governo-quer-banda-larga-em-todas-as-escolas-publicas-ate-fim-de-2010/


Suporte para Windows 2000 e XP SP2 termina em julho, lembra Microsoft
Data limite de suporte para Windows XP SP2 e versões Professional e Server do Windows 2000 é 13/7; para o Vista RTM, é 13/4.

Publicado em 03/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (30/3) que vai interromper o suporte para os sistemas Windows XP Service Pack 2 (SP2), Windows 2000 Professional e Windows Server 2000 em 13 de julho de 2010.

Dois meses antes, em 13 de abril de 2010, a empresa também não irá fornecer mais suporte para o Windows Vista Release to Manufacturing (RTM).

A medida deverá causar impacto a muitos usuários de PC já que, de acordo com a empresa de pesquisas Forrester, uma década depois de seu lançamento, o XP ainda comanda 80% de todos os PCs corporativos com Windows.

A partir de meados de abril, a Microsoft não irá mais oferecer opções de serviços de suporte a clientes que usam versões não suportadas do Windows ou de algum de seus Service Packs. A empresa afirmou que irá rever as atualizações para depois construí-las apenas para as versões e os Service Packs suportados.

Essas atualizações incluem os pacotes de segurança liberados com os boletins do Centro de Resposta de Segurança da Microsoft, informou a empresa. Os usuários têm a opção de escolher a maioria dos Service Packs atuais, que podem ser baixados via Windows Update, Windows Server Update Services/Microsoft System Center, e Microsoft Download Center.

A Microsoft afirmou também que não haverá qualquer rota suportada para migração do Windows 2000 para o Windows 7. Quem ainda usa o 2000 terá que atualizar para o Windows XP e depois migrar para o Windows 7 usando o Windows User State Migration Tool (USMT) 4.0.

Os clientes da empresa podem visitar o Centro de Soluções para Fim de Suporte do Windows 2000, para obter mais informações sobre o Windows 2000 e o Windows 2000 Server. PCs e servidores com Windows XP, Windows Vista, Windows 2000 e Windows Server 2000 continuarão a receber atualizações de segurança apenas se eles forem atualizados antes do das datas de término de suporte.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/30/suporte-para-windows-2000-e-xp-sp2-termina-em-julho-lembra-microsoft/


Telas 3D do futuro descartam uso de óculos especiais
Fabricantes apresentam soluções que tornam uso da imagem 3D mais acessível; um dos projetos utiliza a tela de um MacBook.

Publicado em 03/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Um grupo de companhias apresentou novos tipos de telas que projetam uma imagem 3D diretamente para os olhos, descartando a necessidade de óculos especiais. Hoje, os óculos são utilizados para separar e escolher qual das duas imagens cada olho enxerga, por meio de filtros de cores ou obturadores sincronizados com a tela. Na nova tecnologia, a separação é feita por um painel composto por lentes minúsculas que ficam na frente da tela.

Esse conceito não é novo, mas no passado a pessoa teria que estar em um ponto específico em relação à tela para conseguir ver a imagem em 3D e, caso se movesse, o foco da imagem seria perdido.

Uma das novas telas, desenvolvida pela Sunny Ocean Studios, promete mudar isso com um painel que pode ser acoplado às telas comuns, enviando uma imagem estereoscópica para 64 posições ao redor da tela.

“Isso significa que você terá um grande campo de visão, podendo se movimentar [com mais liberdade] e visualizar uma ótima imagem 3D”, afirmou o diretor da empresa, Armin Grasnick. “Normalmente você teria poucos, apenas cinco ou nove ângulos, mas agora temos 64 e é fácil de capturar o efeito 3D”. A Sunny Ocean pretende comercializar os painéis para fabricantes de telas.

Um painel similar foi desenvolvido pela empresa alemã SeeFront, mas ele projeta uma imagem para um único ponto que adapta sua posição de acordo com o usuário por meio de uma câmera que capta os movimentos. “Temos uma câmera como parte da tela e ele fica 'de olho' em você”, afirmou o fundador da companhia, Christoph Grossman. Segundo ele, o dispositivo identifica a posição do usuário em termos de coordenadas X, Y e Z. Essa informação é passada para um algoritmo no computador embutido na tela e é analisada pra oferecer a melhor imagem 3D segundo esta posição.

Talvez o sistema mais interessante tenha sido uma tela apresentada pelo Fraunhofer Institute, também alemão. Ele conta com um painel de lentes cilíndricas estreitas na frente da tela que dividem as duas imagens reproduzidas e as redireciona para cada um dos olhos.

“É claro que você quer se mover”, afirmou Bernd Duckstein, pesquisador do instituto. “Por isso há duas câmeras em cima da tela, que detectam a posição dos olhos do visualizador e, de acordo com essa posição, as lentes se movem em frente ao painel pra que os canais possam seguir os olhos do usuário”.

Além disso, a tela conta com câmeras infravermelhas para monitorar gestos de mão. Os usuários podem manipular objetos na tela e controlar o software sem ter que tocar na tela.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/05/telas-3d-do-futuro-descartam-uso-de-oculos-especiais/


Como prolongar a vida útil da bateria do notebook
Eis um componente que não foi feito para durar a vida toda; entretanto, é possível explorar seus recursos um pouco mais.

Publicado em 31/03/2010 às 08h00m por Zeca Amaral

As baterias de laptops são como pessoas: algum dia vão morrer, inevitavelmente. Diferentemente dos processadores, as baterias não obedecem a uma 'lei de Moore', ou seja, não espere que as baterias lançadas no próximo ano sejam menores do que as atuais e que tenham ainda mais capacidade de carga, pelo menos até descobrirem outros componentes para substituir o lítio, elemento químico básico usado nas bateriais atuais.

Mas se você cuidar bem dela, é possível adiar o inevitável. Abaixo, listamos proccedimentos que vão ajudar a manter a capacidade de carga da bateria do portátil por mais tempo. Com sorte, o componente irá durar até o momento em que você decida substituir o notebook.

Mostramos também como manter a energia por mais tempo entre as recargas, de modo a permitir que se possa ficar mais preciosos minutos afastado de uma tomada elétrica. E quem precisa de mobilidade sabe como isto é importante.

Não use o notebook até a bateria se esgotar

Extrair até o último elétron da bateria vai diminuir o tempo de vida útil da mesma. Fazer isso uma ou duas vezes não causará danos, mas o efeito acumulativo acaba por encurtar a vida do componente. Há uma exceção a essa regra, em uma circunstância em que é recomendado descarregar a bateria totalmente. Mas falaremos sobre isso mais à frente.

A boa notícia é que os notebooks mais atuais são projetados para desligar antes da bateria se esgotar completamente. O Windows 7 e o Vista já possuem configuração para esta finalidade. Para chegar até ela, clique em Iniciar, digite energia, tecle Enter e escolha o item Opções de energia.

Em seguida, escolha um dos dois planos que aparecem (Equilibrado e Economia de energia) - a escolha não faz diferença, pois vamos personalizar o modo de como o notebook vai consumir energia. Selecione a opção Alterar Configurações do Plano. Isso resulta em outra janela, com mais opções. Escolha o item Alterar configurações avançadas de energia.

Na janela aberta, role a página até o item Bateria e clique no sinal de (+) para expandir mais opções. Escolha Nível de bateria crítica. Sugerimos preencher o campo com o valor 5%.

Mito: a bateria nunca deve ser recarregada totalmente.

Há controvérsias sobre essa afirmação. Em pesquisas para fazer esse artigo, conversamos com alguns especialistas e alguns são a favor e outros são contra. No entanto, não encontramos nada que afirmasse que isso fosse verdade. O melhor é sair de casa com a bateria totalmente carregada e ficar tranquilo de que ela vai durar mais tempo longe de uma tomada.

