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NOTÍCIAS DE CINEMA

Entrevista de Chico Xavier em um programa de TV, nos anos 60, norteiam roteiro do filme
Publicado em 17/08/2010 às 08h00m por Zeca Amaral

Embora o Brasil ainda carregue o status de maior país católico do mundo, e apesar da prosperidade das igrejas "evangélicas", sucesso de bilheteria mesmo é o espiritismo, para dissabor dos líderes das duas tendências majoritárias. Nicho seguro nas novelas de TV e nas editoras de livros populares, o veio só há pouco foi descoberto pelo cinema.

Começou com o êxito de um filme muito modesto, "Bezerra de Menezes", e logo chegou à inevitável biografia do médium Chico Xavier (1910-2002), figura imensamente popular, carismática e fenômeno "midiático" (autodefinido no filme como um carteiro que recebe e entrega mensagens).

Um dos achados da produção dirigida por Daniel Filho é tomar como eixo do roteiro exatamente uma aparição (trocadilho intencional) de Chico Xavier num programa de entrevistas ao vivo da TV Tupi nos anos 60. O diretor de imagens (Tony Ramos), enquanto tenta organizá-las como acha melhor, percebe que sua mulher (Christiane Torloni) está na plateia. O casal perdeu um filho e não se conforma. Ela busca conforto no médium e procura convencer o marido a fazer o mesmo, mas ele se recusa por não acreditar. A entrevista de Chico será o contraponto tanto dos flashbacks que contam sua vida quanto do conflito do casal.

A estrutura engenhosa do roteiro de Marcos Bernstein permite vários cruzamentos de sentidos interessantes, além de dar aos dois atores que fazem o personagem adulto (Ângelo Antônio e Nelson Xavier) a possibilidade de construí-lo com uma laconicidade rara no estilo de interpretação vigente. Mas não evita o problema habitual das cinebiografias: dar conta de vários episódios que tendem a se empilhar sem muito critério.

O problema é agravado pelas limitações de Daniel Filho como diretor. Várias passagens e personagens obscuros se inserem apressadamente na narrativa, que em boa parte não tenta nada além do que localizar o espectador no espaço para poder ir em frente. A opacidade se adensa lá pelo meio do filme, a ponto de a história se arrastar e perder interesse, e é justamente o trecho em que o personagem mais enfrenta conflitos (com a família, com a cidade, com o padre local).

O programa da TV Tupi (chamado "Pinga-Fogo") que o filme reproduz (e depois mostra) é encenado ao estilo tribunal de inquisição. Era esse papel de réu que a imprensa costumava dispensar a Chico Xavier: um emissário divino ou uma fraude? O filme apenas parece embarcar nessa discussão, insistindo em supostas contradições no comportamento do personagem: se transita nas esferas além da morte, por que teme morrer? Se tem o dom da cura, por que não salvou o próprio irmão e procura médicos "terrenos" quando fica doente? Se tem acesso aos mortos, por que as cartas que transcreve ("psicografa") parecem seguir um padrão genérico de texto?

Tanto Daniel Filho quanto o personagem (o de Tony Ramos) que, na história, atesta veracidade final ao trabalho do médium se dizem ateus, o que parece ser oferecido como um atestado de isenção. Mas imparcialidade em ficção é um contrassenso. O filme é tão crente que materializa os espíritos-guias de Chico: primeiro sua mãe (Letícia Sabatella), depois Emmanuel (André Dias), que o "acompanhou" durante toda a vida e seria o dono da voz que lhe ditava os livros póstumos de escritores conhecidos. Além disso, a câmera chama o espectador a adotar o ponto de vista não de Chico, mas dos próprios espíritos, quando, repetidamente, chega do alto, imitando um voo de pássaro, e "baixa" no personagem (na primeira das vezes entrando por seu ouvido).

"Chico Xavier" abre com um colírio pingando de um contagotas (o médium sofria cronicamente da vista) e segue com as falas do personagem na televisão sendo submergidas por outros sons (além disso, por imperfeição técnica, não dá para entender muitos dos diálogos). Desconfie de seus sentidos. É o que o filme nos diz, e até que diz bem.

fonte: http://cinema.uol.com.br/resenha/chico-xavier-2010.jhtm


Alcoolismo é tema do premiado francês "Um Novo Caminho"
Publicado em 01/08/2010 às 21h30m por Zeca Amaral

A autenticidade de uma história de fundo real, baseada na autobiografia do jornalista francês Hervé Chabalier, é o forte de "Um Novo Caminho", drama francês que marca a estreia na direção do produtor Philippe Godeau e que estreia apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Indicado a cinco César, a premiação máxima da França, o filme venceu o troféu de melhor esperança feminina para a jovem atriz Mélanie Thierry.

O experiente ator François Cluzet (de "Paris") assume o papel do protagonista Hervé, um jornalista, dono de uma agência de notícias, que decide se internar numa clínica para se curar de um alcoolismo que vem destruindo sua vida pessoal e profissional.

Sustentando uma atuação interiorizada, Cluzet transmite a enorme tensão vivida por seu personagem, um homem atormentado pelos fantasmas da morte de uma irmã e as decepções de um passado idealista. Transmite, assim, a depressão que toma conta dele a esta altura e que o confronto com os demais pacientes da clínica, cada qual com seu perfil psicológico, não tarda a agravar.

Retratado em diversos tons em filmes como "Despedida em Las Vegas" (1995), "28 Dias" (2000) - sem esquecer o clássico "Farrapo Humano" (45), com Ray Milland - o alcoolismo recebe aqui um registro realista.

Em nenhum momento da história se evita abordar os aspectos mais brutais da doença, que são explicitados com chocante e proposital crueza por um médico que vai fazer uma palestra aos pacientes da clínica, vivido por Philippe du Janerand.

O tom realista mantém-se quando se revela a instabilidade de cada um dos pacientes que dividem o espaço com Hervé -como Pierre (Michel Vuillermoz), homem culto e divertido, mas que esconde a dor de ter destruído seu casamento com o vício pela bebida.

Detalhando o processo de enfrentamento destas pessoas com seu problema, que começa inevitavelmente pela negação -nenhum deles admite não ter controle sobre a bebida - o filme cresce ao passar longe da pieguice e do moralismo. O esforço de cada personagem diante do desafio de superar suas limitações é valorizado.

A rotina da clínica é rompida pela chegada de uma jovem, Magali (Mélanie Thierry), que, com sua rebeldia, desafia as regras e atrai a atenção de Hervé, que se apaixona por ela.

O sentimento e seus problemas humanizam ainda mais o protagonista que, afinal, consegue despertar mais simpatia do que no começo, quando sua introversão beirava o limite do insuportável.

Desdobrando pouco a pouco as camadas deste personagem, Cluzet revela-se uma escolha acertada para o papel que, na fase de pré-produção foi cogitado para os atores Daniel Auteuil, Dany Boon e Christian Clavier.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/07/29/alcoolismo-e-tema-do-premiado-frances-um-novo-caminho.jhtm

Juiz Dredd de volta ao cinema
Publicado em 26/07/2010 às 00h15m por Zeca Amaral

Criado por John Wagner e Carlos Ezquerra, o juiz Dredd é um personagem mais conhecido dos aficcionados dos quadrinhos alternativos. No Brasil jamais teve revista própria, apesar de estrelar alguns especiais ao lado do Batman. Sua primeira incursão no cinema foi em 1995 com O Juiz, no qual foi interpretado por Sylvester Stallone. Agora ele está prestes a retornar às telonas.

O novo filme será dirigido por Pete Travis (Ponto de Vista) e roteirizado por Alex Garland (Extermínio 2). Ainda está indefinido quem será o intérprete de Dredd, que pode até mesmo ser Stallone mais uma vez. O orçamento destinado para a produção é de US$ 45 milhões.

Para quem não se lembra do personagem, Dredd vive na megalópole Mega City One, cerca de 120 anos no futuro. Ele é um dos juízes da cidade, acumulando os cargos de polícia, júri e executor. Ou seja, assim que prende alguém Dredd tem poderes para condená-lo e puni-lo de imediato.

fonte: http://www.adorocinema.com/cinenews/juiz-dredd-de-volta-ao-cinema-4413/

 
Novo filme de DiCaprio estreia em 1º lugar nas bilheterias dos EUA
Publicado em 19/07/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

E daí que A Origem é incompreensível? O caro longa de ficção científica estreou em primeiro lugar nas bilheterias da América do Norte neste domingo, com US$ 60,4 milhões, de acordo com estimativas da distribuidora Warner Bros. Pictures.

O filme, estrelado por Leonardo DiCaprio na pele de um bandido que rouba segredos do mais profundo subconsciente de suas vítimas, foi dirigido por Christopher Nolan, responsável pelos últimos dois filmes da franquia Batman.

A Warner Bros., uma unidade da Time Warner Inc, é parceira no projeto de US$ 160 milhões com a produtora Legendary Pictures, e eles investiram mais de US$ 100 milhões em marketing. As previsões eram de uma estréia de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões.

Os críticos elogiaram o filme, embora muitos talvez não tenham entendido exatamente do que se trata, e recomendaram que pode ser necessário assistir inúmeras vezes.

Em uma análise cáustica, o Wall Street Journal sugeriu que A Origem é "impenetrável à crítica, simplesmente porque nem um analista de sistemas da NASA será capaz de articular o enredo".

A outra grande estréia do fim de semana fracassou em empolgar com magia: O Aprendiz de Feiticeiro ficou em terceiro lugar com apenas US$ 17,4 milhões. Depois de obter dois dias de vantagem estreando na quarta-feira (14), o longa da Disney lucrou US$ 24,5 milhões até o momento. As previsões eram de US$ 30 milhões para os primeiros cinco dias.

O campeão do último fim de semana, a animação Meu Malvado Favorito escorregou para a segunda colocação, mas os dados de venda não estavam imediatamente disponíveis com a distribuidora Universal Pictures.

fonte: http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4572545-EI1176,00-Novo+filme+de+DiCaprio+estreia+em+lugar+nas+bilheterias+dos+EUA.html


Planeta dos Macacos negocia seu vilão
Publicado em 13/07/2010 às 15h40m por Zeca Amaral

O prelúdio de Planeta dos Macacos está atrás de um nome para representar seu vilão: Brian Cox (Instinto de Vingança).

De acordo com o The Wrap, a Fox está em negociações finais com o ator. Se tudo der certo, Cox será o proprietário de um santuário para os primatas e, segundo a descrição do site, uma pessoa sem compaixão para com os animais.

Rise of the Apes conta a origem das experiências de um engenheiro genético (James Franco) com primatas, em busca da cura para o Mal de Alzheimer. A consequência é o desenvolvimento da inteligência dos macacos que inicia uma guerra pela supremacia de raças.

Cox e Rupert Wyatt, diretor do filme, já trabalharam juntos em The Escapist, filme que deu a Cox o prêmio de Melhor Ator no Bafta da Escócia e Melhor Filme no British Independent Film Award.

O longa deve começar as filmagens em agosto deste ano. Além de Franco, Freida Pinto (Quem Quer Ser Um Milionário?) está confirmada no elenco. Ela interpretará uma primatologista.

Rise of the Apes está previsto para estrear em 24 de junho de 2011.

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/planeta-dos-macacos-negocia-seu-vilao/id/27145


'Eclipse' é o melhor filme da saga, mas ainda não convence
Publicado em 01/07/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Sete meses após o lançamento de "Lua Nova", a Saga Crepúsculo ganha mais um capítulo cinematográfico nesta quarta-feira (30), com a estreia de "Eclipse". Mais uma vez, adolescentes de todo o mundo irão lotar as salas para ver Edward e Jacob disputando o coração de Bella, gritarão quando os atores aparecerem na telona e voltarão para casa suspirando ansiosos para ver o longa novamente. Para quem não é fã da franquia, será preciso paciência.

Nos Estados Unidos, fãs acamparam uma semana antes à espera do lançamento. No Brasil, o furor não foi tão grande, mas contou com pré-estreias lotadas e sessões já nesta madrugada. Os adolescentes não vão se decepcionar - "Eclipse" é o melhor dos três filmes. Mas ainda falta muito para o universo da escritora Stephenie Meyer soar convincente para o restante dos mortais.

A direção do terceiro longa coube a David Slade, que curiosamente traz em seu currículo outras duas produções nada inocentes: "30 Dias de Noite" - um terror sobre vampiros sanguinolentos passado no Alasca - e "Menina Má.com", um suspense sobre pedofilia. A escolha serviu para dar um tom mais sombrio à trama sobre vampiros e lobisomens bonzinhos, e também um pouco de ação para compensar o marasmo do triângulo amoroso envolvendo Bella, Edward e Jacob. Mas, infelizmente, é o novelão chato que domina o filme.