Mantenha o notebook longe do calor

A via útil da bateria pode ser reduzida por causa de calor excessivo. Certifique-se de que as saídas de ar do notebook (geralmente ficam em uma das laterais) não estão bloqueadas. A parte de baixo do portátil também possui ranhuras para circulação de ar. Portanto não é recomendado trabalhar com o laptop em cima de almofadas ou travesseiros. Caso queira fazer isso, melhor colocar sobre a almofada uma base sólida, como se fosse o tampo de uma pequena mesa.

É possível limpar essas ranhuras sem abri o notebook, usando uma lata de spray de ar comprimido ou mesmo mini aspiradores, ambos encontrados em lojas especializadas. Faça isso com o portátil desligado.

Dê um descanso para a bateria

Se você trabalha frequentemente com o notebook ligado a tomada (a partir de uma semana), retire a bateria do laptop. Caso contrário, a bateria entrará em um processo rápido de desgaste, pois assim que ela descarrega um pouco, já é recarregada novamente. Isso também o evita o desgaste por aquecimento, como já vimos acima.

Também não é recomendado retirar a bateria enquanto o notebook estiver ligado, nem mesmo quando ele estiver no modo de espera. Isso pode travar o sistema e seu trabalho será perdido. E pode acontecer o pior, que é danificar o hardware.

Inserir a bateria com o notebook ligado é outra ação que não deve ser feita. As únicas situações em que a bateria deve ser retirada ou recolocada é quando o notebook estiver desligado (e como o cabo de força desconectado da tomada) ou no modo de hibernação.

Mito: é recomendado manter a bateria refrigerada

Provavelmente você já ouviu falar algo sobre estender a vida de uma bateria guardando ela por um tempo na geladeira. Saiba que a última coisa que queremos em uma bateria e vê-la molhada. Mesmo que ela seja acondicionada em um saco plástico, a condensação pode estragar a bateria, pois o ar gelado infiltra-se no invólucro e deixa as baterias úmidas.

O melhor a fazer é guardá-la em local seco e à temperatura ambiente, longe de fontes de calor. E se o notebook for usado constantemente na tomada, é recomendado recolocar a bateria nele para uso pelo menos uma vez a cada dois meses.

Faça uma carga, use até o sistema operacional desligar o notebook, recarregue e, então, pode guardá-la novamente. A bateria sem uso perde suas propriedades químicas e isso também diminui sua vida útil.

Mito: é possível ‘dar vida nova’ a uma bateria desgastada

Realmente não há como fazer com que o elemento químico lítio consiga segurar mais elétrons do que atualmente pode gerenciar. Se a bateria está se esgotando rapidamente ou o notebook está com problemas para medir a quantidade de energia restante, o que se pode fazer é instalar qualquer software externo que faça uma medição mais precisa. Mas saiba que isso só permite saber quanto tempo de carga restante o portátil tem; não há qualquer software que seja capaz de recuperar a saúde da bateria desgastada pelo tempo.

Se constatar que a bateria não consegue mais segurar a carga, tente usar o recurso de descarregá-la totalmente. Aliás, esta é a única exceção à regra de não descarregar a bateria até o fim, explicada no início deste texto. Sugerimos que faça isso - descarregá-la e carregá-la totalmente - duas vezes.

Como o sistema operacional foi configurado para não deixar a bateria se esgotar totalmente (ela sempre terá por volta de 5% da carga), você terá fazer o seguinte:

Deixe o sistema ligado, sem proteção de tela e sem desligamento automático. Quando a bateria chegar ao nível de 5%, o Windows irá desligar o notebook. Para consumir o que sobrou de energia, ligue o portátil e entre no sistema de configuração de hardware (BIOS). Dessa forma o laptop ficará ligado até drenar toda a energia da bateria - como o sistema operacional não foi carregado ainda, a bateria continuará a ser drenada, até que a carga se esgote totalmente.

Para acessar o BIOS, cada notebook possui uma tecla diferente. Ao ligar o equipamento, é necessário pressionar uma tecla. Alguns fabricantes optam pela tecla DEL, outros pela tecla de função F2. Apesar de serem as teclas mais comuns para acessar o BIOS, alguns fabricantes podem escolher outras teclas de função. O manual do equipamento sempre indica qual é essa tecla.

Depois de entrar no sistema e configuração do notebook, basta deixá-lo ligado. Como não há nenhum controle de energia nesse sistema, não é necessário ficar monitorando o portátil. Ele será desligado somente quando não houver mais energia qualquer carga na bateria.

A partir disso, deixe a bateria carregando, mas sem ligar o notebook. Repita todo o processo mais uma vez. Com isso, é possível que a bateria tenha mais um sopro de vida até ser substituída por uma nova ou até você decidir qual modelo novo de notebook comprar.

Vida mais longa entre as recargas

As dicas acima servem para aumentar o tempo de vida da bateria até que ela seja substituída por uma nova. Mas na rotina diária, estamos mais preocupados em quanto tempo podemos manter nosso notebook funcionando longe da tomada. Algumas das dicas a seguir podem ser básicas, mas é sempre bom lembrar de todas elas.

Regular o brilho da tela

A iluminação do display LCD consome boa parte da energia fornecida pela bateria. Regule o brilho para o nível mais baixo possível, mas que fique confortável para seus olhos.

Desligue dispositivos que não esteja usando

O primeiro item a ser desligado é o Bluetooth, pois não ficamos utilizando o tempo todo. Se não estiver usando uma rede sem fio, desligue também o sinal do Wi-Fi. Se possível, não use mouse externo e nem o sistema de som.

Evite a multitarefa

Se possível, não deixe muitos programas abertos simultaneamente. Quanto mais aplicativos abertos houver, mas necessidade de acesso ao HD para guardar informações de trabalho e mais a bateria será utilizada. Se você está concentrado em uma planilha de cálculo, só deixe aberto o navegador ou o processador de textos, caso precise fazer alguma pesquisa. Sugerimos não desabilitar o antivírus ou firewall, a não ser que esteja desconectado da rede e da interent - e LEMBRE-SE de executá-los novamente ANTES de tais conexões serem efetuadas.

Modo de espera e o modo hibernar

Se tudo que se quer é economizar energia, é preciso entender qual método é melhor para usar quando o laptop não estiver sendo utilizado.

O modo de espera (também conhecido como 'dormir') no Windows 7, Vista e XP mantém seu notebook ligado, mas consumindo muito menos energia do que se estivesse em atividade. Mas o fato é que ele continua ligado e consumindo um mínimo de energia.

Já o modo hibernar salva todo o ambiente (inclusive as aplicações abertas) no disco rígido e logo depois disso desliga completamente o portátil, cortando a energia por completo. Por outro lado, o Windows leva mais tempo para entrar e sair da hibernação. Alguns casos passam de um minuto.

A regra aqui se baseia no tempo em que o notebook vai ficar sem atividade. Se esse tempo passar de meia hora, o melhor método a escolher é o de hibernar.

Último mito: adicionar memória RAM ajuda a aumentar o tempo de energia fornecida

É verdade que a maior quantidade de memória ajuda o sistema a usar menos o disco rígido como sistema auxiliar. E o disco rígido consome mais eletricidade do que a memória.

No entanto, o disco rígido sempre será utilizado e mais memória não reduzirá a quantidade de energia de modo significativo, já que mais memória também vai consumir mais eletricidade.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/30/como-prolongar-a-longa-util-da-bateria-do-notebook/


Banda larga móvel rural depende de acordo com a Polícia Federal
PF gastou US$ 100 milhões em equipamentos de rádio que operam na frequência do serviço. O edital deve prever o ressarcimento.

Publicado em 31/03/2010 às 08h00m por Zeca Amaral

A liberação das faixas de frequência de 450 MHz a 470 MHz para telefonia móvel (SMP) em áreas rurais, prevista no modelo de Plano Nacional de Banda Larga a ser apresentado ao presidente Lula nas próximas semanas, depende de um acordo com a Polícia Federal.

O motivo: a PF investiu 100 milhões de dólares em equipamentos de trunking (rádio) que operam nesta faixa de frequência, e precisará deixá-la livre. De acordo com o gerente de engenharia de espectro da Anatel, Marcos Oliveira, uma possibilidade será incluir, no edital, a obrigação de ressarcimento desses recursos pela operadora que comprar espectro para prestação dos serviços.

Oliveira diz que estão sendo feitas reuniões com representantes da PF para chegar a uma estratégia de liberação da faixa. O projeto para aproveitamento da faixa 450 MHz a 470 MHz deverá contar com verbas de fundo setorial, de acordo com o representante da Anatel, para viabilizar o modelo de negócios para atendimento em áreas de baixa densidade populacional. Ele participou, junto com representantes de operadoras e da indústria, de debate sobre regulamentação da comunicação móvel, hoje, em São Paulo, durante o lançamento da 10ª Rio Wireless International Conference, programada para acontecer no Rio de Janeiro no dia 12 de maio, com as redes de quarta geração da telefonia móvel como tema.

Se o acordo para uso das frequência de 450 MHz a 470 MHz em telefonia móvel for fechado, a PF vai migrar seu serviço de trunking para a faixa de 380 MHz a 400 MHz. A faixa de 360 MHz a 380 MHz será destinada ao chamado serviço limitado, e a de 225 MHz a 270 MHz, para redes Meesh ou Ad hoc. Oliveira lembra que, em tese, o leilão dessa frequência estava previsto para sair até o final do ano. E que há, no governo federal, uma pressão para uma solução que a permita integrar o Plano Nacional de Banda Larga. A tecnologia é propícia à inclusão digital por oferecer maior alcance, logo menores custos de implantação. Quanto mais baixa a faixa, maior a abrangência. Por exemplo, em 2,5 GHz, o alcance é muito menor.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/30/banda-larga-movel-rural-depende-de-acordo-com-a-policia-federal/


Brasil piora e cai quatro posições no ranking global de tecnologia.
Apenas quatro economias na América Latina figuram entre as 50 primeiras colocadas e o País não faz parte delas.

Publicado em 28/03/2010 por Zeca Amaral às 15h10m 

O Brasil ocupa a 61ª posição no ranking do Relatório Global de Tecnologia da Informação 2009-2010, elaborado pelo Fórum Mundial Econômico e divulgado nesta quinta-feira (25/3). O País caiu duas posições em relação ao ranking anterior e apenas quatro países latinoamericanos – Barbados (35º), Chile (40º), Porto Rico (45º) e Costa Rica (49º) – estão entre as nações com maior preparo tecnológico em todo o mundo. México também caiu e agora é o 78º colocado.

Na outra ponta, a Suécia lidara o ranking, seguida por Cingapura, Dinamarca, Suíça e Estados Unidos. As posições se alteraram significativamente em relação ao relatório anterior, cuja liderança pertencia à Dinamarca, à frenta da atual líder, Suécia. Os Estados Unidos também apresentaram um resultado ruim, caindo duas posições no relatório atual.

Realizada pelo nono ano consecutivo, o relatório avaliou o uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em 133 países. Em comunicado divulgado pelo Fórum, a economista sênior da rede de competitividade global da entidade afirma que a maior capacidade da Suécia, Cingapura e Dinamarca de implementar a TIC como plataforma para desenvolver crescimento econômico sustentável no longo prazo “aproveita da mesma postura, que nasce do foco tradicional do governo e do setor privado em educação, inovação e acesso e difusão da TIC”.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/25/brasil-piora-e-cai-quatro-posicoes-no-ranking-global-de-tecnologia/


Photoshop CS5 remove elementos em imagens como num passe de mágica.
Com o Content-Aware Fill, a remoção de elementos de fotos é automática: o software preenche o espaço automaticamente.
Publicado em 28/03/2010 por Zeca Amaral às 15h10m 

O Photoshop, que completa 20 anos em 2010, está prestes a ganhar uma nova versão, o CS5. O pacote Adobe Creative Suite CS5, que será lançado no dia 12/4, traz uma série de novos recursos, dentre eles um sistema “consciente do contexto das imagens”.

Às vésperas do lançamento, um vídeo apresenta um prévia do funcionamento da ferramenta chamada de “Content-Aware Fill”.

Ela está integrada a vários recursos já conhecidos, como o básico selecionar e apagar, e permite fazer modificações intensas em questão de segundos. Para tirar uma árvore de uma foto, por exemplo, basta apagá-la e o Photoshop redesenhará o céu automaticamente, como é mostrado no vídeo.

O Content-Aware Fill também vale para outras ferramentas do software como o Spot Healing Bush. Com a integração, para remover um animal de uma paisagem, tudo que o usuário precisa fazer é clicar e arrastar o mouse em volta dele.

http://www.youtube.com/watch?v=NH0aEp1oDOI
http://www.youtube.com/watch?v=BShE_jS8jLE

O vídeo não informa o computador utilizado nos testes, mas o processo de análise do contexto da imagem e preenchimento automático provavelmente precisará de uma máquina de alto desempenho para ser executado como na demonstração.

Outros recursos prometidos para o Photoshop CS5 incluem uma nova ferramenta que simula a pintura com pincel – incluindo transformações de cores quando uma é somada à outra – e a ferramenta Warp para camadas, que é capaz de mapear automaticamente um cenário ou elemento e aplicar controles de posições.

Já este vídeo, divulgado ano passado, mostra uma prévia destas duas funções. O Warp abre possibilidades para criar animações de forma fácil: com a ferramenta, é possível reposicionar qualquer parte do corpo de uma pessoa, por exemplo, sem esforços.

O pacote Adobe Creative Suite será lançado na internet e conta com 13 programas conhecidos no mercado, como o InDesign, Flash, Dreamweaver, Premiere, Fireworks e Illustrator.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/26/photoshop-cs5-remove-elementos-em-imagens-como-num-passe-de-magica/


De cada dez notebooks perdidos, seis têm dados violados
Levantamento mostra que o elo mais frágil da cadeia de segurança continua sendo o usuário de computadores portáteis.

Publicado em 24/03/2010 por Zeca Amaral às 01h00m

Pesquisa realizada no Reino Unido constatou que 90% dos profissionais de TI entrevistados reportaram que as empresas em que trabalham tiveram pelo menos um notebook notificado como perdido ou roubado. A situação se torna ainda mais crítica quando 61% deles afirmam que o sumiço resultou em violação de dados.

Os resultados são parte do estudo "2010 Human Factor in Laptop Encryption Study: United Kindom", realizada pela consultoria Ponemon Institute para a Absolute Software. A consultoria entrevistou 368 profissionais de TI e 355 gerentes de negócios que não são da área de tecnologia.

O levantamento descobriu que apesar de 35% dos gerentes de negócios informarem a perda ou o roubo de seus laptops e outros 25% avaliarem que a violação de dados como consequência disso, apenas 18% disseram que as empresas onde atuam foram capazes de comprovar que o conteúdo armazenado nos equipamentos estava criptografado.

Apesar do risco de perda de notebooks e de violação de dados, nem todas as empresas oferecem criptografia para os computadores portáteis de seus funcionários. Pouco mais da metada (55%) dos gerentes de negócios informou ter acesso a esse recurso - 10% a menos que os profissionais de TI.

O Instituto Ponemon também descobriu que os gerentes de negócios colocam as informações em risco, ao não usarem criptografia de forma adequada: 48% dos gerentes de negócios admitiram esquecer as senhas de de criptografia de seus laptops, comparado a apenas 7% dos profissionais de TI. Além disso, metade dos gerentes de negócios garantiu ser capaz de recuperar senhas e 43% declararam não poder acessar informações ou terem perdido o dado permanentemente porque esqueceram a senha de acesso.