Na trama, Bella (Kristen Stewart) está prestes a se formar no colégio e, depois disso, planeja se tornar vampira. Edward (Robert Pattinson) não concorda muito com a decisão e tenta dissuadi-la a se casar antes. Enquanto isso, Jacob (Taylor Lautner) quer provar que um lobisomem quentinho é muito melhor para a jovem que um vampiro gelado e morto-vivo.

O conflito é interrompido com a descoberta de que Victoria (Bryce Dallas Howard, substituindo a Rachelle Lefèvre) continua em busca de vingança por Edward ter matado seu namorado no primeiro filme. Para piorar, um exército de vampiros está se formando próximo a eles, comandado pelo novo personagem Riley (Xavier Samuel). E isso ainda atrai a atenção do clã Vulturi, que imagina que Bella já se tornou vampira.

É essa sub-trama que torna o filme um pouco interessante, aliada a flashbacks de personagens secundários e uma trilha sonora que conta com bandas como Muse, Vampire Weekend e The Bravery. Algumas pitadas de humor em diálogos com Bella e Jacob também conseguem arrancar risadas da plateia, mas se sairiam melhor se tivessem sido ditas por atores mais expressivos - Kristen, Pattinson e Lautner continuam extremamente fracos em termos de atuação.

Outro problema de "Eclipse" é que se trata de um filme de transição para a ação que está por vir em "Amanhecer". Em razão disso, a história perde muito tempo no imbróglio de Bella virar ou não vampira e escolher entre Edward ou Jacob.

Além disso, é difícil levar a sério uma trama tão conservadora e um romance tão água-com-açúcar. Bella é uma heroína insossa, mas capaz de fazer dois galãs morrerem por ela. E ainda namora um vampiro (pasme, um vampiro!) que se nega a fazer amor antes do casamento. Definitivamente uma história que se adaptaria melhor se passando no século 19. Mas em tempos de artistas da Disney pregando a virgindade, também é compreensível o apelo entre os teens.

Passada a overdose deste terceiro filme, haverá um tempo para respirar, já que a primeira parte de "Amanhecer" (sim, serão dois longas) tem previsão de estreia para novembro de 2011. Pelos acontecimentos dos livros, a expectativa é de que o fim da franquia tenha menos enrolação. Assim esperamos.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/30062010/48/entretenimento-eclipse-melhor-filme-da-saga.html


Predadores, com Alice Braga, tem estreia antecipada no Brasil
Publicado em 16/06/2010 às 00h30m por Zeca Amaral

distribuidora Fox Film confirmou nesta segunda-feira (14/6) a alteração da data de estreia de Predadores, do dia 30 de julho para 23 de julho nos cinemas brasileiros.

Na ficção científica, Alice Braga (Eu Sou a Lenda) é Isabelle, habilidosa atiradora de elite da CIA, bonita e com sangue frio. Alice divide a tela com Adrien Brody (Vigaristas), que vive o militar Royce, mercenário líder do grupo de elite. A ida a um planeta alienígena parece ser uma grande cilada armada para caçá-los.

O filme tem direção de Nimród Antal (Assalto ao Carro Blindado) e produção de Robert Rodriguez (A Pedra Mágica).

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/predadores-com-alice-braga-tem-estreia-antecipada-no-brasil/id/26770


Alice Braga une-se a Anthony Hopkins em The Rite
Publicado em 16/06/2010 às 00h30m por Zeca Amaral

A atriz brasileira Alice Braga (Predadores) foi confirmada para o elenco de The Rite, thriller sobrenatural da New Line que será dirigido pelo sueco Mikael Hafstrom (Evil) e estrelado pelo ator Anthony Hopkins (O Lobisomem) . Além dela, mais dois atores farão parte do longa: Ciaran Hinds e Toby Jones, ambos de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I.

O filme é uma adaptação de livro escrito por Matt Baglio e baseado em fatos reais.Trata-se da história de um desiludido estudante seminarista americano, que frequenta a escola de exorcismo no Vaticano e, finalmente, encontra sua fé por meio de encontros com as forças demoníacas. Hopkins viverá um sacerdote especialista em exorcismo e cujos métodos não são, necessariamente, tradicionais. Michael Petroni é o responsável pelo roteiro.

Os rumores de que Benicio Del Toro estaria no elenco não foram confirmados. The Rite ainda não tem data prevista para estreia.

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/alice-braga-une-se-a-anthony-hopkins-em-the-rite/id/26222


Denzel Washington dirige "O Grande Desafio".
Publicado em 07/06/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Produzido por Oprah Winfrey e inédito nos cinemas do Brasil, ''O Grande Desafio'' foi o segundo longa-metragem dirigido por Denzel Washington e conta a história de um nome importante do movimento dos direitos civis americano nos anos 1960, James Farmer Jr.

O filme, no entanto, se passa em 1935, em Marshall, Texas, onde Farmer nasceu: uma cidade marcadamente racista em que não é incomum ocorrerem linchamentos de negros. Ele está com 14 anos e já cursa faculdade, a Wiley College, metodista e frequentada apenas por negros.

Tido como garoto-prodígio, Farmer é levado com rédea curta pelo pai (Forest Whitaker), educador e teólogo, que vigia seus estudos. Na faculdade, empolga-se com as aulas do poeta Melvin Tolson (Washington), uma espécie de professor de oratória que ensina seus alunos a debater. Farmer vem a integrar o grupo dos quatro melhores debatedores da classe, do qual faz parte também uma garota de outra cidade por quem se interessa. Mas ela está interessada em outro membro do quarteto.

O time formado por Tolson deve representar a faculdade em concursos de debates com alunos de outras instituições, cada vez mais elitizadas, até chegarem a competir com os colegas de Harvard. Como se está no período do New Deal do presidente Franklin Roosevelt, os debates giram em torno de temas como o estado de bem-estar social e a desobediência civil.

Paralelamente, e sem que nem mesmo sua mulher saiba, Tolson tenta organizar em sua retrógrada cidade um sindicato dos arrendatários e trabalhadores de terras, enfrentado a oposição abertamente violenta dos proprietários e do xerife. Chega a ser preso por isso, o que causa problemas no grupo de debates.

De início, parece que o filme vai se encaminhar para um conflito entre os personagens de Washington e Whitaker (o jovem ator que faz o papel de Farmer chama-se, incrivelmente, Denzel Whitaker). Mas ele não se concretiza, e a história corre morna. O pior, no entanto, é o desfiar de clichês. Nesse filme, os personagens dizem sem a menor ironia frases como ''a derrota nos fortalece'' e ''não desista nunca''. O professor ensina aos alunos que não há por que temer adversários quando se está do lado da verdade e de Deus.

Washington é um diretor de um convencionalismo inveterado. É curioso como atua mal sob a própria orientação, ao contrário do que costuma acontecer nos filmes de outros diretores. Apesar de tudo isso, ''O Grande Desafio'' chegou a ser indicado ao Globo de Ouro de melhor drama, o que só pode ser atribuído ao tema edificante e politicamente oportuno no apagar das luzes do governo Bush.

fonte: http://cinema.uol.com.br/resenha/o-grande-desafio-2007.jhtm


Em 17 anos, apenas 11 filmes baseados em games cobriram custos de produção
Publicado em 07/06/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo chegou aos cinemas brasileiros na quinta-feira (4/6) e levanta a seguinte questão: do ponto de vista financeiro, é um bom negócio levar games consagrados ao cinema? O Cineclick investigou os números das adaptações em live-action (não contam animações) para encontrar respostas à pergunta.

A primeira versão cinematográfica com atores de um game aconteceu em 1993: Chao ji xue xiao ba wang, uma obscura adaptação vinda de Hong Kong para uma das franquias mais respeitadas dos jogos, Street Fighter.

Desde então, foram produzidos 35 longas-metragens em live-action. A lista de prejuízos é grande: apenas 11 filmes – ou 31%– arrecadaram mundialmente um valor maior do que os gatos de produção. Se fizermos um filtro ainda mais rígido, apenas nove filmes conseguiram arrecadar o dobro do orçamento.

No caminho, rastros de desastres de bilheteria, muitos filmes que “apenas” ficaram no vermelho e raras exceções de sucessos estrondosos. A lista das tristezas conta com ilustres como BloodRayne, que custou US$ 25 milhões, mas arrecadou apenas US$ 3,6 milhões. Ou Super Mario Bros., para o qual foram gastos US$ 48 milhões, mas lucrou menos da metade, US$ 20 milhões. Ou também Postal que arrecadou apenas 1% (US$ 146 mil) do orçamento (US$ 15 milhões).

Em 17 anos, Hollywood presenciou pouquíssimos sucessos retumbantes de adaptações vindas do videogame. O grande exemplo é Lara Croft: Tomb Raider , de 2001, que custou US$ 115 milhões e, graças também à presença de Angelina Jolie como heroína, rendeu US$ 274 milhões.

Apesar de a aventura liderar a arrecadação de adaptações, proporcionalmente o maior sucesso que uniu cinema e videogame é Mortal Kombat – O Filme. Lançado em 1995, o filme de pancadaria teve o discreto orçamento de US$ 18 milhões e arrecadou quase dez vezes mais (US$ 122 milhões).

O que esperar em 2010

As esperanças de reverter o histórico de resultados negativos de bilheteria (e de qualidade cinematográfica) em 2010 estão depositadas especialmente em dois filmes.

Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo tem um enorme desafio nas mãos: recuperar os US$ 200 milhões na produção, maior orçamento da história de adaptações cinematográficas de games. Os primeiros passos rascunham um futuro razoável: no fim de semana de estreia nos Estados Unidos, arrecadou US$ 30 milhões, que coloca a aventura com Jake Gyllenhaal como a 9ª maior abertura da história entre as adaptações de game. Ao redor do mundo, já são US$ 138 milhões.

A outra expectativa está em torno da única franquia vinda dos games realmente consolidada, Resident Evil. O quarto capítulo, Afterlife, estreia apenas em setembro nos Estados Unidos e no Brasil. Quando estreou em 2002, O Hóspede Maldito arrecadou o triplo do orçamento, lucro parecido com a da sequência Apocalipse e do terceiro capítulo A Exintção.

Entre 2010 e 2013, esperam-se 32 produções, entre elas algumas adiantadas, como Kane & Lynch, ou eternas novelas, no caso de Castlevania. De qualquer forma, o cinema tem olhado cada vez para os games.

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/em-17-anos-apenas-11-filmes-baseados-em-games-cobriram-custos-de-producao/id/26647


Jim Carrey é gay trambiqueiro em "O golpista do ano"
O brasileiro Rodrigo Santoro será seu "par romântico" no longa
Publicado em 04/06/2010 às 00h48m por Zeca Amaral

"O golpista do ano", que estreia em circuito nacional, não é uma típica comédia ao estilo de Jim Carrey, como as que o tornaram famoso ("O mentiroso", "O Máscara" ou "Débi e Lóide"). O longa também não se encaixa na categoria de drama, gênero em que o ator também tem uma carreira bastante relevante como "O Mundo de Andy" e "Brilho eterno de uma mente sem lembranças".

O novo filme, um tanto ousado para os padrões americanos, é uma combinação de comédia de humor negro com policial - mas o que realmente pode assustar o público de Carrey é que seu personagem é notoriamente gay e vive um romance com o personagem de Rodrigo Santoro ("Cinturão Vermelho") e depois com o de Ewan McGregor ("O escritor fantasma").

Quando o filme começa, o personagem de Carrey, Steven, está em seu leito de morte. Boa parte do filme transcorre como um longo flashback. Primeiro, ele conta como foi um policial que abandonou a mulher e a filha, assumiu sua homossexualidade (até então vivia "dentro do armário"), e caiu no mundo com namorado (Santoro) a tiracolo. Um acidente de carro que quase o mata faz o protagonista repensar sua vida.

Mas ele logo descobre que ser gay, fashion e viver uma vida de luxo não é nada barato. Ele começa a dar pequenos golpes que, num efeito bola de neve, vão se tornando cada vez maiores até levá-lo à prisão - onde ele irá conhecer seu grande amor: Philip Morris (McGregor), um sujeito doce e um tanto ingênuo. O amor é à primeira vista. Mas nem com o novo namorado Steven consegue manter sob controle seu impulso mentiroso, o que só complica a situação.

Fora da prisão e com uma vida repleta de mentiras dos mais variados tamanhos, Steven consegue manter um alto padrão de vida. Obtém bons empregos, salários gigantescos e uma vida de luxo, dando um golpe depois do outro. Quando a verdade vier à tona, poderá ser tarde demais.