Gerentes de negócios também se mostraram mais dispostos a driblar procedimentos de segurança ao anotar a senha em papéis (35%) ou compartilhá-la com outras pessoas (31%). Entre os profissionais de TI, 3% admitiram compartilhar a senha com outras pessoas.

A consultoria reiterou a conclusão do estudo de 2008: "O fator humano é o elo mais fraco no esforço de qualquer empresa para proteger dados". Outro estudo, também do Ponemon Institute, realizado em janeiro, mostrou que o custo de violação de dados subiu para 204 dólares por registro perdido ou roubado.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/17/de-cada-dez-notebooks-perdidos-seis-tem-dados-violados/


Seis mitos sobre segurança no computador e a verdade sobre eles
Saiba o que se passa na cabeça dos usuários de PCs e por que a questão da segurança continua da forma como sempre foi.

Publicado em 24/03/2010 por Zeca Amaral às 01h00m

Uma rápida olhada para os dez anos de vida do Windows XP e sua longa história de bugs e correções nos faz pensar imediatamente em duas questões: Como pode a indústria de software falhar tanto ao entregar aplicações seguras aos usuários? Será que ainda está longe o dia em que, para se usar um computador, não será mais preciso ser um expert em segurança?Ao que parece, a mensagem clássica da indústria de segurança é sempre algo parecido como “você deveria saber que não poderia clicar neste link”,ou “como pôde acreditar que aquela mensagem realmente veio de sua mãe?".

Para alguns usuários de computadores é incrível acreditar que ainda existam tantos usuários vítimas dos mesmos golpes (ainda que ligeiramente diferentes).Mas o que é que os desenvolvedores de sistemas de segurança têm feito para ajudar realmente estas pessoas?

Listamos abaixo seis situações corriqueiras, a percepção comum que os usuários têm a respeito delas, e como os especialistas em segurança lidam com o assunto.

“Se um e-mail parece autêntico, então ele é seguro”
Ao que parece, os desenvolvedores de sistemas de segurança acreditam mesmo que todos os usuários são tão inteligentes quanto eles. Afinal, mensagens spam, ataques phishing e todo tipo de malware têm existido há anos. Se os especialistas não se surpreendem quando um ataque se faz passar por uma mensagem eletrônica verdadeira, por que, então, os usuários não pensam da mesma maneira?

Para os técnicos, a desconfiança é parte de sua natureza, mas não se pode esperar que tal característica seja inerente ao usuário comum. Em vez disso, os especialista ainda ficam surpresos e até mesmo consternados quando veem internautas sendo vítimas desse tipo de armadilha.

Mas não pode simplesmente culpar alguém que tenha sido vítima de ataque phishing só porque resolveu acreditar em uma mensagem de cancelamento de uma compra feita em um site de e-commerce, com grandes chances de que uma compra de fato tenha ocorrido em tal site.

“Esta mensagem é de alguém que conheço, portanto é segura”
Quem lida diariamente com questões relativas à segurança eletrônica sabe que não se pode descuidar de spammers e de outros tipos de ataques que encontram maneiras de burlar o campo “remetente” em uma mensagem eletrônica.

Existem diversas formas de fazer isso, mas sua mãe ou mesmo a secretária da empresa pode ter conhecimento suficiente para concluir que um e-mail que fale de uma super liquidação, por exemplo, não tenha mesmo sido enviado por alguém conhecido.

Tudo o que os especialistas dizem é que o e-mail, com uma carta comum, pode trazer escrito no envelope o nome de um remetente que conhecemos sem que esta carta tenha realmente sido enviada por tal pessoa.

“Se um amigo publica um link do Orkut ou Twitter, então ele é seguro”
As redes sociais cresceram muito em termos de popularidade e as comunidades - se é que podemos chamá-las assim - de criminosos virtuais já embarcaram nessa onda também. Mesmo porque na maioria das vezes são os mesmos que, antes, enviavam emails de spam ou phishing scams. Agora, dirigem seus esforços para onde as vítimas potenciais estão: as redes sociais.

Por meio de aplicações web tais como Cross-site Scripting (XSS), mensagens podem ser publicadas em redes sociais de forma que pareçam ter sido escritas por pessoas conhecemos. Elas parecem legítimas, quando na realidade não são.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/22/seis-mitos-sobre-seguranca-no-computador-e-a-verdade-sobre-eles/

Verifique se um arquivo ou anexo de e-mail tem vírus sem gastar nada.
Submeta o arquivo suspeito ao VirusTotal e aguarde pela resposta. Isso pode ser feito até por e-mail ou a partir de uma URL.

Publicado em 21/03/2010 por Zeca Amaral

VirusTotal Uploader verifica downloads, anexos de e-mail e qualquer outro arquivo utilizando 40 diferentes ferramentas de varredura e checa se ele é seguro para seu computador. E submeter um documento ou arquivo suspeito é tão fácil quando clicar com o botão direito do mouse sobre ele. Para isso, é necessário baixar e instalar um utilitário gratuito que será responsável pelo envio do arquivo.

A nova interface da ferramenta pode, agora, fazer varreduras a partir de uma URL, o que significa que um arquivo suspeito nem precisa ter chegado fisicamente ao seu sistema para ser verificado.

Mesmo as melhores ferramentas antivírus ainda deixam escapar alguns arquivos maliciosos, por isso submeter qualquer arquivo suspeito a 40 diferentes ferramentas de análise é algo muito bem-vindo e é isso que o site VirtusTotal.com faz. Pode ser que o serviço aponte alguns falsos positivos, mas isso não desqualifica o serviço.

Para submeter um arquivo suspeito à avaliação do site, além do aplicativo indicado acima, você pode ir até a página do VirtusTotal.com e fazer o upload na mão (a interface do site está em português). Basta selecionar o arquivo e clicar no botão Enviar Arquivo. O arquivo não pode ter mais de 20 megabytes.

Se optar pelo aplicativo cliente, verá que existem algumas opções interessantes. Os novatos verão uma lista de todos os programas que atualmente estão sendo executados no PC. Caso deseje que o VirusTotal Uploader verifica qualquer um deles, basta selecioná-lo e clicar no botão Upload processes executable.

Uma opção útil e que só está disponível na versão cliente da ferramenta é a que permite submeter um arquivo à verificação do serviço sem que ele precise ser baixado antes. Basta digitar a URL ou clicar com o botão direito sobre o link e escolher a função Copy link location e colar no espaço correspondente e depois clicar no botão Get and upload.

O VirtusTotal não é a solução definitiva para seus problemas com malware. Mas ele é um complemento importante e gratuito para reforçar suas linhas de defesa.

Por e-mail também
Uma terceira forma de usar o VirusTotal.com é enviar o arquivo suspeito por e-mail para o endereço scan@virustotal.com. A mensagem deve ter, no campo assunto, a palavra “SCAN” (sem as aspas) e o arquivo também não deve ter mais de 20 MB.

O site irá enviar uma mensagem de volta com os dados da análise. O tempo de resposta, segundo o VirusTotal.com pode variar dependendo do volume de carga a que o sistema estiver submetido.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/02/23/verifique-se-um-arquivo-ou-anexo-de-e-mail-tem-virus-sem-gastar-nada/

Todos os ícones da área de trabalho desapareceram. E agora?
Recurso do Windows 7 pode assustar usuários menos experientes. Na realidade nada aconteceu e trazê-los de volta é simples.
Publicado em 21/03/2010 por Zeca Amaral

Toda vez em que o sistema operacional Windows recebe uma nova versão, seu visual é alterado de forma radical. Isso é natural e positivo, pois a intenção é facilitar a vida do usuário com recursos mais interativos e fáceis de manusear. Mas esse mesmo usuário precisa se adaptar à nova interface, e isso leva tempo, e os novos recursos podem até deixar as coisas confusas.

O pior é que os recursos mais simples são por vezes os que mais complicam a nossa vida. É o caso, por exemplo, de um item do menu suspenso da área de trabalho que faz com que todos os ícones da área de trabalho desapareçam. Na verdade, eles ficam escondidos, mas, se por acaso, alguma vez essa opção do menu foi selecionada 'sem querer', o susto pode ser grande.

Para não entrar em pânico, faça o seguinte: clique na área de trabalho com o botão direito do mouse para abrir o menu suspenso. Agora leve o cursor do mouse até o item Exibir. No novo menu que abrir, marque a opção Mostrar ícones da área de trabalho para exibir todos os ícones, simples assim.

O objetivo dessa função é limpar a área de trabalho para ver uma tela de fundo em detalhes ou para organizar a exibição de aplicativos abertos, deixando a área de trabalho mais "limpa". Mas como é daquelas funções discretas e pouco usadas, pode pregar uma peça no usuário mais distraído.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/18/todos-os-icones-da-area-de-trabalho-desapareceram-e-agora/


Próxima geração de e-books terá cores e será capaz de exibir vídeos
Saiba como os leitores de livros eletrônicos de hoje funcionam, seus prós e contras e o que a indústria lançará em breve.

Publicado em 16/03/2010 por Zeca Amara

As telas do Kindle e do e-book da Sony apresentam uma nitidez como se fosse uma página impressa. Mas ainda vão melhorar. Até o final do ano serão apresentados modelos com novas tecnologias para o display.

A próxima geração de leitores de livros eletrônicos irá suportar cores e taxas de atualização de tela capazes de suportar a exibição de vídeos. As telas também usarão uma tecnologia que permite que elas sejam flexíveis. Não significa que será possível enrolar o leitor de e-book como se fosse uma revista, mas fará com que o produto seja menos frágil.

Essa geração de leitores de e-books vai inaugurar uma nova era para o livro digital, incluindo publicações periódicas que dependem de gráficos detalhados em cores (imagine também um livro para crianças). E ainda a exibição de vídeos em revistas e jornais para enriquecer o conteúdo das notícias.

A tecnologia dos LCDs de computadores e notebooks ainda não é adaptada para servir como substituto do papel. Um dos empecilhos é a retroiluminação. Ler um longo texto nessas telas causa rapidamente fadiga nos olhos.


E-ink (Tinta eletrônica ou papel eletrônico)
A maioria dos leitores de livros eletrônicos utiliza no display uma tecnologia chamada E-ink, pertencente a empresa Prime View International, de Taiwan. Os produtos com essa tecnologia funcionam mediante um processo químico chamado eletroforese. Por meio dela, partículas de tinta preta e branca são seladas em um filme plástico. Por sua vez, este filme é laminado em uma folha de circuitos eletrônicos.

As partículas de tinta preta e branca respondem de modo diferente às cargas positivas e negativas: dependendo do grupo de partículas que sobe, a superfície da tela ficará em preto ou em branco.

A exposição eletroforética é ideal para os leitores de e-books. Elas são finas, suportam resoluções altas, que oferecem precisão na exibição dos caracteres. Além disso, consomem pouca energia porque não precisam de retroiluminação, como telas de LCD. Para visualizar o conteúdo é necessário apenas iluminação externa, como o papel.

Na verdade, a tecnologia E-ink funciona de modo contrário ao LCD: quanto mais luz melhor para os leitores de e-book. Em displays de LCD, quanto mais luz, mais desconfortável se torna a leitura. E essa falta de luz de fundo no leitor de e-book, torna a leitura confortável para os olhos.

Outra razão porque o papel eletrônico consome menos energia do que os LCDs: eles não precisam de energia para manter a imagem. Apenas quando a página é renovada é que a energia passa pela folha de circuitos eletrônicos. Por esse motivo o consumo de energia nesses dispositivos é medido pelo número de páginas atualizadas.

Desvantagens do papel eletrônico
Essa tecnologia possui alguns inconvenientes, a começar pelo tempo de resposta. Uma das queixas mais comuns é o tempo necessário para mudar de página e o efeito de cintilação na mudança da imagem. Isso porque o tempo de resposta para mudar do preto para o branco ou vice-versa, é cerca de centenas de milésimos de segundo.

A título de comparação, o LCD possui tempo de resposta na casa dos milésimos de segundo e, ainda assim, a indústria luta para diminuir ainda mais esse tempo. Na prática, a mudança de página de um e-book leva mais tempo do que virar a página de um livro em papel. Com isso, fica clara outra desvantagem: o papel eletrônico não é conveniente para executar vídeos.

Para textos, a ausência de cor pouco importa. Mas para o conteúdo de revistas ou jornais, que precisam de infográficos e fotos para ilustrar as notícias, as cores acabam sendo essenciais.

Além disso, a primeira geração de leitores de livros eletrônicos não é boa candidata para livros que podem sofrer mais desgaste físico, como livros infantis. As telas flexíveis podem ajudar, tanto em diminuir a fragilidade, quanto tornar o e-book mais leve. Hoje, o Kindle DX, por exemplo, é relativamente pesado: 530 gramas

O LCD

A tecnologia do Display de Cristal Líquido (LCD, pela sigla em inglês) já está bem madura para exibir vídeos em alta definição e imagens com cores muito definidas. Mas consomem mais energia, o que pode ser uma barreira para passar horas lendo um livro. E com telas maiores essa situação é ainda pior, pois há mais pixels para serem acesos.

LCDs monocromáticos são outra história. A empresa Aluratek, por exemplo, oferece o Pro Libre que utiliza um display monocromático reflexivo de cinco polegadas que não utiliza luz de fundo. Por usar LCD, o Pro Libre resolve a demora na atualização de página e a Aluratek passou uma estimativa que o aparelho pode ser usado de 22 a 24 horas seguidas (supondo que a página seja virada, em média, a cada 60 segundos).

Uma indústria competitiva
A tecnologia E-ink tem sido dominante no mercado de papel eletrônico, mas a competição está ficando acirrada. Uma busca pelas palavras “cor” e “biestável” (palavra que se refere aos estados de ligado e desligado da tecnologia E-ink), no banco de dados do escritório de patentes dos Estados Unidos, resultou em mais de 1.200 itens, nos quais apareciam empresas como Intel, Fujitsu e Kodak.

Em um relatório do segundo semestre de 2009, o analista da DisplaySearch Jenny Colgrove identificou outras empresas concorrentes no mercado de papel eletrônico, incluindo a SiPix, de Taiwan (cuja tecnologia está sendo utilizada pela Asus), e a Bridgestone Japão (sim, a mesma empresa que fabrica pneus). Ambas mostraram protótipos de e-books que utilizam cores.

A companhia holandesa Irex anunciou planos para começar a distribuir um e-book, capaz de processar cores, em 2011. E uma das mais intrigantes tecnologias para leitores de livros eletrônicos vem da Qualcomm, empresa mais conhecida por suas tecnologias em redes móveis.

A Qualcomm Technologies MEMS (sistemas micro-eletromecânicos) já mostrou uma tecnologia de display chamada Mirasol. Assim como fabricantes rivais, utiliza o processo de eletroforese, que não requer retroiluminação e é reflexivo. Mas essas são as únicas semelhanças.

Em termos de comparação, a tecnologia da Qualcomm funciona como um prisma, quando a luz passa por ele: forma-se um arco-íris. São usadas duas placas condutoras que são afastadas uma da outra em diferentes posições. Quando a corrente elétrica passa pelos circuitos das placas, as cores são criadas.

Os executivos da Qualcomm dizem que a tecnologia Mirasol é superior a tecnologia E-ink. O tempo de resposta é bem menor, de modo que exibir vídeos não será problema e também é mais eficiente no consumo de energia. A Mirasol já está começando a surgir em telefones celulares. Na China, o Hicense C108 possui um display monocromático com a tecnologia Mirasol.

Na recente Mobile World Congress, realizado em Barcelona, a Qualcomm e a taiwanesa Inventec anunciaram um telefone com Windows Mobile chamado V112 e cujo display de 1,1 polegada usa a tecnologia Mirasol.