O humor em "O golpista do ano" vem mais do absurdo das situações, cada vez mais insólitas, do que das caretas de que Carrey não abre mão quando faz comédia. A ideia do filme não é que seu personagem seja engraçado. A graça reside na bola de neve, nas mentiras cada vez maiores e nas situações nada convencionais do romance entre Phillip e Steven.

Como já haviam revelado no roteiro de "Papai Noel às avessas", Glenn Ficarra e John Recqua mostram em "O golpista do ano" um gosto pelo politicamente incorreto. Não há limites para o romance dos dois personagens, que já na cadeia vivem uma paixão ardente.

Se Carrey é careteiro em boa parte do tempo, McGregor, pela terceira vez nos últimos meses, encarna o ingênuo útil - as outras duas foram em "O escritor fantasma" e "Os homens que encaravam cabras". McGregor faz o personagem com honestidade, sem nunca cair na caricatura ou na vulgaridade.

Nos Estados Unidos, "O golpista do ano" ainda está inédito em circuito comercial, embora já tenha sido exibido em festivais. Cogitou-se até em lançar o filme direto em DVD. Talvez seja um sinal dos tempos em que a sociedade norte-americana mostra-se mais conservadora. Em todo caso, é de se aplaudir a coragem e ousadia do ator em aceitar um papel tão controverso.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/06/03/jim-carrey-e-gay-trambiqueiro-em-o-golpista-do-ano.jhtm


"Príncipe da Pérsia" recria história com efeito especial
Publicado em 04/06/2010 às 00h48m por Zeca Amaral

Quando a ficção entra no campo da história oficial, nada impede que toda uma cultura seja reformulada para não desmentir o roteirista. Não diminui a legitimidade do filme, nem propriamente é prejudicial ao próprio povo selecionado para os caprichos de quem cria a trama. O limite é a clareza sobre o que se vê na tela.

"Príncipe da Pérsia", que estreia em circuito nacional, em cópias dubladas e legendadas, na quinta-feira, pode ser percebido como um exemplo disso. Já no início, enumera os feitos do grande império persa, para situar no tempo e espaço o espectador em uma fantasia repleta de engenhosos efeitos especiais.

O rei da Pérsia em questão é Sharaman (Ronald Pickup), um líder nato que tem como conselheiro seu irmão, Nizam (Ben Kingsley, de "Ilha do Medo"). Fictício, como todo o filme (exceto a apresentação), o rei é pai de dois filhos Garsiv (Toby Kebbell, de "RocknRolla") e Tus (Richard Coyle, de "Um Bom Ano"), o príncipe herdeiro.

No entanto, a família apenas se completa quando o rei adota Dastan, uma criança maltrapilha, que demonstra coragem e sabedoria ao defender um colega de rua. Como diz o narrador, ele é um predestinado e será decisivo para a história dessa civilização.

Depois de 15 anos, Dastan (agora, interpretado por Jake Gyllenhaal, de "O Segredo de Brokeback Mountain") se vê em meio a seus irmãos e tio numa difícil escolha: invadir ou não uma cidade sagrada que, segundo um espião persa, vende armas para os adversários de seu povo. Vencido no voto, o protagonista entra na cidade e captura a princesa Tamina (Gemma Arterton, de "Fúria de Titãs").

No entanto, ela guarda um segredo, uma adaga que tem o poder de voltar no tempo. O artefato cai nas mãos do herói que, graças a um complô, é acusado de matar o próprio pai adotivo. Dastan e Tamina fogem para iniciar a jornada que selará o destino de ambos.

Com uma história confusa e repleta de pontos de interrogação, "Príncipe da Pérsia" é uma produção cujo valor cosmético é maior do que o entendimento claro sobre o que se passa nas cenas. Com lutas bem coreografadas, imagens rápidas e com pontos de humor assertivos, o final da projeção, porém, provoca questionamentos quase risíveis.

Um exemplo prático é o de Amar (Alfred Molina, de "Educação"), uma espécie de comerciante ilegal que, em determinado momento do filme. afirma haver terças e quintas-feiras. Outro ponto de reflexão é a própria adaga, que necessita de uma espécie de areia divina para funcionar, inacessível aos humanos, mas de que a princesa possui até um refil.

É irrelevante a identidade do príncipe, que poderia ser persa ou de Marte, já que não há referências para sustentar a história. O diretor Mike Newell (de "Amor nos Tempos do Cólera" e "Harry Portter e o Cálice de Fogo") se esforça, mas não consegue dar jeito no que já começou errado, a partir de um mau roteiro.

Com um herói de aventura um tanto pobre (o primeiro de sua carreira), Jake Gyllenhaal sai também chamuscado desse deserto. O único que ri à toa mesmo é o produtor Jerry Bruckheimer, uma espécie de Midas em Hollywood (são dele as franquias "Piratas do Caribe", "Bad Boys" e, na TV, os múltiplos "CSIs"), que pensa em faturamento alto e rápido nas bilheterias.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/06/03/principe-da-persia-recria-historia-com-efeito-especial.jhtm

Scorsese quer Al Pacino, De Niro e DiCaprio em filme sobre Sinatra
Publicado em 26/05/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Los Angeles (EUA) - O cineasta Martin Scorsese quer ter Al Pacino, Robert De Niro e Leonardo DiCaprio no filme que prepara sobre a vida de Frank Sinatra, informou hoje o canal americano "NBC".

Caso se confirme, será o primeiro trabalho de Al Pacino com Scorsese, que já dirigiu Di Caprio e De Niro.

De Niro trabalhou com Scorsese em filmes como "Touro Indomável" (1980) e "Cassino" (1995), e dirigiu Dicaprio em outros como "O Aviador" (2004), "Os Infiltrados" (2006) e no recente "Ilha do Medo" (2010).

"O roteiro inicial está pronto. Ainda tenho que escolher quem pode dar vida outra vez a Frank Sinatra. Minha escolha é Al Pacino, e Robert De Niro como Dean Martin", explicou Scorsese em entrevista recente.

Como em fevereiro o cineasta disse que DiCaprio seria Sinatra no longa, a imprensa americana considera a possibilidade de que vários nomes interpretem o cantor e ator em diferentes momentos de sua vida.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/efe/2010/05/25/scorsese-quer-al-pacino-de-niro-e-dicaprio-em-filme-sobre-sinatra.jhtm


Brad Pitt vai atuar em filme sobre tigres assassinos
Publicado em 26/05/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

O livro The Tiger: A True Story of Vengeance and Survival, de John Vaillant, nem começou a ser vendido e já tem planos para ser adaptado para os cinemas. E Brad Pitt (Bastardos Inglórios) foi o escolhido para protagonizar essa história.

A sinopse de The Tiger dá conta do desenvolvimento humano que toma conta do habitat dos tigres. Um felino do bando acaba por invadir o vilarejo construído sobre o seu espaço e começa a matar os moradores. O estranho é que as mortes não são aleatórias. Tudo soa como uma planejada ação de vingança.

Darren Aronofsky (O Lutador) é o nome mais cotado para assumir a direção. O roteiro será escrito por Guillermo Arriaga (21 Gramas), que confessou à Variety que este é o primeiro roteiro adaptado da sua carreira: “Eu sempre fiz roteiros originais, mas escolhi adaptar esse livro porque amo como ele reflete essa tensão entre os homens e a natureza.”

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/brad-pitt-vai-atuar-em-filme-sobre-tigres-assassinos/id/26323



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Casa mal-assombrada de Amityville está à venda
Publicado em 26/05/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Os fãs dos filmes de terror que têm disponível US$ 1,15 milhão (ou cerca de R$ 2,5 milhões) têm a chance de adquirir uma famosa e mal-assombrada residência americana. Construída no estilo holandês colonial, com cinco quartos e até lugar para guardar barcos, a mansão de Nova York deu origem ao livro e à série de filmes "Horror em Amityville".

casa está localizada na avenida Ocean, número 108, no bairro de Amityville. No mesmo lugar, em 13 de novembro de 1974, os pais e quatro filhos da família DeFeo foram assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo, filho mais velho, ligou para a polícia para contar sobre o crime. Mais tarde, confessou os assassinatos. Ele disse ter ouvido "vozes" dentro da casa que o incentivaram a matar sua família com um rifle.

Um ano depois, George e Kathy Lutz se mudaram para a casa com três filhos. Pagaram US$ 115 mil pelo imóvel, ou cerca de R$ 250 mil. Eles sabiam do histórico da casa, mas não se importaram. No entanto, fenômenos aterrorizantes fizeram com que eles saíssem de lá 28 dias depois.

Toda a família ouvia vozes e tinha visões. O pai, George, acordava todos os dias às 3h15, no horário em que começaram os crimes. Sua mulher, Kathy, tinha pesadelos com a cena dos assassinatos. Ela sabia a ordem em que todos foram mortos. Os filhos do casal passaram a dormir sobre a barriga dos pais - mesma posição em que as crianças dos DeFeo foram encontradas mortas.

Certo dia no porão, Kathy encontrou uma sala secreta pintada de vermelho deixada de fora da planta do imóvel. Nem o cachorro da família entrava no lugar. Outra noite, o casal viu a imagem de um demônio se formar e queimar no ar ao acender a lareira. Na mesma época, um dos filhos falava sobre um amigo invisível de olhos vermelhos.

Em 1977, o casal Barbara e James Cromarty comprou o imóvel e mudou o número de 112 para o atual. Eles viveram no local por mais de dez anos sem que nada tivesse acontecido.

No entanto, as experiências vividas dentro da casa pelos Lutz foram contadas para o escritor Jay Anson, que publicou o livro "Horror em Amityville", em 1977. A publicação foi adaptada para o cinema em 1978 e em 2005.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/25052010/48/entretenimento-casa-mal-assombrada-amityville-venda.html


Ghost - do outro lado da vida - 1990
Para integrar qualquer videoteca
, sem sombra de dúvida
Publicado em 22/05/2010 às 01h00m por Zeca Amaral

Um romance clássico. Você deve conhecer muitas pessoas que foram ao cinema várias vezes para assistí-lo. Um "campeão de bilheterias".

Diretor: Jerry Zucker
Elenco: Patrick Swayze, Demi Moore, Whoopi Goldberg, Tony Goldwyn, Rick Aviles, Gail Boggs, Vincent Schiavelli.
Sinopse:
Ghost do Outro Lado da Vida, um dos filmes mais comoventes do cinema, está completando 20 anos em 2010. Para comemorar o aniversário, a Paramount preparou uma edição comemorativa, intitulada Ghost – Edição Especial 20 anos, que está repleta de extras inéditos. O longa mostra a história do jovem executivo Sam (Patrick Swayze) que é brutalmente assassinado e, mesmo morto, tenta ajudar a esposa Molly (Demi Moore), contando com a ajuda de uma médium charlatã, vivida pela atriz Whoopi Goldberg, papel que lhe concedeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, em 1991.

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/lancamento/ficha/nomefilme/ghost-do-outro-lado-da-vida/id/2688


Dario Argento vai dirigir Drácula em 3D
Publicado em 18/05/2010 às 00h25m por Zeca Amaral

Depois de anunciarmos o remake que George Romero vai fazer do clássico Profondo Rosso, de Dario Argento, em 3D, tem mais novidade por aí, dessa vez do diretor italiano. Segundo a Variety, ele vai dirigir uma adaptação de Drácula, de Bram Stoker... também em terceira dimensão.

O filme será produzido por Roberto Di Girolamo (Crime Ferpecto) e Gianni Paolucci (Zombi: La creazione), via Multimedia Film Prods, além de escrito e dirigido por Argento. Segundo Girolamo, o cineasta está empolgado com a nova tecnologia 3D e colocar colocar o seu selo de qualidade "Argento".

As filmagens começam em janeiro, na Itália. O Drácula de Dario Argento deve entrar para o rol dos grandes senhores das trevas, ao lado dos "Dráculas" de Tod Browning (1931) e Francis Ford Coppola (1992).


Drácula de Bram Stoker (na foto a versão com Gary Oldman e dirigida por Coppola) conta a história de Vlad Tepes, um líder romeno que sofre a perda de sua amada e entrega-se ao vampirismo.

fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/diversao/2010/05/17/248818-dario-argento-vai-dirigir-dracula-em-3d


Com deputado vilão, "Tropa de Elite 2" tem pedido para gravar na Câmara vetado
Publicado em 11/05/2010 às 02h30m por Zeca Amaral

A Câmara dos Deputados barrou o capitão Nascimento e não permitiu a gravação de cenas do filme "Tropa de Elite 2" no plenário da Casa.

Segundo o diretor José Padilha, a produção do filme procurou a Câmara de dezembro a janeiro, mas jamais recebeu resposta oficial. "Disseram que foi Michel Temer quem barrou, a pedido da bancada do Rio. Eu preferi não acreditar."