Segundo o diretor de marketing da Qualcomm, Cheryl Goodman, um e-book com tela de 5,7 polegadas colorida será apresentado ainda nesse semestre (rumores informam que será a próxima geração do Kindle).

Outra possível competidora é a empresa Pixel Qi, que vem mostrando protótipos de displays que utilizam tecnologia híbrida, que combina os benefícios do LCD com os de uma tela reflexiva. Ela afirma que a qualidade da imagem obtida é superior, principalmente em ambientes fechados, quando a retroiluminação do LCD ajuda bastante.

Mas qualquer que seja a tecnologia que prevaleça, 2010 será um grande ano para os e-books. Colgrove, da DisplaySearch, prevê que a quantidade desses dispositivos tripliquem, passando de cinco milhões de unidades no ano passado para 15 milhões de unidades nesse ano.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/15/proxima-geracao-de-e-books-tera-cores-e-sera-capaz-de-exibir-videos/


AMD 'declara guerra' contra a Intel na área de chips para servidores
Na próxima quinta (11/3), AMD apresenta seu chip de 12 núcleos para servidores, competindo diretamente com o Nehalem-EX, da Intel.
Publicado em 10/03/2010 por Zeca Amaral

A AMD está oferecendo prêmios, para atrair mais interesse até o lançamento de seu processador com 12 núcleos, direcionado para servidores. O motivo é que a rival Intel também tem planos para lançar chips para servidores.

O valor do total dos prêmios ultrapassa 8 mil dólares e será entregue à pessoa que melhor descrever - em um ensaio, vídeo ou post no blog da empresa - como usaria um servidor com 48 núcleos de processamento (quatro processadores AMD com 12 núcleos cada).

As regras estão no blog da AMD, de acordo com John Fruehe, diretor de marketing para servidores e Workstations da fabricantes de processadores.

Os prêmios não serão em dinheiro. O ganhador vai levar uma cópia do Windows Server 2008 e quatro processadores Opteron de 12 núcleos, rodando a 2,2 GHz. Os 48 núcleos vão funcionar em conjunto em servidores com placa-mãe de quatro soquetes.

A AMD já começou a distribuir esses chips, que têm o codinome Magny-Cours, para fabricantes,e que a partir do lançamento oficial, previsto para esta quinta-feira (11/3) - o lançamento ocorre simultaneamente no Brasil nesta data - , será chamado Opteron 6100. O componente estará disponível até o final de março, ao menos nos Estados Unidos.

No blog, Fruehe disse que o Magny-Cour irá fornecer mais trilhas de memória que os póximos produtos Intel para servidores (chips Westmere-EP). A Intel informou que também vai entregar seus processadores Westmere-EP, de seis núcleos e Nehalem-EX, de oito núcleos, até o fim do mês. Esses chips serão lançados sob o nome da família Xeon.

Segundo analistas de mercado, o produto da AMD será um processador compatível com instruções x86 que contém o maior número de núcleos, em comparação com chips da Intel. As duas empresas vêm investindo na adição de núcleos a seus processadores, já que o aumento da velocidade do clock gerava muito calor e gasto com dissipação e aumento do consumo de energia.

A batalha pelo aumento do número de núcleos vai continuar, mesmo que a disputa implique inserir mais chips dentro do servidor para somar mais núcleos, disse Dean McCarron, analista chefe da Mercury Research.

Os fabricantes de servidores estão sempre focando no aumento de desempenho e milhares de núcleos estão sendo adicionados a supercomputadores de alta performance para realizar cálculos complexos.

O chip de 12 núcleos da AMD irá proporcionar um avanço e tanto sobre o rival Westmere-EP, da Intel, disse Nathan Brookwood, principal analista da Insight 64, uma empresa de consultoria na área de semicondutores.

No entanto, a verdadeira batalha do chip da AMD será com o Intel Nehalem-EX, de oito núcleos, pois ambos são destinados a servidores com quatro soquetes de processadores.

A Intel informou que não fará qualquer ação oferecendo prêmios no sentido de atrair a atenção do mercado. “Nós não precisamos de um concurso para descobrir o que nossos clientes vão fazer com nossos produtos”, disse Shannon Poulin, diretor da plataforma Xeon da Intel. “Os usuários se preocupam mais com preço e a relação de desempenho por watts do que o número de núcleos”, complementa Poulin.

Porém, analistas concordam que o funcionamento do chip mediante ao número de núcleos, fatores como memória cache embutida e largura da banda para transferir dados para a memória ajudam aumentar o desempenho do sistema. A Intel inseriu quatro canais de comunicação com a memória no Nehalem-EX, que é o mesmo número inserido no chip Magny-Cour da AMD.

Para aplicações corporativas, a quantidade de dados que trafega entre memória e processador (throughput) é fator importante para contribuir com o desempenho, disse McCarron, da Mercury Research. Por exemplo, em um programa com grande base de dados, a largura de banda em que ele se comunica com a memória é essencial para se obter a maior quantidade de dados no menor tempo possível.

Poulin informou que a Intel mantém uma vantagem importante - a tecnologia de fabricação - que permite à fabricante ter caches maiores dentro de seus processadores e isso, além de proporcionar melhor desempenho, também economiza energia, além de obter preços menores que seus chips anteriores.

Fruehe, da AMD, rebate dizendo que “os clientes não compram nanômetros, mas produtos". O tamanho dos transistores é um dos atributos do processador, mas a arquitetura que está por trás disso é algo crítico. Segundo ele, o tamanho dos chips da AMD não está influenciando no consumo de energia, nem no desempenho.

Para Brookwood, o chip Nehalem-EX (Intel) leva vantagem em algumas características, como a correção de erros, mas o Magny-Cour (AMD) oferece melhor relação entre custo e benefício, especialmente porque os usuários vão migrar de servidores com dois soquetes para servidores com quatro soquetes. “A AMD está mudando a economia desse mercado. A Intel talvez cobre mais caro pelo Nehalem-EX, já que esse chip entra em um mercado tradicionalmente dominado por soluções ainda mais caras, com arquitetura RISC, como os processadores Power PC, da IBM e o Sparc, da Sun”, disse Brookwood. Para o analista da Insight 64, “2010 será um ano interessante para o mercado de servidores x86; tanto a AMD, quanto a Intel, estão [chegando] com soluções interessantes”.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/09/amd-declara-guerra-conta-a-intel-na-area-de-chips-para-servidores/


Quando, como e por que fazer a manutenção no seu computador
Cuidar do seu computador preventivamente ajuda a manter a integridade dos arquivos e o desempenho do PC dentro da normalidade.

A manutenção no PC não é como fazer a manutenção de um carro. Esse último precisa que óleo, amortecedores, pneus, velas etc., sejam trocados frequentemente para assegurar a maior vida útil para o possante.

Já as peças do computador não precisam ser trocadas, a não ser que apresentem defeito. Ainda assim, é interessante fazer uma manutenção no sistema, como apagar arquivos desnecessários e programas que já não são mais utilizados, verificar a integridade do disco rígido e checar se existem possíveis arquivos infectados com malware, eliminando-os. Ah! Claro, desfragmentar os arquivos também.

Isso é importante para garantir que o computador funcione adequadamente e com desempenho dentro do esperado, além de liberar espaço em disco e garantir a segurança.

Mas com que frequência isso deve ser feito e que tipo de manutenção deve ser realizado? As dicas a seguir oferecem um roteiro das tarefas e sugerem quando devem ser realizadas. Elas podem exigir certa disciplina, mas vale a pena.

Diariamente

Backup dos dados. Ninguém quer perder o trabalho que acabou de fazer. Nem o de ontem. Portanto, não deixe seus arquivos de trabalho se acumularem para, só depois fazer backup. Ao terminar uma atividade, é possível usar um DVD para guardar os dados, mas o ideal é usar um HD externo que deve ser mantido em lugar seguro, preferencialmente longe do seu sistema original. Os links abaixo fornecem instruções de como realizar o backup, de várias formas.

Semanalmente

Caça aos malwares. O intervalo de tempo em que o programa de antivírus varre o sistema não é perfeito, assim como sua base de dados das pragas. Assim, algo pode acabar passando por ele e você não perceber, até que seja tarde demais.

Então, para ficar seguro, obtenha uma segunda opinião. Uma boa opção é o software Virus Total Uploader, gratuito e fácil de instalar. Serviços online também verificam os arquivos. Dessa forma, enquanto seu antivírus preferido faz seu trabalho automaticamente, você aumenta a segurança executando outro software para varrer o sistema.

Mensalmente

Desfragmentar o disco rígido. É fato, quando mais se usa, mais fragmentado o HD fica, tornando a gravação e leitura dos dados mais lenta já que as cabeças de leitura/gravacão precisam se mover mais vezes.

O próprio Windows já possui um desfragmentador que funciona muito bem. No Windows Explorer, clique com o botão direito do mouse na unidade que deseja desfragmentar (geralmente é C:\). Então selecione a opção Propriedades, clique na guia Ferramentas e, sem seguida, no botão Desfragmentar agora.

Analise seu disco rígido para eliminar erros de arquivos. Nesse item não estaremos em busca de vírus ou worms, mas problemas físicos e lógicos, que podem tornar ilegíveis algumas partes do disco rígido.

A opção para reparar erros é acessada na mesma tela da tarefa de desfragmentação, como mostra a figura acima. Basta clicar no botão Verificar agora. Depois marque as duas opções que aparecem na janela seguinte e clique em Iniciar.

Uma mensagem avisa que não é possível verificar o disco enquanto o PC estiver em uso. Clique em Agendar verificação do disco. Na próxima vez em que você for deixar o computador por algumas horas, reinicie o sistema. A verificação começará automaticamente e leva um tempo considerável. Uma estimativa média de tempo é de uma hora para cada 100 GB de espaço no disco.

Semestralmente

Faça backup do seu disco rígido inteiro. Embora não seja tão importante como um backup recente dos seus dados, uma cópia inteira do HD pode ser um tipo de salva-vidas caso o disco do PC venha a falhar.

E nesse item, é mais interessante fazer uma imagem do disco, pois assim não é preciso reinstalar o sistema do zero.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/02/27/quando-como-e-por-que-fazer-a-manutencao-no-seu-computador/


Acesse também: filmes - saúde - histórias incríveis - telefonia - futebol


Acesse pastas e arquivos preferidos com apenas dois cliques no mouse
Descubra novas formas de manipular seus dados no Windows 7; de quebra, ganhe agilidade e eficiência no acesso a eles.

Mais interessante do que instalar a última versão de um sistema operacional, como o Windows 7, é aproveitar todos os seus recursos. Por exemplo, o ícone do Windows Explorer fixado na barra de tarefas é muito útil, pois, com apenas um clique, temos acesso às pastas de documentos, vídeos ou qualquer outra que desejamos.

Mas esse ícone tem outros truques na manga. Ao clicar com o botão direito no ícone do Windows Explorer, um menu pop-up é aberto, exibindo uma lista das pastas e arquivos que são acessados com maior frequência.

Ao clicar com o botão esquerdo em qualquer dos itens, a pasta ou arquivo já é acessado diretamente. Isso é muito mais rápido do que outras formas de encontrar as pastas que mais acessamos.

Outra dica é fazer com que qualquer item dessa lista seja exibido de forma permanente. A operação é muito simples: na lista, escolha a pasta ou arquivo de sua preferência e, sem clicar, apenas deixe a seta do mouse sobre ele.

Agora, à direita desse item, aparece o desenho de um alfinete; clique nele e pronto. O item estará sempre disponível nessa lista. Se a pasta Documentos é muito acessada, por exemplo, é uma boa ideia deixá-la fixa nessa lista. E é possível remover qualquer item da lista simplesmente clicando novamente no ícone do alfinete.

Tenha em mente que essas operações não alteram em nada a localização de seus arquivos ou pastas. São apenas atalhos para suas pastas e arquivos favoritos serem acessados de forma mais rápida e fácil.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/02/26/acesse-pastas-e-arquivos-preferidos-com-apenas-dois-cliques-no-mouse/


Maior parte de PCs com Windows 7 utiliza o máximo de memória RAM
Mesmo que em geral contem com o dobro de memória instalada que sistemas com XP, análise motram como o Windows 7 é complexo.

A grande maioria de PCs com Windows 7 utilizam o máximo da memória RAM, resultando em gargalos no desempenho, ou seja, impedindo que o sistema atinja seu pleno potencial, segundo uma pesquisa do XPnet. Em média, 86% das máquinas que participaram da análise estão consumindo regularmente entre 90% e 95% de toda a memória RAM disponível, resultando em lentidões, já que os sistemas são forçados a utilizar outros recursos como a memória virtual para trabalhar os processos.

A marca de 86% é mais do que o dobro do número de máquinas com Windows XP que funcionam nesse ponto de “saturação” de memória, segundo o chefe de tecnologias do XPNet, Craig Barth. Na pesquisa mais recente da companhia, que verificou mais de 23 mil PCs e que foi divulgada esta semana, apenas 40% dos PCs com XP apresentaram o problema. “A grande maioria das máquinas com Windows 7 tem sofrido uma grande saturação de memória”, afirmou Barth, lembrando que, se levarmos em conta o desempenho, tal fato tem um impacto imediato no computador.

A condição de baixa memória na maioria dos PCs com Windows 7 é ainda mais notável se for levado em conta a quantidade de RAM nos sistemas: de acordo com a pesquisa da XPnet, os PCs com Windows 7 têm em média 3,3 GB de memória, enquanto as máquinas com Windows XP têm em média 1,6 GB de memória. “Os computadores com Windows 7 têm quase o dobro de memória para trabalhar, mas os números mostram o quão maior e mais complexo o sistema é em relação ao XP”, afirmou Barth.

O pesquisador reconhece que os dados da XPnet não podem determinar se a memória estava sendo utilizada pelo sistema operacional exclusivamente ou compartilhada por um grande número de aplicações em uso, mas disse que a companhia começará a trabalhar para descobrir qual é o fator dominante no aumento do uso de memória. “Isso é preocupante. É incrível como o sistema operacional sufoca o hardware tão rapidamente. O Windows 7 não é aquela versão mais leve do Vista que você pode imaginar”, concluiu.

Você também pode comparar o seu computador com os dados da pesquisa por meio do software de acompanhamento da empresa. Para baixá-lo, basta se registrar no XPnet.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/02/18/maior-parte-de-pcs-com-windows-7-utiliza-o-maximo-de-memoria-ram/

Google quer tornar o Gmail mais sociável
Empresa pode anunciar mudanças no serviço de webmail dotá-lo de recursos de redes sociais, afirma jornal.
Publicado em 09/02/2010 por Zeca Amaral

O gigante de buscas planeja ajustar o Gmail para facilitar a vida de quem o usa o serviço de webmail e também participa de redes sociais. Com isso, a empresa quer levar ao Gmail capacidades já disponíveis em redes como o Twitter e Facebook. O Google deve anunciar as mudanças ainda esta semana, segundo informou The Wall Street Journal nesta segunda-feira (8/2) citando fontes anônimas ligadas ao projeto.

Se a informação for correta, o Google é a mais recente empresa de internet a tentar acrescentar recursos de redes sociais a serviços de comunicação online. O Yahoo e a AOL já submeteram seus respectivos serviços de webmail e mensageria instantâneas por processos de socialização.

O que ainda não está claro qual o impacto que iniciativas de acrescentar a experiência de redes sociais a serviços de comunicações pela web podem ter.