A assessoria de Michel Temer (PMDB-SP), presidente da Câmara, confirma que não foi dada autorização por decisão técnica-administrativa. Motivo: o plenário da Casa é destinado a sessões políticas.

A cena barrada pela Câmara se passaria no plenário, mas acabou ambientada num Conselho de Ética improvisado na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.

Gravada no dia 15 de abril, a cena traz Fraga (deputado fictício interpretado por Irandhir Santos) prestando depoimento sobre as milícias no Rio.

Padilha explica: "O filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política".

Em "Tropa de Elite 2", o deputado Fraga é o antagonista do capitão Nascimento (Wagner Moura) e cruza seu caminho no combate às milícias.

Ao longo das gravações, insinuou-se que Fraga seria baseado no deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ex-secretário de Segurança Pública do Rio (gestão Rosinha Matheus), citado no relatório final da CPI das Milícias. Padilha nega: "Ele não foi inspirado em ninguém em particular".

É fato que o filme, com estreia prevista para setembro, tem uma cena gravada na Assembleia do Rio em que o capitão Nascimento grita: "Aqui [no governo] todo mundo é corrupto!". O filme se passa entre 2001 e 2005, durante gestão de Rosinha Matheus.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u732588.shtml


Antonio Banderas mostra "degraus perdidos" do cinema espanhol em N.York
Publicado em 11/05/2010 às 02h30m por Zeca Amaral

Nova York, 10 mai (EFE).- O ator Antonio Banderas inaugurou nesta segunda-feira em Nova York uma mostra cinematográfica com dez filmes de corte realista com as quais pretende apresentar "os degraus perdidos" do cinema espanhol dos anos 50 e 60.

"Quando cheguei aos Estados Unidos me dei conta de que havia um desconhecimento quase total do que tinha sido o realismo espanhol entre os anos 50 e 60 por problemas basicamente políticos", explicou Banderas em entrevista à agência Efe antes da apresentação da mostra "O realismo no cinema espanhol (1951-1963)", em exposição no Instituto Cervantes.

O ator e diretor espanhol, membro do conselho assessor do Cervantes nova-iorquino, presidiu a inauguração de uma iniciativa que mostrará um total de dez filmes que ele mesmo escolheu e com as quais disse querer "encher os degraus perdidos" na história do cinema espanhol "por razões óbvias de tintura política".

Até o próximo dia 19 de maio, os habitantes da Grande Maçã terão a possibilidade de ver alguns dos títulos mais emblemáticos do realismo no cinema espanhol, nos quais mestres como Luis García Berlanga, Luis Buñuel ou Juan Antonio Bardem retrataram a dureza da vida na Espanha em meados do século XX.

Banderas quis centrar a primeira atividade que ele organiza no Instituto Cervantes no cinema de corte realista espanhol, porque se trata de "uma época na qual aconteceu algo inovador, e de repente os cineastas começam a confrontar o regime baseando-se apenas em sua imaginação, com a qual ludibriaram a censura".

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/11052010/40/entretenimento-antonio-banderas-mostra-degraus-perdidos.html


'Homem de Ferro 2' cai na web antes da estreia nos Estados Unidos
O filme, que chegou ao Brasil na última sexta-feira (30/4) já pode ser encontrado em redes de compartilhamento de arquivos (P2P).
Publicado em 04/05/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

Logo após a sua estreia, na sexta-feira (30/4), o filme Homem de Ferro 2 já ganhou cópias para download nas redes de compartilhamento de arquivos (P2P).

Para quem já sabe como a internet se comporta com esse tipo de conteúdo, isso não é surpresa: um filme é lançado no cinema, algumas pessoas levam câmeras, gravam tudo e depois publicam nas redes P2P.

Esse método, conhecido como “cam rip”, oferece uma experiência que não chega nem perto da exibição original: em geral, a qualidade é baixa, a imagem geralmente fica tremendo e o som também não agrada.

No Brasil, esse caso não é surpresa alguma, já que o filme já está nos cinemas. Mas o cenário muda um pouco nos Estados Unidos, que só receberá o filme em cartaz a partir desta sexta-feira (7/5).

Em todo o mundo, dezenas de gravações de Homem de Ferro 2 já caíram em sites como o The Pirate Bay e IsoHunt em vários idiomas.

O filme, estrelando Robert Downey Jr. faturou 100,2 milhões de dólares em 53 países durante o fim de semana, de acordo com a agência Reuters.

fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/05/03/homem-de-ferro-2-cai-na-web-antes-da-estreia-nos-estados-unidos/


ESTREIA-Brasileiro "A Casa Verde" exagera com mensagem ecológica
Publicado em 30/04/2010 às 01h30m por Zeca Amaral

A animação gaúcha "A Casa Verde", que estreia nessa sexta-feira em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Santos e Porto Alegre, ocupa um posto curioso no cinema brasileiro: é parecida com um filme da Xuxa, mas sem a presença da apresentadora.

Dirigido e roteirizado por Paulo Nascimento ("Diário de um Novo Mundo", "Valsa para Bruno Stein"), o longa combina atores com uma técnica de animação chamada rotoscopia, que cria um efeito sobre as imagens como se fossem desenhadas por giz de cera. É visualmente bonito, mas nada disso encobre as deficiências do roteiro e das atuações.

O filme, para se justificar, tem uma boa intenção: abordar a causa ecológica, mais precisamente a sustentabilidade. No entanto, para que isso funcionasse satisfatoriamente, seria preciso uma história mais atraente, abordando com mais sutileza as lições sobre o meio ambiente.

A história começa com um desenhista (Nicola Siri, de "Diário de um Novo Mundo") em crise criativa, se esforçando para concluir uma história em quadrinhos. Atrapalhado e relapso, ele tem dificuldades em conduzir o enredo e os personagens, que parecem ganhar vida própria.

Num lugar chamado Casa Verde, uma mistura de centro comunitário e escola, um grupo de pré-adolescentes, conhecidos apenas como Nerd 1, Nerd 2 e assim por diante, passa o tempo em frente ao computador, enquanto um cientista maluco/professor (Lui Strassburger, de "Bicho de Sete Cabeças") inventa uma máquina de reciclagem.

Antes que o público se dê ao trabalho de tentar diferenciar os Nerds, eles saem de cena e sobra apenas a Nerd 1 (Alice Nascimento), que tenta desvendar o desaparecimento do cientista. Aparentemente, ele foi sequestrado pelo malfeitor (Zé Victor Castiel, de "Dias e Noites"), que enriqueceu com a coleta de lixo da região e possui um bando de capachos, entre eles a secretária/amante (Ingra Liberato, de "As Vidas de Maria").

A única pessoa que mantém contato com a Nerd 1 é sua amiga virtual, que atende pelo nome de Eu e é interpretada por Fernanda Moro ("Valsa para Bruno Stein). Depois de muita discussão, a personagem sai do mundo virtual e vem para a realidade, onde não poderá ficar por muito tempo porque logo sua bateria vai acabar. Mas, antes disso, ajudará Nerd 1 a encontrar o professor e se envolverá com o inventor Leonardo del Vinte (Leonardo Machado, de " 3 Êfes"), que parece ter descoberto a fórmula da vida eterna.

Ao final, "A Casa Verde" cheio de boas intenções e deficiências passa bem longe de cobrir a lacuna no cinema brasileiro que há anos negligencia o público infantil, produzindo pouquíssimos bons filmes para essa faixa etária.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/100429/entretenimento/cultura_filme_estreia_casa_verde


'Homem de Ferro 2' não supera o primeiro filme
Publicado em 30/04/2010 às 01h30m por Zeca Amaral

Lançado em 2008, "Homem de Ferro" foi um dos grandes blockbusters daquele ano, faturando US$ 572 milhões nas bilheterias de todo o mundo. Como era de se esperar, sua sequência foi confirmada logo depois, com uma terceira também em vista. É essa segunda parte que estreia nesta sexta-feira (30) nos cinemas brasileiros, com o desafio de superar o primeiro longa não só em qualidade, como também em arrecadação.

A expectativa para esse lançamento é grande. No último ano, não faltaram notícias sobre quem estaria no elenco, novidades na trama e imagens e trailers do filme. Desta vez, porém, o diretor Jon Fraveau (que também faz o motorista Happy na produção) não se saiu tão bem como na primeira empreitada, e como resultado "Homem de Ferro 2" acabou ficando aquém de seu antecessor.

Com a carreira revitalizada pelo primeiro filme, Robert Downey Jr. volta no papel do bilionário Tony Stark. Após ter revelado ao mundo que é o alter ego do Homem de Ferro, ele consegue a paz mundial, mas precisa lidar agora com a fama - que já não era pouca antes - e com um governo dos Estados Unidos sedento por se apoderar de sua criação, vista como uma aquisição valiosa para as Forças Armadas.

A situação se complica com a chegada do vilão Ivan Vanko (Mickey Rourke, outro ator que voltou à boa forma profissional), disposto a derrubar o nosso herói. Ele se alia a Justin Hammer (Sam Rockwell), empresário concorrente que sonha em reproduzir a armadura de ferro.

Do lado do bem, surge a misteriosa Natalie (Scarlett Johansson) e retornam a mocinha Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e o coronel Rhodes (Don Cheadle, que substitui Terrence Howard). Depois de aparecer somente nos créditos do primeiro longa, Samuel L. Jackson volta como o misterioso Nick Fury, em uma participação especial bem maior.
Se no longa anterior Favreau mostrou com destreza a ascensão do Homem de Ferro, não consegue manter o mesmo ritmo neste segundo filme. Com um começo eletrizante, a produção deixa a peteca cair em determinado momento e, apesar de prender até o final, perde a graça pouco a pouco.

O diretor também não consegue narrar de forma coesa todos os acontecimentos da trama. Assim, as introduções de Nick Fury e da organização secreta S.H.I.E.L.D. na história soam confusas para quem não está familiarizado com os quadrinhos da Marvel.

O próprio elenco se perde um pouco também. Robert Downey assume um tom um tanto quando histriônico conforme a trama evolui. Gwyneth Paltrow beira a histeria - o que não ocorria no primeiro filme - como Pepper Potts. E Scarlett Johansson fica simplesmente sem sal quando assume a identidade da espiã Viúva Negra. Salvam Mickey Rourke e Don Cheadle, coesos em seus lugares até o fim.

É uma pena que algo tenha se perdido nesta continuação que parecia tão promissora. Pelo menos o estrago não é tão grande e Favreau ainda tem chances de recuperar a vitalidade no próximo filme, o que é imprescíndivel para que a franquia tenha continuidade com "Os Vingadores", projeto que a Marvel pretende levar à telona também. É esperar para ver.

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/s/29042010/48/entretenimento-homem-ferro-2-nao-supera.html


Ridley Scott quer mais dois filmes da franquia 'Alien' em 3D
Publicado em 26/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Depois de ter não apenas confirmado a produção da "prequência" de Alien, o diretor Ridley Scott divulgou novidades animadoras para os fãs da franquia: em conversa com o site Collider, ele disse que, na verdade, serão produzidos mais dois filmes cujo enredo antecede à trama protagonizada pela durona Ripley (Sigourney Weaver) em 1979. E mais: ambos os filmes serão exibidos em 3D.

Na conversa, Scott disse ainda que, se tivesse oportunidade, teria convertido também para 3D a sua próxima estreia no cinema: Robin Hood, cuja première acontece no dia 12 de maio, com a abertura do festival de Cannes (o lançamento no Brasil acontece apenas dois dias depois disso, no dia 14 de maio).

fonte: http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4398971-EI1176,00-Ridley+Scott+quer+mais+dois+filmes+da+franquia+Alien+em+D.html


Patrick Wilson e Rose Byrne no filme do diretor de "Jogos Mortais"
Publicado em 26/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Patrick Wilson (Passageiros), Rose Byrne (Presságio - à dir.) e Barbara Hershey estão no elenco do filme Insidious, do diretor James Wan, informou o Bloody Disgusting.

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A trama segue uma família cujo filho está em estado de coma. Quando a sua consciência cai na armadilha de um purgatório chamado The Further, ele se torna um canal para coisas terríveis e sinistras.

Neste projeto, que já está sendo rodado e pode mudar de nome, o diretor se reúne com o roteirista Leigh Whannell, seu parceiro em Jogos Mortais.

fonte: http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_noticia=33025&id_filme=10493&aba=cinenews


Policiais acusam filme sobre Comando Vermelho de romantizar bandidos
Publicado em 23/04/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

O filme do cineasta Caco Souza sobre uma das maiores facções criminosas do país, com previsão de estreia em agosto, já virou polêmica na internet. O longa-metragem "400 contra 1 - A História do Comando Vermelho" foi acusado em blogs por policiais militares e civis de romantizar a figura dos bandidos e das facções criminosas.