O Facebook, com seus cerca de 400 milhões de membros em todo o mundo, tornou-se o site preferido daqueles que buscam interações de rede sociais em um nível mais pessoal com diversos tipos de controle de privacidade.

Enquanto isso, o Twitter, se firma como o serviço online no qual pessoas e empresas podem postar comentários curtos públicos na rede mundial.

Enquanto o Gmail, o comunicador GTalk, em companhia de outros serviços de webmail e mensageria do Yahoo e da AOL atendem milhões de usuários, as pessoas ainda os associam a seus serviços de comunicação elementares.

O Google possui sua própria rede social, o Orkut, que é muito popular em algumas regiões do mundo, como o Brasil, mas está longe de ter o apelo obtido pelo Facebook.

O Facebook tem avançado a ponto de ser tornar um competidor sério para o Google, a ampliar a oferta de serviços para áreas onde o Google já está. Um exemplo disso é o fato de que muitos usuários do Facebook fazem buscas dentro da própria interface da rede social por meio do Bing, da Microsoft.

Além disso, muitos produtores de conteúdo estão entregando sua matéria prima dentro do Facebook, rivalizando diretamente com o Google News. O Facebook possui ainda um sistema interno de mensageria e capacidades de comunicação instantânea, bem como funcionalidades para compartilhamento de fotos e vídeos.


Windows 7 pode ser a causa de problemas em bateria de notebooks
Microsoft levou em conta as reclamações de usuários e investiga se o sistema operacional pode ter danificado o componente.
Publicado em 04/02/2010 por Zeca Amaral

A Microsoft informou na terça-feira (2/2) que está verificando se problemas em baterias de notebooks poderiam ser causados pelo Windows 7.

Desde o lançamento da versão final do novo sistema operacional da Microsoft que diversos usuários vêm reclamando de problemas com a bateria em seus computadores portáteis – incluindo avisos prematuros de que a carga estaria no fim, bem como a necessidade de substituir o componente.

A Microsoft diz que a falha está uma ferramenta do sistema operacional que decide quando a bateria esta sem energia a ou quando não é mais capaz de reter carga. “Estamos investigando este problema, em conjunto com nossos parceiros de hardware, e aparentemente está relacionado com o sistema de firmware (BIOS)”, informou um porta-voz da empresa nesta quarta-feira (3/2), referindo-se ao firmware que dá boot no PC e inicializa os componentes de hardware.

Ainda segundo o porta-voz, os avisos recebidos pelo Windows 7 utilizam informações do firmware para determinar se a bateria precisa ser substituída ou não.

Reclamação antiga
Há um longo tópico dedicado a problemas relacionados ao Windows 7 e a bateria de computadores portáteis no site de suporte da Microsoft e que começou no início de junho de 2009 e ainda está ativo. Mais de uma dezena de novas mensagens foram postadas no dia 2/2.

Enquanto alguns usuários concordam com a Microsoft que os avisos não correspondem à realidade, muitos acreditam que o novo sistema operacional possa ter danificado permanentemente a bateria de seus notebooks.

“Tentei carregar a bateria com o computador desligado e também em outro equipamento, mas não funcionou”, postou alguém que se identifica com DanLee81 nesta quarta-feira (3/2). “A carga começa, mas é interrompida minutos depois. A bateria diz está cheia quando na realidade ficou conectada por poucos minutos e, ao desconectá-la da fonte, sua carga dura muito pouco ou nem é capaz de ligar o laptop. Este comportamento se repete em qualquer sistema depois que o Windows 7 danificou a bateria e não apenas em um PC com o Windows 7”.

Outros usuários dizem que as baterias de seus PCs portáteis estão apresentando desempenho abaixo do esperado, mesmo depois de terem abandonado o Windows 7 e retornado ao Windows XP ou Vista ou mesmo o Linux. “Voltar atrás não surtiu efeito”, diz Dreklia em outra mensagem deixada no site da Microsoft nesta terça-feira.

Em alguns casos, o Windows 7 diz que a bateria de notebooks novinhos em folha não é capaz de segurar a carga. “Até ontem, eu contava com uma bateria que me dava autonomia de 7 horas; hoje,.depois de carregá-la completamente, o sistema mostra que existe carga suficiente para apenas 4 horas de trabalho”, afirma tigger1962, dono de um Toshiba Satellite T110 com apenas três semanas de uso. “Agora, só usei o equipamento por 15 minutos e a carga restante não dá para mais de 2 horas e 24 minutos”.

Os problemas reportados pelos usuários são diversos e afetam diversas marcas e modelos de computadores portáteis, incluindo notebooks Acer, Dell, HP, Samsung, Sony e Toshiba.

Donos de laptops não são os único a notarem problemas relacionados a baterias com o Windows 7. No ano passado, diversos reviews realizados por publicações e sites especializados disseram que o Windows 7 devorava pelo menos um terço a mais da carga da bateria do que o Windows XP, o que contraria a promessa da Microsoft de que o novo sistema operacional daria mais autonomia aos portáteis.

A Microsoft informa estar procurando por um denominador comum que possa estar causando o problema nas baterias. “Estamos trabalhando com nos parceiros para determinar a raiz do problema e iremos atualizar o fórum de suporte com informações e orientações assim que estas estiverem disponíveis”, informou o porta-voz da empresa.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/02/03/windows-7-pode-ser-a-causa-de-problemas-em-bateria-de-notebooks/


Vídeo: Como acabar de vez com os dados do seu HD
Softwares prometem destruir completamente dados de discos rígidos para não serem violados por estranhos. Mas você pode ir além.
Publicado em 03/02/2010 por Zeca Amaral
Cibercriminosos não precisam ser programadores profissionais para roubar dados pessoais. Eles geralmente encontram informações financeiras ou confidenciais importantes no disco rígido de computadores usados, doados ou enviados para reciclagem.

Apagar ou formatar o HD não é suficiente para dar fim a arquivos eletrônicos. Assista ao vídeo abaixo para conhecer algumas dicas de como eliminar completamente o que está no disco, caso você precise se livrar dele.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/01/19/video-como-acabar-de-vez-com-os-dados-do-seu-hd/


Ter um disco de restauração do Windows pode salvá-lo caso o PC dê pau
Ferramenta do sistema operacional irá ajudá-lo quando algum problema impedir o PC de dar boot. Basta ter um CD ou DVD virgem.
Publicado em 06/01/2010 por Zeca Amaral

A ansiedade em começar a usar um PC novo é grande, mas é muito interessante executar um pequeno procedimento para evitar aborrecimentos futuros.O fato é que nunca sabemos quando uma pane vai ocorrer no computador, fazendo com que o sistema não inicialize mais, por exemplo.A maioria dos fabricantes fornece um DVD de recuperação, no entanto, esse disco restaura o computador como veio de fábrica, apagando todos os seus programas favoritos e trabalhos nos quais você investiu horas.Se o seu PC é novo, provavelmente veio com Windows 7. E esse sistema vem com uma ferramenta muito fácil de ser usada.

Tenha em mãos um CD ou DVD virgem e insira na unidade óptica. Clique em Iniciar, digite reparar e, na lista que aparece, escolha Criar um Disco de Recuperação do Sistema. Usuários de netbooks podem usar uma unidade de DVD externa.Agora basta clicar em Criar disco e aguardar o Windows montar o sistema arquivos. Depois de pronto, cole uma etiqueta identificando o disco de recuperação do seu PC.



Agora você terá uma ferramenta para recuperar o boot do sistema e assim ter seus arquivos em segurança. É importante lembrar que esse procedimento não pode ser feito depois que um problema acontecer.Portanto, é melhor gastar 10 minutos, fazer isso agora e ter esse disco guardado como uma apólice de seguro. Você não vai querer usá-lo, mas se algo acontecer, vai ficar feliz por ter feito esse procedimento.


Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/12/30/ter-um-disco-de-restauracao-do-windows-pode-salva-lo-caso-o-pc-de-pau/

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