Baseado no livro homônimo escrito por William da Silva, o Professor, um dos criadores do CV no presídio da Ilha Grande (litoral do Estado do Rio) nos anos 70 e foragido desde 2006, o filme aborda o surgimento da facção a partir do convívio entre presos políticos e assaltantes de banco.

Com site (www.400contra1.com.br) e trailer no YouTube, o filme preocupa a Polícia Militar pela possibilidade de fazer apologia ao crime, avalia o corregedor da PM, coronel Ronaldo Menezes. "Não sei qual vai ser o enredo, o que o filme vai focar. Mas, se ele enaltece uma atividade criminosa, acho que deve ser entendido como apologia ao crime", disse Menezes.

O diretor Caco Souza nega que a previsão venha a se concretizar. Em 2004, ele já dirigira o documentário curta-metragem "Senhora Liberdade" sobre o tema.

"Não há nenhum tipo de apologia. Essa polêmica tinha que ocorrer mais lá na frente, depois que as pessoas assistissem ao filme. Para mim, seria muito mais interessante."

Corroteirista, o escritor Julio Ludemir diz que a polêmica é "estúpida", já que o filme termina em 1981 e não trata de tráfico de drogas. Os fundadores do CV assaltavam bancos.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u723873.shtml


ESTREIA-"A Estrada" adapta livro premiado de Cormac McCarthy
Publicado em 23/04/2010 às 02h00m por Zeca Amaral

O enredo baseia-se no livro homônimo, assinado pelo escritor norte-americano Cormac McCarthy (autor de "Onde os Fracos não Tem Vez", filmado por Ethan e Joel Coen) e que venceu o prêmio Pulitzer.

A história combina uma dramaturgia máxima a um argumento mínimo. Num tempo futuro indeterminado, uma catástrofe ambiental de proporção planetária varreu a natureza. Terremotos, incêndios e temporais se sucedem, ao mesmo tempo em que a atividade econômica se interrompe, bem como toda vida social.

Ilhada nestes tempos obscuros, uma família, formada por uma mulher (Charlize Theron, de "Terra Fria"), um pai (Viggo Mortensen) e seu filho (Kodi Smit McPhee), sobrevivem como podem. Até que ela perde a esperança. Mais tarde, somente o pai e o filho são vistos juntos, perambulando por estradas devastadas e perigosas, infestadas de gangues canibais.

O destino da mãe só é revelado mais adiante. Com ecos de outros filmes mais ou menos recentes abordando diversos tipos de apocalipse - como "Extermínio", de Danny Boyle, "Eu Sou a Lenda", de Francis Lawrence, e "Ensaio sobre a Cegueira", de Fernando Meirelles - o filme de Hillcoat tem energia e personalidade, embora claramente não seja fácil de assistir.

A tensão que "A Estrada" produz no espectador é genuína. É o tipo de filme que se assiste com os sentidos acesos e o coração apertado. E sustenta com força sua única premissa - o que será deste pai e deste filho, procurando manter um mínimo de amor e de ética num mundo em que a sobrevivência se tornou o único desafio?

Uma outra atração está nas pontas de alguns atores conhecidos - caso do veterano Robert Duvall ("Os Donos da Noite") e do australiano Guy Pearce ("Amnésia"), quase irreconhecíveis debaixo de pesada maquiagem.

O próprio Cormac McCarthy, que costuma torcer o nariz para a maioria das adaptações cinematográficas de seus livros, deu sua benção a esta ótima versão, que nasceu de uma aposta arriscada. O diretor australiano Hillcoat ("A Proposta") e o roteirista Joe Penhaal, apesar de ser um dramaturgo premiado (pelo texto Laranja Azul, montado no Brasil), não eram considerados primeira linha em Hollywood.

O status da história também era, a princípio, bem mais low profile. Quando o roteirista Penhall começou a adaptar o livro para o cinema, ele sequer havia sido publicado. Um ano depois, com a produção pelo caminho, já havia se tornado popular o bastante para ser mencionado como obra de cabeceira da notória apresentadora Oprah Winfrey.

Uma condenação de McCarthy ao filme sepultaria, provavelmente, o futuro cinematográfico de diretor e roteirista. Penhall descreve, num saboroso artigo publicado em janeiro pelo jornal inglês "The Guardian", a expectativa que cercou a exibição prévia do filme para o escritor num estúdio, em Albuquerque.

Uma expectativa que só se desfez quando o escritor decretou: "É muito bom, mesmo." Segundo Penhall no mesmo artigo, McCarthy aprovou inclusive a narração em off, que havia sido tema de disputa entre Hillcoat, Viggo Mortensen - contra a narração - e o roteirista e Nick Cave, autor da trilha musical, os dois a favor.

Penhall venceu e, a bem da verdade, a narração é uma das raras do cinema moderno que não é redundante nem opressiva. Cai bem no contexto desesperançado da história, delineando a resistente ternura que permeia todo o relato.

fonte: http://br.cinema.yahoo.com/noticias/10954043


"Como Treinar o seu Dragão" ganha de "Quebrando Tudo" nos EUA
Publicado em 19/04/2010 às 01h11m por Zeca Amaral

LOS ANGELES (Reuters) - Surpreendentemente, a nova comédia de ação infantil, "Kick Ass" ("Quebrando Tudo") não conseguiu chegar ao primeiro lugar da bilheteria norte-americana, perdendo por pouco a corrida para o filme "Como Treinar o seu Dragão", de acordo com as estimativas divulgadas neste domingo pelos estúdios.

"Dragão", um desenho animado que também teve uma estreia decepcionante há quatro finais de semana, tem aguentado firme e rendeu 20 milhões de dólares nos três últimos dias, começando na sexta-feira. "Quebrando Tudo" seguiu de perto, embolsando 19,8 milhões de dólares.

Outro lançamento, "Death at the Funeral", uma comédia com Chris Rock, ficou em quarto lugar, faturando 17 milhões de dólares, logo atrás de "Date Night" ("Uma Noite fora de Série"), que faturou 17,3 milhões.

A classificação poderá mudar assim que o relatório final for divulgado na segunda-feira. Foi o que aconteceu no fim de semana passado, quando "Uma Noite fora de Série" ficou em primeiro lugar no domingo, mas perdeu a posição para o campeão "Clash of the Titans" (Fúria de Titãs), no dia seguinte.

Os chefões da indústria esperavam que "Quebrando Tudo" estreasse com renda na faixa dos 25-30 milhões de dólares.

Aaron Johnson é um estudante do ensino médio que se transforma em um azarado super-herói caseiro. Chloe Moretz é uma pré-adolescente com treinamento em combates e Nicholas Cage faz o papel do seu pai.

As críticas foram boas, mas a censura "R", que impede que menores de 17 anos assistam ao filme desacompanhadas, possivelmente atrapalhou as vendas, disse David Spitz, vice-presidente executivo da distribuidora Lionsgate.

Spitz, encorajado pelo poder de sobrevivência de "Dragão" previu que "Quebrando Tudo" vai "seguir sendo exibido" nas próximas semanas.

"Como treinar o seu Dragão" já rendeu 158,6 milhões de dólares, depois de quatro finais de semana.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/100418/entretenimento/cultura_filmes_eua_2


Kim Bassinger e Charlize Theron em Cruzamento Confuso
Publicado em 19/04/2010 às 01h11m por Zeca Amaral

BR Press) - O diretor mexicano Alejandro Gonzáles Iñárritu se consagrou ao dirigir três excelentes filmes em sequência - Amores Brutos, 21 Gramas e Babel. O que muita gente não sabe é que o mérito desse sucesso não deve apenas a ele, mas sim, em grande parte, aos roteiros escritos por Guilermo Arriaga. Cansado de viver à sombra de Iñárritu, Arriaga resolveu colocar a mão na massa, dirigindo Vidas que se Cruzam (The Burning Plain, 2009), que estreia nesta sexta (16/04), em circuto nacional.

O filme é um thriller dramático ao estilo "quebra-cabeça" - marca registrada do diretor -, que narra a história de uma mãe e uma filha que tentam se entender no meio de relações que envolvem inseguranças, intrigas e mentiras. Durante esse conflito de gerações, vemos uma interessante costura de cenas que misturam passado e futuro.

Como na famosa trilogia de Arriaga,ele conduz o espectador a uma confusão mental programada, fazendo o pensar em como e em que lugar cada peça se encaixa, para deixar a curiosidade aguçar e desafiar nossa inteligência. O problema é que, dessa vez, ele acaba entregando o ouro bem antes do esperado final.

Na verdade, esse talvez não seja o grande problema. Mesmo com interpretações concisas de Kim Bassinger e Charlize Theron, o andamento da história peca em sua extrema lentidão. Não se pode dizer que que seja pelo fato de uma primeira experiência atrás das câmeras, mas Arriaga acaba por testar não só nossa inteligência como também a paciência.

Como toda tentativa, por pior que seja é sempre válida, que em uma próxima vez ele tente entender melhor o significado de "emoção genuína".

http://br.noticias.yahoo.com/s/16042010/11/entretenimento-cinema-cruzamento-confuso.html


'Esquadrão Classe A' estreia em junho; veja trailer
Publicado em 16/04/2010 às 00h45m por Zeca Amaral

A Fox do Brasil divulgou nesta quinta-feira (15) o trailer legendado do filme "Esquadrão Classe A", remake da série de ação que foi sucesso na década de 1980. A produção estreia no dia 11 de junho nos cinemas brasileiros.


Atores da famosa série dos anos 80

No longa, dirigido por Joe Carnahan, Liam Neeson interpreta o coronel John "Hannibal" Smith, líder de um esquadrão de elite do Exército americano que é condenado por um crime que não cometeu. Relegados à clandestinidade, eles passam a sobreviver como mercenários.

O elenco conta ainda com Jessica Biel, Bradley Cooper ("Se Beber Não Case"), Sharlto Copley ("Distrito 9") e Quinton "Rampage" Jackson no papel de B.A., personagem mais popular da extinta série.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/15042010/48/entretenimento-esquadrao-classe-estreia-no-brasil.html


Matt Damon e diretor retomam parceria em 'Zona Verde'
Publicado em 16/04/2010 às 00h45m por Zeca Amaral

O que aconteceria se o agente Jason Bourne fosse um soldado do Exército americano lutando na Guerra do Iraque? É mais ou menos isso que o espectador pode conferir em "Zona Verde", que estreia nesta sexta-feira (15) nos cinemas brasileiros.

Apesar de contar com uma premissa totalmente diferente, o filme traz a mesma dobradinha que deu certo em "A Supremacia Bourne" (2004) e "O Ultimato Bourne" (2007), com Matt Damon como protagonista e Paul Greengrass na direção. Desta vez, os dois se uniram para contar de forma ficcional como as tais armas de destruição em massa, que foram o motivo alegado para a invasão no Iraque, não passaram de um embuste do governo dos Estados Unidos para invadir o país.

O ano é de 2003 e o Exército americano acabou de invadir o Iraque. Damon é o subtentente Roy Miller, responsável por inspecionar os lugares que poderiam guardar os agentes químicos e biológicos que Saddam teria para um dia atacar o mundo. Mas depois de ir a uma série de locais e encontrar sempre a casa vazia, o militar começa a questionar a verocidade das informações que são passadas pelo setor de inteligência.

Ao sair em busca de respostas, Miller percebe que algo não cheira bem nas desculpas de seus superiores. Ao conhecer o veterano do Exército iraquiano Freddy (Khalid Abdalla), ele se vê envolvido em uma trama com vários lados diferentes. No chefe da CIA Martin Brown (Brendan Gleeson), ele encontra um aliado em busca da verdade. Já Clark Poundstone (Greg Kinnear) é um agente do governo americano que faz de tudo para abafar o caso. Sobra até para a imprensa, na figura da jornalista Lawrie Dayne (Amy Ryan), que mostra como muitos repórteres fazem de tudo por uma manchete sem avaliar as consequências de seus atos.

O final da história, todo mundo conhece: as armas de destruição em massa não existiam, mas para o governo Bush os fins justificaram os meios. O filme foi inspirado no livro "A Vida Imperial na Cidade Esmeralda", do jornalista Rajiv Chandrasekaran, que conta os bastidores de como era a vida na chamada Zona Verde, área em Bagdá sob forte esquema de segurança onde ficava o QG dos ocupadores no Iraque.

O grande trunfo do roteiro de Brian Helgeland está em como é narrada a busca do subtenente Miller pela verdade. Greengrass consegue trazer para mais perto do espectador, mesmo que por meio de uma história fictícia, algo que todos acompanharam de longe por meio da TV e de jornais. Tudo isso em uma trama que vai engatando aos poucos, mas consegue prender até o fim.

Nos Estados Unidos, o filme não foi muito bem nem de bilheteria nem de crítica, provavelvemente por uma série de fatores que vão além da qualidade da produção. O longa estreou pouco depois da overdose de "Guerra ao Terror" - que também tratava do conflito no Iraque - por causa do Oscar, o que deve ter saturado um pouco o tema por lá. Além disso, muitos americanos podem não ter gostado de sua premissa, que trata da invasão a um país por razões inventadas.

Comparações com o próprio "Guerra ao Terror" também não são muito válidas. O longa de Kathryn Bigelow é uma produção de caráter independente, que retrata de forma mais humana o cotidiano dos soldados americanos na guerra. Já "Zona Verde" segue a linha blockbuster. Pode não ser tão bom quanto o grande vencedor do Oscar 2010, ou os filmes anteriores da dupla Damon-Greengrass. Mas funciona bem como uma fita de ação.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/15042010/48/entretenimento-matt-damon-diretor-retomam-parceria.html


ESTREIA-Documentário sobre Rita Cadillac desmistifica a chacrete
Publicado em 12/04/2010 às 12h45m por Zeca Amaral

É o que fica comprovado no documentário "Rita Cadillac - A Lady do Povo", que estreou na sexta-feira em Belo Horizonte, Belém, Fortaleza, Natal, Salvador, Porto Alegre, Curitiba e Recife. Em São Paulo e Rio, o filme está prometido para o próximo dia 16.

Dirigido por Toni Venturi ("Cabra Cega", "Dia de Festa"), "Rita Cadillac - A Lady do Povo" é um documentário com um claro propósito: desmistificar a figura da biografada.


"Botei na cabeça que eu era a poderosa do programa. Construí um personagem", diz ela, no começo do filme. Para cumprir o prometido, vemos Rita Cadillac não só rebolando em imagens de arquivo, mas, como ela mesma insiste em ser chamada, a Rita de Cássia cozinhando e comprando água de lavadeira na porta de casa. Quem em plena efervescência sensual das chacretes poderia pensar numa imagem dessas? Mas Venturi mostra, sem pudor algum.

Pudor, aliás, não falta também nas confissões de Rita -- seja na época em que admite ter feito programas sexuais para sobreviver, antes de entrar para a televisão, ou revelando um affair de "duas noites de amor e pronto" com o rei Pelé. Bem mais emocionantes são as recordações da infância da dançarina, que foi criada pela avó e estudou em colégio de freiras.

"Eu não consigo ser Rita Cadillac 24 horas por dia", diz ela, ao se despir da personagem e mostrar o que existe por baixo do mito que até hoje é conhecido como a Rainha do Bumbum ou Lady do Povo -- apelido criado pelo cineasta Djalma Limongi Batista, com quem ela fez "Asa Branca - Um Sonho Brasileiro" (1980), contracenando com Edson Celulari.

Entrevistados como Rogéria (que diz: "Ela tinha muito talento"), o diretor Hector Babenco ("Na próxima encarnação, quero nascer Rita Cadillac") e o médico Dráuzio Varella ("Ela é uma artista") ressaltam a trajetória da dançarina e os reflexos de sua passagem na cultura popular brasileira.

Ao longo de sua carreira, que começou em 1974 como chacrete, Rita Cadillac explorou diversas possibilidades, algumas até absurdas, e não esconde isso. Como quando, em meados da década de 1980, gravou a música pegajosa "É Bom para o Moral" e lançou um disco com apenas duas músicas. Seu empresário na época, Luis Andrade, queria que fizesse shows. A própria Rita ri do absurdo no filme, quando diz: "Fazer show com apenas duas músicas?". A cara dela, ao fazer esse comentário, é impagável.

Ao contrário de "Alô, Alô, Terezinha", de Nelson Hoineff, outro documentário onde ela também aparece, "Rita Cadillac - A Lady do Povo" nunca investe na exploração de uma figura exótica -- em outras palavras, nunca transforma o filme num freak show. Rita, seus percalços, seus altos e baixos, são encarados com a maior naturalidade e com carinho. Ou seja, como qualquer ser humano, comemorando conquistas e enfrentando dilemas e derrotas.

Em épocas de Big Brother, celebridades virtuais e famas de curtíssima duração, Rita Cadillac mostra como se reinventou ao longo das décadas, com uma receita que soma muito trabalho, simpatia, talento, beleza e um bocado de generosidade.

fonte: http://br.cinema.yahoo.com/noticias/4657651


Caso 39
Uma assistente social ajuda uma criança por causa de abusos dos pais, mas descobre uma situação muito mais perigosa

Publicado em 11/04/2010 às 02h15m por Zeca Amaral


Apesar de cheia de trabalho, a assistente social Emily Jenkins (Renée Zellweger) se esforça para sempre dar a atenção necessária para cada um dos processos que cuida. Reponsável por avaliar 38 famílias, ela sequer tem tempo de cuidar de sua vida pessoal, mesmo com as constantes investidas de um colega, o psicólogo Doug. Sobrecarregada, Emily ainda terá que dar atenção para a pequena Lili, de apenas dez anos, do Caso 39.

Maltratada pelos pais, a menina está perdendo o rendimento na escola e parece sempre assustada. Sem nenhuma prova do que possa estar acontecendo na casa, a assistente social tem que confiar apenas nos relatos de Lili, que afirma que os pais querem matá-la. Quando consegue uma prova de que eles não tem condições de cuidar da garota, Emily luta para garantir a guarda dela. Com a menina a salvo, em sua casa, coisas estranhas começam a acontecer com quem se aproxima da assistente social, e ela começa a acreditar que pode ter feito a escolha errada.

Em 2007, as filmagens do terror tiveram de ser encerradas. Desde então, o longa passou por problemas de pós-produção de cenas e adiamentos. Dirigido por Christian Alvart, o filme conta ainda com Ian McShane e Bradley Cooper no elenco. A protagonista Zellweger ficou interessada na refilmagem americana de O Olho do Mal, mas o filme acabou sendo protagonizado por Jéssica Alba. Então, ela aceitou participar de Caso 39.

fonte: http://msn.guiadasemana.com.br/MSN/film.asp?ID=11&cd_film=1619&cd_city=1


"Chico Xavier" faz retrato superficial do famoso médium
Publicado em 03/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

Santo ou demônio? Médium ou falsário? Essas foram algumas dúvidas que o médium brasileiro Chico Xavier levantou ao longo de sua vida. O longa "Chico Xavier", que chega aos cinemas na sexta-feira, quando o médium completaria 100 anos, no entanto, não está muito preocupado com esse tipo de conflito.

Dirigido por Daniel Filho ("Se eu fosse você"), a partir de um roteiro de Marcos Bernstein ("Central do Brasil"), baseado por sua vez na biografia "As vidas de Chico Xavier", de Marcel Souto Maior, o filme faz um retrato chapa-branca de seu protagonista -- que morreu em 2002.

O Chico Xavier do filme, interpretado pelo garoto estreante Matheus Costa, Ângelo Antonio ("2 Filhos de Francisco") e Nelson Xavier ("Narradores de Javé") nas diversas fases de sua vida, é um personagem sem muitos dilemas interiores -- há umas poucas vaidades, mas conflito mesmo, daqueles de consumir, não existe. Desde pequeno, ele parece aceitar tranquilamente seu dom e sua missão.

Morando com a madrinha (Giulia Gam, de "A Guerra dos Rocha"), o pequeno Chico é visto como um ser estranho por ela, que tem medo e fascinação na mesma medida pela mediunidade do menino. A única a compreendê-lo é a mãe morta (Letícia Sabatella, de "Não por acaso"), com quem ele trava longos diálogos.

Mais tarde, morando novamente com o pai (Luis Melo, "Encarnação do Demônio"), ele ganha outra cúmplice - a madrasta (Giovana Antonelli, de "Budapeste"). Com alguns saltos de roteiro, Chico chega à vida adulta, quando sua mediunidade se manifesta com mais força e ele começa a estudar a doutrina espírita.

Ainda morando em sua cidade natal, Pedro Leopoldo (MG), recebe pessoas que pedem sua ajuda para se comunicar com parentes e amigos que já morreram. Nessa mesma época, Chico começa a receber as visitas de uma entidade que recebe o nome de Emmanuel (André Dias), que o acompanhará ao longo de sua vida.

A narrativa ficcional sobre o médium em "Chico Xavier" é entrecortada por trechos de uma participação verídica no programa de entrevistas "Pinga-Fogo", na TV Tupi, na década de 1970. Nele, uma espécie de "Roda Viva" de sua época, Chico é sabatinado pelas mais diversas pessoas, que colocam em xeque seus poderes e crenças.

Essa entrevista, que interliga os episódios da vida do médium no filme, também serve como pretexto para amarrar outra linha narrativa do longa. Trata-se da história do casal Orlando (Tony Ramos, de "Tempos de Paz") e Gloria (Christiane Torloni, de "Onde andará Dulce Veiga?"), cujo filho morreu há pouco em um acidente.

Ela está desesperada, enquanto o marido, que é o diretor do "Pinga-Fogo", é cético. Essa parte do roteiro não se baseia numa história específica - embora sua conclusão venha de um fato real, envolvendo uma carta psicografada pelo médium. O casal, claramente, serve como identificação do público na tela. E, para não deixar ninguém de fora, um deles acredita em Chico Xavier e suas cartas, e o outro é o cético que zomba disso.

Enquanto personagem, Chico Xavier carece de conflitos e nuances. Ele aceita a sua missão muito facilmente, dizendo: "Eu sou como um carteiro, recebo cartas, e aí entrego". Seu único porém é um pouco de vaidade - que causa alguns desentendimentos com Emmanuel, mas nada muito sério. Quando se muda para Uberaba, onde abre seu centro, Chico já é bastante conhecido e recebe visitas de pessoas de vários cantos do país em busca de comunicação com mortos.

Daniel Filho dirige com o profissionalismo que lhe é habitual, mas sem qualquer ambição mais cinematográfica. É um filme feito para as massas, que devem se emocionar em cada momento calculado para fazer chorar - especialmente as cenas que mostram a comunicação entre pais e filhos, em que um dos envolvidos já morreu.

Por outro lado, como bem mostram as imagens finais do longa, tiradas do programa "Pinga-Fogo" real, Chico Xavier era uma figura bem maior do que aquela mostrada pelo filme. Sem dúvida, não seria fácil captar num longa de ficção uma figura tão complexa como o médium. O que não se justifica são alguns momentos rasos do filme.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/04/01/chico-xavier-faz-retrato-superficial-do-famoso-medium.jhtm


Leonardo DiCaprio negocia papel de chefe do FBI em filme de Clint Eastwood, diz jornal
Publicado em 03/04/2010 às 00h01m por Zeca Amaral

O ator Leonardo DiCaprio está em negociações para o papel de J. Edgar Hoover, o chefão da FBI que será retratado em filme de Clint Eastwood, diz o site do jornal Guardian. A trama deverá mostrar a ascensão de Hoover ao poder e sua influência no FBI, onde ficou até sua morte, em 1972. Um dos aspectos mais polêmicos da vida de Hoover é a sua sexualidade, envolta por rumores de homossexualimo e de um hábito secreto de vestir roupas de mulheres.


Leonardo DiCaprio participa de evento em Londres; à direita, John Edgar Hoover em foto de 1970

O roteiro será escrito por Dustin Lance Black, vencedor de um Oscar por "Milk", e produzido por Brian Grazer. As filmagens estão previstas para começar ainda neste ano.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/04/01/leonardo-dicaprio-negocia-papel-de-chefe-do-fbi-em-filme-de-clint-eastwood-diz-jornal.jhtm


Já está sendo exibido nos cinemas: O Livro de Eli
Um homem luta sozinho para proteger um livro secreto numa América após o apocalipse
Publicado em 31/03/2010 às 08h00m por Zeca Amaral 

Em um futuro pós-apocalíptico, não há mais qualquer lugar que possa ser considerado seguro. As cidades estão devastadas, isoladas, e os poucos que ainda vivem vagam escondidos em busca de sobrevivência, já que o mundo é dominado por diversas gangues que não veem problemas em matar por qualquer coisa.

Neste universo, vive o solitário Eli (Denzel Washington). Com a missão de atravessar os EUA, ele tem nas mãos o que pode ser a chave para a salvação do mundo, um livro que guarda e protege há mais de trinta anos. No caminho, no entanto, ele encontra Carnegie (Gary Oldman), um inescrupuloso bandido que fará de tudo para roubar O Livro de Eli, para dominar o poder que poderá aprender com o artefato.

Dirigido pelos irmãos Albert e Allen Hughes, de Do Inferno, o thriller pós-apocalíptico O Livro de Eli é protagonizado por Denzel Washington e deveria ter também a estrela teen Kristen Stewart, de Crepúsculo. Por problemas na agenda, a atriz, que estava filmando Lua Nova, não pode participar da produção, sendo substituída pela ucraniana Mila Kunis, do seriado That 70´s Show.

fonte: http://msn.guiadasemana.com.br/MSN/film.asp?ID=11&cd_film=3195&cd_city=1


Filme sobre travesti e lésbica representará o Brasil no Festival de Tribeca
Publicado em 29/03/2010 às 00h30m por Zeca Amaral

Elvis e Madona, dirigido pelo estreante Marcelo Laffitte, foi escolhido para participar do Festival de Tribeca 2010, realizado anualmente na cidade de Nova York, nos EUA. O filme, que foi exibido apenas em festivais brasileiros em 2009, terá sessões nos dias 22, 24, 27 e 30 de abril.

Com toques de comédia, a história mostra um amor nada convencional: o de Elvis, uma lésbica de classe média que sonha em ser fotógrafa, mas que entrega pizzas para ajudar a família, e Madona, uma travesti cabeleireira que sonha em produzir um musical. Eles vivem em Copacabana, no Rio de Janeiro, onde se passa a maioria das cenas.

O ator Igor Cotrim e a atriz Simone Spoladore (Insolação) interpretam, respectivamente, os protagonistas.O elenco do longa ainda conta com Sérgio Bezerra e Buza Ferraz (diretor de For All - O Trampolim da Vitória).

O Tribeca Film 2010 tem início em 21 de abril, no qual será exibido o quarto e último filme de Shrek, e vai até o dia 2 de maio.

fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/filme-sobre-travesti-e-lesbica-representara-o-brasil-no-festival-de-tribeca/id/25857


Você sabia? Curiosidades sobre a superprodução Avatar.
Publicado em 29/03/2010 às 00h30m por Zeca Amaral

-Em dezembro de 2005, a seleção de elenco para o principal papel feminino foi divulgada pelo site de Mali Finn, especialista em seleções. Erroneamente, a seleção se referia a Battle Angel, que deve ser o próximo trabalho de Cameron.

-Fazia 23 anos que Sigourney Weaver não aparecia em um filme de Cameron. A última vez em que os dois trabalharam juntos foi em Aliens, O Retorno, de 1986.

-Michael Biehn foi especulado para o papel do Coronel Quaritch. Ele chegou a assistir a algumas cenas em 3D e se encontrou com James Cameron três vezes. No final, o diretor preferiu não selecioná-lo, para que as pessoas não pensassem que se tratasse de um novo Aliens, O Retorno, uma vez que Sigourney Weaver já estava no elenco.

-Dra. Grace, personagem de Weaver, também é uma persona de James Cameron. "Brinco com ele dizendo que o Cameron que interpretei é brilhante, idealista e perfeccionista e que, no fundo, também tem um grande coração. Também posso dizer que, de certa forma, o conduzi".

-James Cameron tentou realizar Avatar em 1999, logo após Titanic. No entanto, os efeitos especiais que ele queria usar na época estavam orçados em aproximadamente 400 milhões de dólares, quantia que nenhum estúdio estava disposto a bancar na época. Por causa disso, o projeto ficou na gaveta por quase uma década.

-40% do filme é ao vivo, enquanto 60% foi realizado em computação gráfica. Nesta última parte, a técnica motion capture foi bastante utilizada.

-Ao assistir O Senhor dos Anéis: As Duas Torres e observar o personagem Gollum, Cameron se convenceu de que os efeitos de computação gráfica haviam evoluído o suficiente para desenvolver Avatar.

-Para ajudar os atores a se prepararem para seus papéis, James Cameron os levou para o Havaí, onde eles fizeram trekkings pelas florestas e selvas, viveram como tribos e aprenderam a construir fogueiras, caçar e afins. O objetivo desta viagem foi dar aos atores uma noção de como seria viver em um lugar como Pandora, uma vez que os sets de filmagens não os ajudariam nesse sentido. Durante estas expedições, que aconteciam durante os dias, Zoe Saldana vestia um rabo, para ser fiel à sua personagem.

-Avatar é considerado o filme mais caro de todos os tempos.

-Os Avatars possuem sobrancelhas e cinco dedos nos pés e mãos, enquanto os Na`vi não tem sobrancelhas e possuem quatro dedos em cada pé e mão. Os Avatars também possuem braços e peitorais mais largos, o que dá a impressão de serem mais musculosos.

-Na maior parte da aparição da Dra. Grace, papel de Sigourney Weaver, seu avatar veste uma camiseta da Stanford, faculdade onde estudou nos anos 70.

-As criaturas em forma de espirais que Jake encontra no início do filme são versões gigantescas das Poliquetas árvore-de-natal, espécie marinha invertebrada que costuma ser mantida em aquários.

-A língua dos Na`vi foi desenvolvida pelo linguista Paul R. Frommer, contratado pelo diretor para montar um vocabulário que fosse facilmente pronunciável, mas que não fosse influenciado pelas línguas já existentes. Cerca de 1000 palavras foram criadas.

-Várias locações do filme foram comparadas com as telas do pintor surrealista Roger Dean, especialmente Floating Islands e Arches, apesar dele não ser mencionado.

-Na cena em que Jake grava seu videolog, é possível saber que o ano é 2154. Está é a única menção de data no filme.

-Em coreano, o termo Na`vi se pronuncia "nabi", que por acaso significa borboleta.

-Primeiro filme no qual WETA e ILM, efeitos especiais de grande porte, foram utilizados simultaneamente.

-Quando Jake está pronto para escolher uma parceira, Neytiri começa a lhe contar sobre as mulheres da tribo, a começar por Ninnet, que ela descreve como "uma grande cantora". Uma das cantoras mais populares de Israel tem esse mesmo nome.

-Matt Damon e Jake Gyllenhaal eram as primeiras escolhas do estúdio para interpretar Jake Sully, mas Cameron preferiu escalar o então desconhecido Sam Worthington para o papel.

-De acordo com James Cameron, os Na´vi são azuis pois essa cor cria um paralelo conceitual com as descrições tradicionais de Deus pelos hindus, tais como o Vishnu, Shiva, Rama e Krishna, e também porque ele gosta da cor.

fonte: http://www.cinemaemcena.com.br/Bastidor_Detalhe.aspx?id_bastidor=688&id_filme=2324&tipo=1


"400 contra 1" procura originalidade ao contar história de líder do Comando Vermelho
Publicado em 24/03/2010 às 01h00m por Zeca Amaral

Estreando na direção de longas de ficção, o documentarista Caco Souza sabia que estava andando num terreno perigoso ao fazer “400 contra 1 – Uma história do comando vermelho”, previsto para estrear nos cinemas em agosto (a previsão, antes para maio, foi alterada). O longa fala sobre o líder do Comando Vermelho no final dos anos de 1970, William da Silva Lima. “O que me levou a fazer esse filme foi a curiosidade para entender o grupo, a dinâmica de como essas coisas funcionam”, disse ao UOL Cinema, um dia antes de viajar para o Chile, onde finaliza a pós-produção.

Apesar dos vários filmes sobre bandidos, presídios e presidiários que foram feitos no Brasil nos últimos anos, Souza afirma que “400 contra 1” traz um diferencial. “Essa é a história de um homem, não de um coletivo, como em ‘Carandiru’ [2003], por exemplo. Aqui, falo da vida do William nesse momento, e, consequentemente, do Brasil daquela época, que se reflete no país de agora”.

Conforme explica o diretor, o Comando Vermelho nasceu num período em que existiam presos políticos e estes ficavam junto dos presos comuns. “Tanto quem assaltou um banco quanto aqueles considerados subversivos ficavam nas mesmas celas. A união deles permitiu reivindicações de seus direitos”.

Para ser fiel à história, Souza começou o filme a partir da adaptação da biografia homônima de William. Mas não parou por aí. Para se aprofundar na vida do seu personagem, o cineasta visitou-o algumas vezes. Desse contato, resultaram dois curtas: “Sra. Liberdade” (2004) e “Resistir” (2007), que foram filmados quando William estava no presídio Ary Franco, em 2004.
Souza explica que foram necessários alguns encontros com William, que começaram a ocorrer em 2004, quando ele estava no Presídio de Bangu (RJ), antes que ele aceitasse vender os direitos de sua história. “Ele queria me conhecer, sentir confiança em mim antes de aceitar o filme.” Quando chegou ao presídio, William se mostrou bastante receptivo com o diretor e empolgado com a possibilidade da adaptação. “Ele me contou que sempre sonhou que sua vida virasse um filme”.

No longa, Daniel de Oliveira (“Cazuza – O tempo não para”) interpreta William. Souza conta que a escolha do ator foi um processo bastante natural. “A gente se conhecia há muito tempo, quando o dirigi num filme publicitário. Depois, ficamos vários anos sem nos vermos. Ele estreou no cinema, tornou-se um sucesso. Quando comecei a pensar no filme, não tive dúvidas: o Daniel era a única pessoa que eu queria para fazer o William”. O diretor acrescenta que o ator, por conta disso, esteve envolvido com o filme desde o comecinho, e isso ajudou aos dois no processo.

Já para o principal papel feminino, Tereza, o diretor chamou a atriz Daniela Escobar (“Jogo Subterrâneo”). “As pessoas vão se surpreender, pois estão acostumadas a vê-la interpretando mulheres ricas e sofisticadas e aqui ela está bem diferente.” O elenco ainda conta com Branca Messina (“Não por acaso”), Lui Mendes (“Show de Bola”), Felipe Kannenberg (“A mulher invisível”), além da cantora Negra Li (“Antônia”).

Fora os atores profissionais, “400 contra 1” conta com a participação de 70 presos da Colônia Penal Agrícola do Paraná, que serviu de locação para várias cenas do filme. “A preparação do elenco ocorreu lá também, para ajudar a entrar no clima. O trabalho com os presos foi muito legal. E, assim que o filme estiver pronto, estou planejando fazer uma sessão para eles”.

Na parte técnica, Souza procurou cercar-se de alguns dos melhores profissionais de cada área. A direção de fotografia é de Rodolfo Sanchez (“Pixote”) e o roteiro de Victor Navas (“Cabra Cega”, “Carandiru”), com a colaboração e di escritor Julio Ludemir, autor do livro “Sorria, você está na Rocinha”.

Para a trilha sonora, Souza convidou o músico Max de Castro. “Eu admiro a capacidade de arranjo das músicas. Pensamos numa trilha com uma pegada mais pop, para fugir do estereótipo samba e morro. Acredito que a soul music e o funk trarão mais força para o filme”.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/03/22/400-contra-1---uma-historia-do-comando-vermelho-promete-se-diferenciar-de-filmes-que-abordam-criminalidade.jhtm


Burton imprime cores, efeitos e moral demais em "Alice no País das Maravilhas"
Esta é uma visão de Alessandro Giannini - Editor de UOL Cinema - Fonte desta matéria
Publicado em 24/03/2010 às 01h00m por Zeca Amaral 

Alice não é mais a mesma. Aos 19 anos, a menina sonhadora criada pelo escritor inglês Lewis Carroll tem o dote posto à disposição para salvar sua família da bancarrota. Ao ser pedida em casamento pelo filho de um dos amigos do falecido pai, um dândi sem graça e nojento, ela enfrenta uma decisão que a colocará definitivamente no mundo dos adultos. Este é o ponto de partida de "Alice no País das Maravilhas", a versão de Tim Burton para o clássico de Carroll, que estreia na próxima semana no Brasil nas versões 3D e convencional.

Burton jamais adaptaria um clássico dessa envergadura se não pudesse, de alguma maneira, subvertê-lo ou, no mínimo, transcendê-lo. A ideia de levar Alice (Mia Wasikowska) de volta ao País das Maravilhas parece suficiente para atingir ambos os objetivos. Ao chegar lá, sua identidade é posta em dúvida por todos que reencontra. Somos informados, a esta altura, que só a verdadeira Alice será capaz de confirmar a profecia e enfrentar o dragão Jabberwocky para salvar o mundo subterrâneo do maligno domínio da Rainha de Copas (Helena Bonham Carter).

Com isso tudo, Alice encontraria o seu verdadeiro destino. É o velho plot do rito de passagem aplicado à releitura de um dos clássicos mais populares da literatura inglesa. Mas ela tem que provar sua verdadeira identidade e, mais ainda, estar à altura do desafio que enfrentará. O Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) é o único que acredita na identidade da jovem e na sua capacidade de resolver a questão, que tem a ver com uma disputa antiga entre a Rainha de Copas e sua irmã, a doce Rainha Branca (Anne Hathaway).

A trama e a volta de Alice ao País das Maravilhas vêm embrulhados em "papel brilhante", com colorido destacado pela computação gráfica e efeitos que simulam a terceira dimensão. É realmente divertido assistir ao Gato Risonho, ao Lagarto Azul, ao Rato e à Lebre de Março interagindo com os personagens reais. Ou acompanhar os ataques da destemperada Rainha de Copas, com o cabeção desproporcionalmente maior do que o corpo. E tentar decifrar qual o verdadeiro tamanho do Valete de Copas, um cavaleiro mais alto do que o normal.

Burton usa os recursos que tem à disposição para tornar o roteiro de Linda Woolverton mais atraente e trazer o espectador para o mundo imaginário da Alice adulta. Além de colocar ordem e sentido em uma história cuja essência originalmente era o nonsense, ele prossegue no caminho inverso de Carroll e impõe moral à trajetória da personagem. O autor, um apaixonado por crianças, escreveu "Alice no País das Maravilhas" e "Alice Através do Espelho" justamente porque acreditava que os pequenos de sua época eram demasiadamente bombardeados por contos morais.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/03/23/burton-imprime-cores-efeitos-e-moral-demais-em-alice-no-pais-das-maravilhas.jhtm


Ficção científica com Alice Braga e Jude Law estreou nesta sexta nos EUA.
Atriz brasileira é destaque de 'Os coletores', que traz ainda Forest Whitaker.
Filme dirigido por Miguel Sapochnik chega ao Brasil em setembro.
Publicado em 21/03/2010 por Zeca Amaral 

O filme "Os coletores", do britânico Miguel Sapochnik, estreou nesta sexta-feira (19) nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá, tendo como destaques do elenco a brasileira Alice Braga e a dupla Forest Whitaker e Jude Law.

Em mais uma incursão em Hollywood, Alice Braga interpreta desta vez a sedutora Beth, uma cantora que tenta fugir do destino macabro de ser uma mulher biônica, melhorada com os órgãos artificiais.

"Li o roteiro e fiquei encantada. É uma história diferente de tudo que estava lendo naquele momento. O personagem é muito diferente, muito forte. Me diverti muito nas filmagens", diz a atriz.

Law e Whitaker encarnam os amigos Remy e Jake, que se conhecem desde a infância e ficam ainda mais unidos depois de lutarem pelo Exército americano em uma guerra. Quando Remy e Jake voltam para casa, passam a aproveitar suas táticas de guerra para ganhar a vida como pistoleiros de uma companhia muito peculiar.
Essa empresa é a The Union, uma poderosa corporação que enriqueceu vendendo órgãos artificiais caríssimos que salvaram e prolongaram a vida de milhares de pessoas no mundo.

O trabalho de Remy e Jake, que seguem as ordens do presidente da companhia (Liev Schreiber), é requisitar pela força os órgãos que essas pessoas deixaram de pagar, mesmo que isso represente a morte imediata desses indivíduos.

"É um filme que, entre suas muitas mensagens, faz uma crítica social", explicou Whitaker, para quem "Os coletores" critica empresas e bancos que se aproveitam de seus clientes, ao mesmo tempo em que evidencia "o perigo de a sociedade perder a sensibilidade diante da violência".

"Os Coletores" é baseado no livro "The Repossession Mambo", do americano Eric Garcia, e é a estreia de Miguel Sapochnik na direção de um longa-metragem. A versão cinematográfica deve estrear no Brasil em setembro.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1536714-7086,00-FICCAO+CIENTIFICA+COM+ALICE+BRAGA+E+JUDE+LAW+ESTREIA+NESTA+SEXTA+NOS+EUA.html


Fox vai lançar DVD de "Avatar" em abril, no Dia da Terra
Publicado em 16/03/2010 por Zeca Amaral
LOS ANGELES - A Twentieth Century Fox espera que os fãs de "Avatar" tirem tempo no Dia da Terra, 22 de abril, para comprar a versão em DVD ou Blu-ray do blockbuster, cuja mensagem é pró-ambiental.

O estúdio anunciou na terça-feira que definiu o Dia da Terra como a data do lançamento de "Avatar" em DVD nos EUA e Canadá porque os temas do filme correspondem ao propósito da conscientização ambiental desse dia.

Desde que foi lançado nos cinemas, em 18 de dezembro, "Avatar" já arrecadou o valor recorde de 2,64 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. Uma parcela grande desse total veio das sessões em 3D.

Mas o DVD de "Avatar" será em 2D, disse a Fox. É provável que uma versão em 3D seja lançada em 2011, quando se prevê que mais consumidores tenham televisores 3D em suas casas.

"Avatar", que recebeu três Oscars, trata de um soldado da Terra, que está ambientalmente degradada, enviado para infiltrar uma tribo de extraterrestres humanóides que vivem no planeta Pandora e têm ricos depósitos de minerais em suas terras.

A missão do soldado é encontrar uma maneira de fazer a tribo deixar a região para que os humanos possam extrair os minerais, mas ele se apaixona por uma integrante da tribo de Na'avis, altos e azuis, e lidera uma revolta contra os colonizadores humanos.

Alguns conservadores nos EUA criticaram o filme. O colunista John Podhoretz, do Weekly Standard, disse que o filme demonstra "ódio dos militares e das instituições americanas". Mas "Avatar", estrelado por Sam Worthington e Zoe Saldana, virou uma sensação cultural pop.

O DVD e o disco Blu-ray de "Avatar" serão lançados em 22 de abril nos Estados Unidos, Canadá e alguns outros países. Na França, Espanha, Bélgica e Holanda o lançamento será em 21 de abril, e no Japão, Alemanha e México o filme chegará às lojas em 23 de abril. As datas de chegada de "Avatar" a outros países variam.

fonte:http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/03/16/fox-vai-lancar-dvd-de-avatar-em-abril-no-dia-da-terra.jhtm



"Ilha do Medo" mantém liderança nas bilheterias dos EUA
Publicado em 28/02/2010 por Zeca Amara

O suspense de Martin Scorsese "Ilha do Medo" liderou as bilheterias na América do Norte pelo segundo final de semana consecutivo neste domingo, ultrapassando a comédia "Cop Out" e a refilmagem de terror "The Crazies".
O longa "Ilha do Medo" lucrou US$ 22,2 milhões alcançando a marca dos US$ 75,1 milhões em 10 dias de , informou a distribuidora Paramount Pictures.

Leonardo DiCaprio, que já coloborou com Scorsese antes, estrela o longa no papel de um detetive federal em uma operação num hospital psiquiátrico para criminosos perigosos na região costeira de Massachusetts em 1954.

Por sua vez, "Cop Out", estrelado por Bruce Willis e Tracy Morgan que vivem uma dupla de policias de Nova York, estreou com um faturamento de US$ 18,6 milhões de acordo com a distribuidora Warner Bros. Pictures.

O filme de terror da distribuidora Overtrue Films, "The Crazies", uma remontagem da versão original de George Romero em 1973, ficou em terceiro lugar com US$ 16,5 milhões.

Fonte: http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/02/28/ilha-do-medo-de-scorsese-lidera-bilheteria-nos-eua.jhtm

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"Avatar" supera "Titanic" nos livros dos recordes

LOS ANGELES (Reuters) - O "Titanic" acaba de se deparar com um iceberg chamado "Avatar".
Publicado em 25/01/2010 por Zeca Amaral

A ficção científica do diretor James Cameron substituiu seu drama marítimo como o maior lançamento no cinema internacional de todos os tempos no final de semana e está prestes a assumir o mesmo posto globalmente, incluindo também o valor arrecadado nas bilheterias dos cinemas na América do Norte.

O total para o filme de James Cameron subiu para 1,841 bilhão de dólares, pouco abaixo do 1,843 bilhão amealhado pelo outro sucesso do diretor, "Titanic", entre 1997 e 1998, informou neste domingo a distribuidora 20th Century Fox.

"Avatar" já atingiu o maior total de vendas internacionais da história, somando 1,288 bilhão de dólares, superando o 1,242 bilhão de "Titanic".

Na América do Norte pode ser necessário esperar duas semanas para deixar para trás os 601 milhões de dólares de "Titanic", disse o estúdio de propriedade da News Corp.

Os cinéfilos norte-americanos e canadenses já gastaram 552,8 milhões de dólares para assistir a "Avatar", o bastante para substituir "Batman, O cavaleiro das Trevas" (533 milhões de dólares) como segundo maior filme de todos os tempos nos Estados Unidos e no Canadá.

Os dados não são ajustados pela inflação. Além disso, as vendas de bilheteria de "Avatar" ganharam impulso pelo valor mais caro das entradas para salas de exibição do filme em modo 3-D.

O maior filme de todos os tempos nos EUA --ajustado pela inflação-- é "E o Vento Levou", de 1939, com vendas de quase 1,5 bilhão de dólares, de acordo com a empresa Box Office Mojo. "Avatar" ainda está em um distante 26o lugar nessa medida.

(Reportagem de Dean Goodman)

Fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/01/24/ult26u29686.jhtm
 

"Avatar" tem boa estreia, mas não bate "O Senhor dos Anéis"
Publicado em 20/12/2010 por Zeca Amaral

O filme "Avatar" arrecadou US$ 27 milhões (cerca de R$ 47,79 milhões) em seu primeiro dia de exibição nos cinemas nos Estados Unidos, segundo a "Variety", especializada em cinema.

Apesar do bom resultado, o filme ficou atrás de "Eu Sou a Lenda" (US$ 30,1 milhões) entre as maiores bilheterias de filmes que estrearam em sextas-feiras de dezembro.

A maior bilheteria de estreia de um filme foi a de "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei" (US$ 34,5 milhões), que começou a ser exibido numa quarta-feira.

Os resultados de "Avatar" podem ter sido prejudicados por tempestades de neve que ocorreram na costa leste dos Estados Unidos, segundo a "Variety".

A publicação diz que, assim como "Titanic", que arrecadou US$ 8,7 milhões em sua estreia, o novo filme de James Cameron deve crescer com a "propaganda boca a boca".

Cena do filme "Avatar", que teve boa estreia ontem nos cinemas, mas não conseguiu bater "O Senhor dos Anéis"

Publicado em 20/12/2009 - Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u669076.shtml

Assista ao trailer



Gael García Bernal volta às telas em filme 'provocativo'.
Ator está em 'Mammoth', que estreou nos EUA na última sexta (20).
'Eu sabia que seria um filme polêmico', afirma García Bernal em entrevista.
Publicado em 25/11/2009 por Zeca amaral


Provocativo: é assim que o ator mexicano Gael García Bernal descreve seu mais novo filme, "Mammoth", que chegou aos cinemas americanos na última sexta-feira (20). Garcia Bernal diz que sabia no que estava se metendo quando aceitou atuar no longa-metragem do diretor sueco Lukas Moodysson, que já lançou filmes sobre prostituição e pornografia amadora.

"Eu realmente sabia que seria um filme polêmico, que seria de alguma forma provocativo", disse García Bernal à Associated Press em entrevista por telefone de Cochabamba, na Bolívia, onde ele está rodando seu próximo longa.

Ele afirma que o trabalho de Moodysson "mostra as pessoas de uma forma irônica, vulnerável, que muita gente pode achar irritante, mas outros podem amar".
Trama

"Mammoth" gira em torno de um casal de nova-iorquinos bem-sucedidos: Leo (García Bernal), criador de um website que começa a se sentir pressionado pelo sucesso, e Ellen (Michelle Williams, ex-mulher de Heath Ledger), uma médica que costuma dar plantões salvando vidas na sala de emergência.

A filha de oito anos do casal, Jackie (Sophie Nyweide), passa a maior parte de seu tempo com uma babá filipina, Gloria (Marife Necesito), que leva Ellen a questionar as prioridades de sua vida. Durante uma viagem de negócios para a Tailândia, Leo acaba provocando uma série de eventos que terão consequências dramáticas para a família.

   
"Depois que li o roteiro, eu realmente gostei desse filme", disse Bernal, completando que a ideia de trabalhar com Moodysson e Williams também o atraiu.

O nascimento do primeiro filho do ator, Lazaro, em janeiro, revelou a Bernal uma outra perspectiva sobre o papel de pai no cinema. "Virar pai é como mergulhar: a primeira vez que você entra no mar muda completamente a sua relação com a água. O mesmo acontece quando você vira pai, muda tudo que tem a ver com trabalho e grande parte da sua vida. Não sei se para o bem ou para o mal, mas muda tudo."

O filme trouxe uma série de desafios para o ator, incluindo o trabalho com uma equipe sueca, em locação na Tailândia, falando inglês. "Acho que todo filme é um desafio", disse o astro de produções como "Diários de motocicleta" e "Amores brutos". "Talvez os mais desafiadores sejam mais apetitosos para mim."

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1390634-7086,00-GAEL+GARCIA+BERNAL+VOLTA+AS+TELAS+EM+FILME+PROVOCATIVO.html


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